Já está disponível em Netflix documentário “O diabo e o Padre Amorth”

Segundo o ACI Digital (14/08/2018), já está disponível em Netflix o documentário “The Devil and Father Amorth” (O diabo e o Padre Amorth), que conta a história do nono exorcismo realizado em uma mulher pelo falecido e reconhecido exorcista italiano Gabriele Amorth.

O documentário dura 68 minutos e pode ser âssitido em inglês com legendas em português.

‘Catholic Imagery’ publicou um pequeno trecho do documentário em sua conta no Instagram para encorajar todos os usuários a vê-lo e para conscientizar sobre as ações do diabo através das possessões.

ADVERTÊNCIA: O VÍDEO PODE FERIR A SENSIBILIDADE DO LEITOR

Last night I watched the last documentary film that Fr. Amorth was in before his death. He passed while they wrapped up this film. In it you will see a real exorcism that is/was the only approved by the Vatican and Fr. Amorth to be filmed and released publicly. In this clip im posting is a small part but one I felt the most terrifying in this exorcism. Hear the demons voice, how deep it comes from deep within her. This film is on Netflix for a limited time only. Please take an hour & watch it. Demon posessions are on the rise & the CC is the last line of defense against the Dark One. Years after he changed the landscape of American filmmaking with 1973's THE EXORCIST, director, co-writer William Friedkin moves from fiction to fact with his new documentary, THE DEVIL AND FR AMORTH. What began as a brief conversation between Friedkin & Fr Gabrielle Amorth, the head Exorcist for the Diocese of Rome for over 30 years, as two professionals who knew of each other's work soon transformed into an once-in-a- lifetime opportunity, as Amorth & Vatican agreed Friedkin could film an exorcism ceremony. It would be the ninth exorcism for a painfully afflicted woman, Cristina, who had already been under Fr Amorth's care, & it would be filmed by Friedkin alone, with no other crew allowed, no light other than the natural light in the room & a small digital camera-and-mic unit that could capture the ritual and its revelations. Combining the startling and singular footage from Cristina's exorcism with interviews from priests & psychologists, neurosurgeons & non-believers, Friedkin guides us on a journey into the twilight world between the boundaries of what we know & what we don't with a singular & startling guide in the form of the urbane, charming & self-deprecatingly funny Fr Amorth, a man who laughs in the face of the Devil both figuratively and literally. Combining Friedkin's past memories & present observations with archival footage & new interviews, as well as also presenting the only real exorcism ceremony captured on film – THE DEVIL AND FATHER AMORTH is a startling & surprising story of the religion, the ritual & the real-world victims involved in possession & exorcism.

A post shared by Catholic Imagery™ 🇻🇦 (@catholic_imagery) on

“O diabo e o Padre Amorth” foi dirigido por William Friedkin, conhecido por ter dirigido o famoso filme “O Exorcista”, em 1973.

A distribuidora ‘The Orchard Movies’ apresentou o documentário como “uma viagem”, na qual o diretor William Friedkin “segue os passos do exorcista de Georgetown à Itália” para acompanhá-lo em “um dos seus momentos mais angustiantes”.

O documentário conta a história de Cristina, uma mulher italiana que depois de passar por uma depressão começou a se comportar de forma estranha durante as festas religiosas e se tornou incapaz de realizar qualquer tipo de trabalho.

Ao não encontrar uma solução médica, um psiquiatra aconselhou que fosse atendida por Pe. Amorth, que lhe realizou nove exorcismos durante nove meses.

Em sua conta no Twitter, o diretor expressou sua “profunda gratidão a todos os que já viram ‘O diabo e o Padre Amorth’ em Netflix” e que escreveram para ele “da Itália, da Espanha e de todo o mundo”.

Friedkin também compartilhou um tuíte de uma usuária identificada como Terese Little, que se declara católica e escreveu:

“Finalmente vi ‘The Devil and Father Amorth’. Ao assistir pela primeira vez, eu estava cética, mas agradeço que tenha mostrado este tema de maneira cordial e honesta. Rezo para que isto ilumine as pessoas a uma verdadeira luta sobrenatural”.

Em um comunicado divulgado em setembro de 2017 – quando o documentário foi apresentado no Festival de Cinema de Veneza – Friedkin assegurou que nunca deixou de fasciná-lo “a natureza do bem e do mal e a possibilidade de possessão demoníaca. A oportunidade de presenciar um verdadeiro exorcismo e filmá-lo veio quatro décadas depois de rodar ‘O Exorcista’ e completamente por acaso”.

De acordo com o crítico de cinema Robbie Collin, este documentário “é um epílogo que não é ficção, que não deixa de ser devastador e raro”, no qual “o demônio é quase um narrador: gritos repetidos de ‘Sou Satanás’, ‘Somos legião’, ‘Não, não, não!’, é mais ou menos o que nos mostra”.

Collin destacou que nem Friedkin nem o escritor do filme, William Peter Blatty, tinham presenciado um exorcismo de verdade.

Pe. Amorth, falecido em 16 de setembro de 2016, começou o seu trabalho de exorcista em 1985 e realizou dezenas de milhares de exorcismos. Ele fundou a Associação Internacional de Exorcistas em 1990 e foi seu presidente até que se aposentou aos 75 anos, em 2000.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/ja-esta-disponivel-em-netflix-documentario-o-diabo-e-o-padre-amorth-13101

Be Sociable, Share!

Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
Adicionar a favoritos link permanente.