Mãe de Teresita Castillo fala sobre sua filha missionária que morreu em odor de santidade

A comovente história de Teresita está dando volta ao mundo. Suas memórias são sublimes.

Segundo o Gaudium Press (12/03/2021), aqueles que conheceram ficaram encantados com a história de Teresita Castillo de Diego, a menina de 10 anos, que pouco antes de morrer de câncer, manifestou o desejo de ser missionária da Igreja, o qual foi atendido.

Agora circula a tocante entrevista de Javier Navascués com sua mãe, Teresa de Diego, publicada na Infocatolica, da qual destacamos alguns pontos.

Navascués se surpreendeu com a fortaleza da mãe de Teresita em levá-la ao caminho do céu:

“A senhora está bem”, disse-lhe.

“Eu vi tudo como vindo muito de Deus. Desde a primeira operação de Teresa, houve muitas pessoas que rezaram pela minha filha e grandes demonstrações de carinho. Muitas pessoas foram tocadas pelo testemunho de Teresita, e Deus me tem dado muita força”.

Como era Teresita?

Ela era muito empática, “espirituosa, muito carinhosa, cumprimentando a todos, até mesmo pessoas desconhecidas.” Não era incomum as pessoas se emocionarem quando entravam em contato com Teresita. “Ela conversava com os policiais, com os carteiros. Todos. Sempre que havia um pobre homem na porta da Igreja, ela parava para falar com ele. Acabei de cumprimentar uma senhora que sempre pede esmola na Igreja do Escorial e começou a chorar porque gostava muito de Teresita.”

Era de missa diária, que assistia com sua mãe. “Ela fazia, na cama, suas orações simples, mas profundas, e as fazia com muita devoção. Este ano começamos a rezar o Rosário inteiro, antes de ela se deitar. Ela se confessava com frequência”.

Como Teresita suportou o sofrimento?

“A menina sofreu com muita firmeza as dores, parecia uma crucificada. Ela comungava todos os dias e rezava com o sacerdote. Eu vi, na doença da minha filha, um martírio e toda vez que entrava na sala da UTI era como entrar no Calvário. Já não podia mais falar, mas eu sabia que minha filha oferecia todo o seu sofrimento”. Disse à avó que antes de amá-la, devia amar a Jesus.

Quando estava no meio das dores mais fortes, dizia, com um sopro de voz: Sagrado Coração de Jesus, eu confio em Vós.

Depois de assistir a um filme de Madre Teresa, inflamou seu desejo de ser missionária, e também de promover um hospital para crianças. “Ela queria ser missionária para que todos fossem para o céu.” Um dia me perguntou o porquê da dor e expliquei-lhe que era porque ela era muito amiga de Jesus e dava a ela participar de sua cruz e ela entendeu perfeitamente.” No meio de suas dores, tinha distância psíquica para pensar na aflição de seus pais e, assim, enviava-lhes áudios para consolá-los.

Sonhou com o céu

“Teve vários sonhos com o céu. No primeiro, disse que estava muito bem e que tinha visto o avô. E em janeiro, sonhou novamente com o céu e o avô, mas acrescentou que havia perguntado a Deus se podia ver Carlo Acutis, um desejo que lhe foi concedido. Ela também tinha muita devoção a Santa Perpétua e providencialmente morreu no dia da santa.”

Fonte: https://gaudiumpress.org/content/mae-de-teresita-castillo-fala-sobre-sua-filha-missionaria-que-morreu-em-odor-de-santidade-no-ultimo-domingo/

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Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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