Mas por que você não reza aos santos? (Parte 2)

A santidade vem de Cristo através da sua Igreja
Muito pouca coisa disse Jesus Cristo sobre o modo como fazer do mundo um lugar melhor para se viver.  Disse muita coisa sobre como fazer melhor a gente que nele vive.
De fato, ele disse que os homens deviam ser perfeitos. “Vós, pois, sede perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5, 48).  Não simplesmente bons mas perfeitos.
Ensinou ao gênero humano um modo de vida verdadeiramente surpreendente. Não disse simplesmente que os homens deviam ser generosos; disse: “Àquele que vos pede daí, e daquele que vos pede emprestado não torneis a receber” (Mt 5, 42).  Aos seus discípulos disse simplesmente: “Vendei o que tendes e daí esmolas” (Lc 12, 33).
Ele não se contentava com as pessoas que davam à religião uma “razoável” soma de atenção.  Disse: “Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10, 37).  Considerou ninharias as coisas de que mais gostamos na vida.
Não se contentou com dizer aos homens arranjarem-se uns com os outros. Desdenhou uma bondade que só ia até os próprios amigos.  Assim até mesmo o pagão era bom, dizia ele.  O seu mandamento foi: “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam” (Lc 6,27).
Uma vez ele pregou um sermão que ficou conhecido como o Sermão da Montanha.  Este é um plano muito extraordinário de perfeição humana. Sede benignos, disse ele; a ninguém odieis.  Sede puros, não só em respeitardes a mulher do vosso próximo, mas até mesmo nos vossos pensamentos e desejos.  Não vos preocupeis com as coisas terrenas; buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e Deus cuidará das vossas necessidades.
E fez uma comparação: “Se a vossa justiça não for maior do que a dos Escribas e dos Fariseus, não entrareis no reino dos céus” (Mt 5,20).  Ora, os Escribas e os Fariseus eram geralmente considerados boas pessoas.  Cristo disse que todos os homens devem ser melhores do que eles; consideravelmente melhores, quis ele dizer.  Devia ser difícil para os seus ouvintes imaginar o gênero humano todo sendo melhor do que os Escribas e os Fariseus, aqueles homens que faziam da religião profissão.
Mui difícil tem sido para os homens modernos imaginá-lo.  De fato, os mais recentes críticos de Cristo disseram que ele não teve em mente isso como um modo de agir estável; é de supor tenha ele pensado que o mundo chegaria a um fim em poucos anos, e propôs esse heróico modo de viver para o breve tempo restante.  Porque certamente, dizem ele, nenhum homem, em sua reta razão, poderia esperar que os mortais vivessem conformemente ao ensino do Sermão da Montanha.
Eles tem alguma razão nisso.  É impossível aos homens serem tão completamente bons por si mesmos. Cristo sabia disso.
Para serem perfeitos, os homens precisam de uma inspiração, do auxílio de Deus, e de uma causa.  Por si mesmos eles nunca viverão como quer o Sermão da Montanha e os outros ensinamentos de Cristo. É uma impossibilidade, e Cristo não pediu o impossível.  Mas pediu que eles usassem os meios que ele deu para tornar isso possível.
Antes de tudo deu-lhes um exemplo que poderia inspirá-los.  Praticou todas as virtudes que pregou, e praticou-as de um modo que os homens pudessem entender, e, entendendo, desejassem fazer assim também.

Uma grande virtude
Ele era indulgente com os seus amigos.  Foi paciente com Pedro e com os outros, que eram tão tardos em compreender o seu ensino.  Sustentava-os com os magros recursos que lhe eram dados por amigos seus.  E morreu por eles. “Maior amor do que este ninguém tem, de dar a vida pelos seus amigos” (Jo 15, 18).
Amou também os seus inimigos.  Nunca recusou perdão aos penitentes.  A mulher pecadora de Magdala não foi expulsa da presença dele porque a sua vida era tudo quanto a sua pregação contradizia.  Ele não ameaçou com o fogo do inferno e com a condenação Pilatos que o condenou à morte. Não teria parte no desejo dos seus Apóstolos de que os Samaritanos fossem varridos da face da terra.  E, mesmo quando os seus mais ferrenhos inimigos o haviam cravado na cruz e apreciavam a sua morte lenta, ele regou a seu Pai celeste se dignasse de perdoá-los.
Foi pobre, não porque não pudesse Ter uma vida boa, mas porque precisava identificar-se com as gerações de humanidade oprimida que também foram pobres.  Conhecia os sofrimentos delas, os seus males, as suas tristezas, e fez tudo o que pôde para ajudá-las. Quantas vezes as suas mãos se pousaram sobre os doentes para os curar! Quantas vezes Ele expulsou o demônio de corpos torturados!  E a própria morte não foi obstáculo à sua bondade, como quando ele restituiu a vida ao filho da viúva de Naim.
Mas o que de tudo era mais surpreendente era a sua mansidão e humildade.  Lembre-se de que aquele homem não era apenas um ser humano como você ou como eu.  Era o próprio Deus.  Tinha feito este mundo e cada coisa que nele existe.  Poderia ter vindo à terra com poder e majestade, varrer tudo diante de si e aniquilar todos os que ousassem se lhe opor.  Mas, em vez disso, “aniquilou-se a si mesmo, tomando a natureza de servo e fazendo-se como um deles.  E, aparecendo em forma de homem, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2, 7-8).
Depois disse:
“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis repouso para vossas almas”.  E depois acrescentou ainda mais surpreendentemente: ”Porque o meu jugo é suave e o meu fardo leve” (Mt  11, 29-30).
Como pode ser suave esse jugo?  Como podem os homens ser mais santos do que jamais o pensaram possível?  Só o podem seguindo o exemplo de Cristo, que é toda a santidade.
Todavia, o exemplo não é tudo.  Por séculos os homens souberam como as aves voam, e no entanto não puderam seguir-lhes o exemplo.  Era necessária a força.  Depois que a máquina a vapor se desenvolveu, então os homens aprenderam a voar.  Os homens só podem esperar galgar as alturas da santidade quando descobrirem a ajuda de uma força maior do que a que eles acham em si mesmos sozinhos.
Homens como Mahatma Ghandi viveram vidas boas, mas não vieram depois deles milhões de outros para lhes imitarem com êxito o exemplo.  O exemplo sozinho ali estava; mas a força para viver conforme ele faltava.  É por isto que só o Cristianismo tem produzido santos, porque os Cristãos acreditam no poder dado por Deus para que eles se tornem santos.

Meios de santidade
Esse poder vem da redenção que Cristo trouxe.  Cristo venceu o pecado, remiu-nos da escravidão do demônio, e trouxe o com de “graça”, como nós lhe chamamos (e a Bíblia também), para nos ajudar a sermos santos.  Essa graça é um dom especial de Deus que nos coloca, para trabalhar, num plano mais alto do que o plano natural.  Ela só vem através de Cristo.
S. Pedro conheceu bem isso.  Concitou os homens a “apetecer o puro leite espiritual, para por ele crescerdes para a salvação.  Chegando-vos para ele como para a pedra viva, reprovada, é certo, pelos homens, porém escolhida e honrada por Deus.  Vós também, como pedras vivas, edificai-vos sobre ela, casa espiritual, sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pd 2, 2-5).
S. Paulo resume todas as suas instruções sobre a santidade dizendo aos seus convertidos que eles devem chegar à “unidade da fé e do profundo conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem perfeito, à medida da idade da plenitude de Cristo” (Ef, 4,18).
Ambas essas passagens nos dizem que devemos crescer constantemente em santidade.  E dizem-nos que o único modo como podemos fazer isso é indo a Jesus Cristo e obtendo a força de que precisamos.

Os Sacramentos
É importantíssimo averiguar se Jesus Cristo forneceu algum meio para ajudar os homens a atingir essa “medida da idade de plenitude de Cristo”.  Se o fez, que foi que ele deixou como fontes de graça!
Antes de tudo, deixou os Sacramentos.  Estes são os sete ritos a que chamamos: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio.  Estes são os canais através dos quais ele dispensa graça, auxílio espiritual para todas as nossas necessidades, do berço ao túmulo.
Deitemos um olhar ao Batismo.  Jesus disse: “Se o homem não renascer da água e o Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3,5).  Da Eucaristia, ele disse: “Eu sou o pão da vida … Este é o pão que desceu do céu, para que, se alguém dele comer, não morra.  Eu sou o pão vivo que desci do céu.  Se alguém comer deste pão viverá eternamente; e o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo” (Jo 6, 48, 50-52).
Da ‘extrema-unção’, o Apóstolo Tiago escreve: “Alguém entre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja, e rezem eles sobre ele, urgindo-o com óleo em nome do Senhor.  E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor curá-lo-á, e, se ele estiver em pecados, estes ser-lhes-ão perdoados” (Tgo 5, 14-15).
A tradição cristã tem chamado a esses ritos “sacramentos”.  “Sacramento” é uma palavra latina que quer dizer uma coisa que torna alguém santo.  Os Sacramentos de Cristo é que são a causa primária da santidade nos seres humanos.
Igualmente importante para fazer os homens santos é o sacrifício que ele nos deixou.  O sacrifício é uma coisa importante na vida dos homens.  Não falamos aqui dos muitos sacrifícios diários que nós todos temos de fazer para sermos bons.  Antes, queremos dizer o ato religioso – o Sacrifício pelo qual publicamente reconhecemos que Deus é o Senhor e Dominador de todos, para pedir o seu perdão para os pecados que havemos cometido, para obter o auxílio de que precisamos, e para lhe agradecer todos os benefícios de que ele nos tem cumulado.
Sem tal sacrifício, a nossa vida em relação a Deus é pobre e claudica. É verdade que Cristo ofereceu perfeitamente tal sacrifício quando morreu na cruz. Esse foi o único sacrifício que para sempre redimiu os homens. Mas que fazermos das suas palavras na Última Ceia: “Todos vós bebei dele; pois este é o meu sangue do novo testamento, que é derramado por muitos para a remissão dos pecados” (Mt 26, 28). E: “Isto é meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19). Fazei isto em memória de mim”: isto só pode significar que os Apóstolos e seus sucessores de todos os tempos devem perpetuar esse rito como um sacrifício que opera a remissão do pecado. Isto é algo de essencial para nos tornar santos.

Toda a verdade
Os homens nunca serão santos se não forem ensinados a fazer o que devem fazer. Certamente o ensino de Cristo foi santo. Todas as gerações tem reconhecido a sua pregação como a suprema regra de vida. Não há nela nada falso, nada que possa afastar de Deus.
Isto é até surpreendente. Nós, seres humanos, estamos acostumados a  opiniões que são compostas de bem e de mal. Sabemos que nenhum homem pode fazer longo tempo sem dizer algo que é falso. As possibilidades de erro são inúmeras. Mas não assim a doutrina de Cristo. Esta é toda verdadeira, inatacavelmente verdadeira a todos os respeitos.
Nem toda interpretação daquilo que Cristo ensinou é certa. A coisa exata que ele disse e o modo que ele teve em mente é o certo; o contrário é errado. Vinte séculos de erro esporádico da parte de alguns cristãos tem mostrado como os homens podem errar ao interpretarem o que Cristo quis dizer.
Alguns pensaram que, pelo fato de haver dito que os homens deviam ser mansos, ele entendia que eles nunca deveriam defender-se, e deveriam morrer como cordeiros antes que levantar a mão para deter a espada da opressão e da injusta agressão. Outros tiveram a estranha noção de que, por haver ele, numa maneira oriental de falar, aconselhado que deveríamos arrancar fora o nosso olho se ele nos escandalizasse, seria direito para um homem mutilar-se fisicamente para toda a vida, a serviço de Cristo. Outros, ainda, pensaram que, por haver Cristo dito que morria pelo pecado dos homens, os homens não poderiam fazer nada para se ajudarem a salvar-se; que, na verdade, era presunçoso da parte deles tentarem-no, e que, do mesmo modo, poderiam eles cometer toda sorte de pecados que quisessem enquanto se sentissem seguros de ser salvos por crerem em Jesus Cristo.

Certo – e errado
Jesus Cristo não poderia ter ensinado todos esses grosseiros exageros como meios para a santidade. A  própria natureza contraditória deles e os maus resultados que eles tem produzido provam que eles não poderiam ter vindo dele. Aquele que era tão sábio certamente proveu a que o seu ensino não fosse viciado pela falsidade.
Certamente ele tomou tal providência. Estabeleceu a sua Igreja. Essa Igreja devia ser divinamente guiada, de modo que não cometesse nenhum engano em transmitir sem erro o seu ensino.
Nada é mais claro, pelos Evangelhos, do que isso. Ele disse: “Ide, pois, e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observarem tudo o que eu vos mandei; e eis que eu estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos” (Mt 28, 19-20).
Tão oficial devia ser esse ensino, que ele disse: “Se teu irmão pecar contra ti, vai e mostra-lhe a sua falta, entre ti e ele sozinhos. Se ele te escutar, terás ganhado teu irmão. Mas, se ele não te escutar, toma contigo um ou dois mais, de modo que sobre a palavra de duas ou três testemunhas cada palavra possa ser confirmada. E, se ele recusar ouvi-los, apela para a Igreja; mas, se ele recusar ouvir até mesmo a Igreja, seja ele para ti como o pagão e o publicano. Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado também no céu; e tudo o que desligardes na terra será desligado também no céu” (Mt 18, 15-18).
Foi somente à sua Igreja que ele confiou a obra de ensinar essa doutrina que faria os homens santos.
Ora, olhe de novo para essa primeira citação: “Ensinai todas as nações”. Ele não disse isso a todos; disse-o somente àqueles que eram oficialmente designados para ensinar. S. Paulo diz que ninguém pode pregar se não foi enviado (Rom 10, 15). O poder de fazer santos os homens ensinando-lhes a verdadeira doutrina de Jesus Cristo só é achado na Igreja que Cristo oficialmente incumbiu de pregar.

Autoridade divina
Deve essa Igreja ter poder para fazer leis que ajudarão a tornar os homens melhores. Cristo disse que todos podem adorar a Deus. Não disse como, quando ou quantas vezes. Mas a sua Igreja diz: “Indo à igreja e assistindo ao Sacrifício da Missa nos domingos e dias santos”. Muitas leis como essa são necessárias para indicar os meios e modos de nos fazermos santos.
A Igreja, e só ela, tem autoridade para fazer tais leis. Cristo disse: “Em verdade vos digo (a vós os oficiais da minha Igreja), tudo o que ligardes na terra será ligado também no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado também no céu”. De semelhante modo, a administração dos sacramentos foi confiada aos oficiais da Igreja.
Eis aqui, pois, o poder de fazer os homens santos – a Redenção de Cristo que é aplicada aos homens através dos Sacramentos, do Sacrifício da Missa, do verdadeiro ensino da doutrina de Cristo, e da feitura de leis que seguramente levarão ao céu.
Não é encargo deste folheto mostrar, além de dúvida razoável, que essa Igreja que Jesus Cristo fundou é a Igreja Católica como existe hoje. Esta prova completa deve ser achada em livros e folhetos escritos para esse fim específico.

A verdadeira Igreja
O que, no entanto, é claro é que hoje a Igreja Católica, e só ela, conserva todos esses meios de fazer os homens santos, dos quais Cristo quis que os homens fruíssem. Só ela ainda conserva os sete sacramentos de Cristo; só ela continua a celebrar o Sacrifício da Missa; só ela possui o verdadeiro ensino de Cristo em toda a sua plenitude e perfeição; só ela faz leis que nunca afastam o homem de Deus.
Todas estas coisas são de todo evidentes pela história. Pelas idades a fora, tem sido a Igreja Católica que tem ensinado os homens a serem melhores e a buscarem a perfeição. Essa Igreja civilizou os bárbaros europeus e ensinou a santidade aos romanos degenerados, nas primeiras idades do Cristianismo. Hoje, por exemplo, ela se prova conspícuamente reta e santa em sustentar a santidade do matrimônio e em se opor ao divórcio. Mais ainda, ela tem dado aos seus membros a força de viverem de acordo com essas estritas leis do matrimônio e a acharem neste um ideal que encontra sua última expressão como sendo um Sacramento.
Nem uma só vez em vinte séculos essa Igreja foi achada ensinando os homens a fazerem o mal ou a serem tolhidos no seu acesso à vida. As suas leis têm sido justas e santas. Às vezes os homens que têm administrado as leis têm sido coisa mui diversa de santos. Mas isso tem provado a verdade implícita de que mesmo os seus membros ímpios não foram capazes de destruir o seu íntimo poder santificador. Nenhum lhe alterou jamais as leis ou a doutrina a fim de justificar alguma espécie de mal-fazer ou de fanatismo.
Só a Igreja Católica é que possui os meios de santidade dados pelo seu Fundador, Jesus Cristo. É por isto que só a Igreja Católica pode fazer os homens santos. Dentro em pouco veremos o que daí adveio, que resultados se produziram. Aqui queremos apenas repetir que a Igreja Católica é a organização fundada por Jesus Cristo para trazer a santidade ao mundo.
Logicamente se segue que toda santidade é a ela devida. Bastante fácil é ver que toda parcela de verdade e a santidade completa devem remontar a Jesus Cristo de uma forma ou de outra. Só ele é o perfeito modelo de virtude e a fonte do poder que eleva os homens acima da sua virtude natural. Mas esse poder ele deu à sua Igreja, e esta, também, através dele, é a fonte da santidade.
Dissemos que a Igreja Católica só canoniza católicos.
A sua missão é pronunciar-se sobre aqueles que utilizaram os seus poderes. Também foi dito que outros afora os católicos podem levar vidas boas. Isto é inteiramente evidente no mundo à volta de nós. Mas, se esses são santos, é por se  haverem de algum modo beneficiado da Igreja Católica.
Jesus Cristo não fundou nenhuma outra Igreja afora a Igreja Católica. Não há outro meio de salvação fora dela.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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