Uma curiosidade sobre os Anjos

No combate não lutamos sozinhos. Lemos em Apocalipse 12: “Miguel e seus anjos combateram contra o dragão” (12,7). Quando criou os anjos, Deus os fez livres e, assim, eles tiveram de passar por uma espécie de teste – exatamente como nossa vida na terra é um teste. Ninguém sabe o … Continue Lendo

O cristão é um outro Cristo

Pela fé e pelos Sacramentos nos tornamos membros do Senhor. “Neste corpo, a vida de Cristo se difunde através dos crentes que os sacramentos, de uma forma misteriosa e real, unem a Cristo sofredor e glorificado” (LG 7). É por isso que todo batizado, todo cristão, é chamado a “conformar-se” … Continue Lendo

12 Pensamentos de São João Paulo II

1. “Sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável; pois só Jesus Cristo revela o homem ao próprio homem”. 2. “O homem de hoje parece estar sempre ameaçado por aquilo mesmo que produz com o trabalho de suas mãos e da … Continue Lendo

“Tudo é possível ao que crê” (Mc 9,23)

“O Senhor está convosco assim como vós estais com Ele. Se vós o procurais, ele se manifestará a vós, mas se vós o abandonais, ele vos abandonará” (2 Cr 15,2) A primeira providência diante do sofrimento da alma é fazer o mesmo que fazemos com o corpo: um diagnóstico para … Continue Lendo

Quem eram os Cavaleiros Templários?

Eles, de fato, existiram?

Sim, eles existiram. Na verdade, a sociedade na Idade Média estava toda impregnada do espírito e da realidade dos cavaleiros. Efetivamente, a espiritualidade germãnica, França, celta, goda levou a civilização medieval o ideal do cavaleiro. Este aspirava a servir a Deus na bravura destemida, magnânima, e até mesmo na guerra (caso julgasse que a honra de Deus exigia a intervenção da espada). A espiritualidade do cavaleiro retratada nas canções e trovas da Idade Média era apta a suscitar façanhas heróicas em nome da fé.histigrejamediamenor

Mas deve-se lembrar que na ldade Média também os monges desenvolveram papel importante, professando, porém, uma espiritualidade assaz diversa do cavaleiro. Enquanto o cavaleiro procurava intensificar suas atividades no mundo, aspirando assim a unir-se a Deus e chegar à vida eterna, o monge se separava do mundo secular para penetrar diretamente em Deus e na contemplação. Enquanto o cavaleiro aplicava os instrumentos da sua profissão, isto é, as armas, para servir ao seu Senhor, o monge, professando pobreza e silêncio, recusava o recurso a tais expedientes.

Ora, os medievais haviam de conseguir fazer a síntese desses dois tipos de ideal cristão – o do cavaleiro e o do monge -, criando no século XII as chamadas “Ordens Militares”. Nestas o cavaleiro se consagrava a Deus para O servir com destemor e galhardia num quadro de pobreza, castidade e obediência. Referindo-se aos Templários, dizia São Bernardo (+1153):

“Não sei se os devo chamar monges ou cavaleiros; talvez seja necessário dar-lhes um e outro nome, pois eles unem, à brandura do monge a coragem do cavaleiro” (De laude nova emilidae (IV, 8).

Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino explica o contexto no qual apareceram e quem eram esses cavaleiros: