Papa recorda São João Maria Vianney e pede orações por todos os padres

Segundo o ACI Digital (04/08/2021), o papa Francisco recordou são João Maria Vianney, neste 4 de agosto, dia em que a Igreja Católica Universal celebra a sua memória litúrgica.

Depois de pronunciar sua catequese em italiano sobre a carta de são Paulo aos gálatas, na Audiência Geral desta quarta-feira, o papa Francisco pediu orações pelos párocos e por todos os sacerdotes, para que se inspirem no exemplo de são João Maria Vianney, padroeiro dos párocos e modelo de bom confessor.

“Irmãos e irmãs, rezemos por todos os pastores para que, a exemplo de são João Maria Vianney, levem aos seus irmãos e irmãs em dificuldades o Evangelho vivo de seu testemunho de amor, misericórdia e solidariedade”, disse o papa aos fiéis de língua francesa.

Aos peregrinos de língua portuguesa, Francisco lembrou que, neste 4 de agosto, se celebra a memória de são João Maria Vianney e exortou a “rezar de modo particular pelos seus párocos e por todos os sacerdotes”.

Francisco rezou para que os presbíteros, “inspirados no exemplo do santo cura d’Ars, ofereçam sua vida à missão de pregar o Evangelho da salvação”.

Ano sacerdotal

Em 11 de junho de 2010, o papa Bento XVI declarou são João Maria Vianney como padroeiro de todos os sacerdotes do mundo, por ocasião do encerramento do Ano sacerdotal.

O Ano sacerdotal foi uma iniciativa de Bento XVI por ocasião do 150º aniversário da morte do santo cura d’Ars, que já era então padroeiro de todos os párocos.

Além disso, durante o Ano sacerdotal, realizado de 19 de junho de 2009 a 19 de junho de 2019, o então pontífice concedeu aos sacerdotes e fiéis a indulgência plenária.

Entre as diferentes possibilidades para poder obter a Indulgência plenária durante o Ano Sacerdotal, a Igreja Católica a concedeu a todos os presbíteros que, “arrependidos de coração, rezem todos os dias as laudes ou vésperas diante do Santíssimo Sacramento exposto à adoração pública ou no sacrário e se ofereçam à celebração dos sacramentos, sobretudo da confissão”.

A indulgência plenária também foi oferecida “como sufrágio aos irmãos no sacerdócio defuntos, se em conformidade com as disposições vigentes, se confessarem sacramentalmente, comungarem e rezarem pelas intenções do pontífice”.

Também foi oferecida a todos os fiéis católicos que, “arrependidos de coração”, “na igreja ou no oratório, assistam à Santa Missa e ofereçam pelos sacerdotes da Igreja orações a Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, e qualquer obra boa cumprida lhes é concedida a indulgência plenária, desde que se tenham confessado sacramentalmente e rezado pelas intenções do papa nos dias em que se abre e se encerra o Ano sacerdotal, no dia do 150º aniversário da morte de são João Maria Vianney (4 de agosto de 2009), nas primeiras quintas-feiras do mês ou em qualquer outro dia estabelecido pelos ordinários (os bispos) dos lugares para a utilidade dos fiéis”.

Carta do papa Francisco aos sacerdotes do mundo

Por sua vez, o papa Francisco escreveu uma importante carta aos presbíteros do mundo por ocasião do 160º aniversário da morte do cura d’Ars, em 4 de agosto de 2019, na qual expressou seu agradecimento e os animou a viver com fidelidade sua vocação.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-recorda-sao-joao-maria-vianney-e-pede-oracoes-por-todos-os-padres-40865

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Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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