“Sou um milagre de Nossa Senhora Aparecida”, afirma Pe. Reginaldo Manzotti

O site ACI Digital informou (06/10/2017) que a poucos dias da festa de Nossa Senhora Aparecida e da comemoração dos 300 anos do encontro da imagem da Padroeira do Brasil, Pe. Reginaldo Manzotti revelou ser “um milagre” da Virgem.

“Sou fruto e testemunha viva do poder intercessor de Nossa Senhora Aparecida”, afirmou em um recente artigo o sacerdote fundador da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).

“Sou o milagre vivo de uma oração de minha mãe, que, ao me ver nascer sufocado pelo cordão umbilical, após ter sido batizado às pressas, fui consagrado à Nossa Senhora Aparecida”.

O sacerdote contou levar em sua alma “eterna gratidão”: “nos lábios, os louvores; e no meu segundo nome, a marca daquela que intercedeu a Jesus e salvou minha vida: meu nome de batismo é Reginaldo Aparecido Manzotti”, contou.

Pe. Reginaldo recordou que anualmente, “cerca de 12 de milhões de romeiros visitam Aparecida”, muitos percorrendo centenas de quilômetros, “para agradecer por uma graça alcançada, para rezar e debruçar-se sob Maria”.

Lembrou ainda que, em 2015, pôde acompanhar de perto esta devoção, com as histórias de superação de grupos que caminham pela Via Dutra rumo ao Santuário.

“Todos têm uma motivação própria para suportar o clima, o cansaço, os perigos (sim, existem muitos assaltos na rodovia!), mas o objetivo de agradecer a Nossa Senhora é muito maior”, acrescentou.

De modo concreto, o padre lembrou um senhor chamado Toninho, líder de um grupo com mais de 100 integrantes que saem todos os anos de São Paulo e demoram cinco dias para chegar ao Santuário de Aparecida.

O sacerdote também se inclui entre os milhões de romeiros que peregrinam ao Santuário anualmente.

“Poucos sabem, mas todos os anos visito o Santuário Nacional para agradecer à Nossa Senhora. Agradeço pela minha vida, pela minha família, pelo meu sacerdócio, mas principalmente por todos os testemunhos que recebo diariamente de curas, de gestações, de entendimentos, de discernimentos, por fim, pelas graças de Nossa Senhora na vida de todos”, contou.

Outra forma de agradecer à Virgem encontrada pelo sacerdote, além dessas peregrinações, concretizou-se em 2013, quando, segundo ele, “Deus me deu a graça de homenagear nossa Mãe com uma composição”.

“A música ‘Proteja-me, oh! Mãe’ é uma oração em forma de música, para que todos possam clamar por Nossa Senhora e, ao mesmo tempo, agradecer a sua proteção”, indicou.

Esta não foi a primeira vez que Pe. Reginaldo Manzotti expressou sua devoção à Mãe Aparecida. Em seus shows e ao final de algumas Missas, costuma cantar a canção “Dai-nos a bênção”, com a qual os brasileiros pedem a proteção de sua padroeira.

Ainda neste ano, ao assinalar o mês vocacional em agosto, contou no artigo intitulado ‘Eis-me aqui, faça-se’ que “não há um momento da minha vida que eu não consiga enxergar Nossa Senhora me protegendo e amparando”.

“E não consigo compreender como em alguns momentos alguém pode duvidar da intercessão de Nossa Senhora. Nós temos uma Mãe, não somos órfãos e, se uma mãe aqui da Terra tira da boca para dar a seus filhos, imaginem Nossa Senhora, que é toda santa, pura, imaculada e repleta de amor”, acrescentou.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sou-um-milagre-de-nossa-senhora-aparecida-afirma-pe-reginaldo-manzotti-40155/

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Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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