A posição social de uma pessoa pode interferir em seu engajamento na Igreja?

Você sabia que na Idade Média, o abade Suger, do mosteiro de Saint-Denis, era filho de um servo de gleba? Ou ainda, que Maurício de Sully, bispo de Paris, que construiu a Igreja de Notre Dame, era filho de mendigo? Que São Pedro Damião, futuro cardeal, guardou porcos, como Waso, bispo de Liège? Entre os papas, São Gregório VII era filho de carpinteiro; Bento XII era filho de um açougueiro; Urbano IV era filho de um sapateiro; Bento XI, filho de um pastor de cabras, sem falar de tantos outros. “A lei divina não admite distinção alguma entre os membros da Igreja. Ela torna-os a todos de igual condição, por mais desiguais que os tenham feito a posição social e o nascimento; aos seus olhos, o filho do artesão não é inferior ao herdeiro do monarca”, dizia o arcebispo  Adalberão.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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