Hoje é dia de santa Valentina, defensora da mulher cristã

Ao falar dos mártires da Palestina, Eusébio de Cesareia narra que no início do cristianismo o governador Firmiliano ordenou a tortura de um grande grupo de cristãos egípcios que haviam sido deportados para a Palestina.

A eles se juntaram alguns cristãos da região e um grupo de Gaza, que foram capturados enquanto celebravam a liturgia.

“Uma cristã, mulher segundo o corpo, mas viril por sua bravura e coragem, enfrentou o tirano por isso foi açoitada, submetida à tortura da roda e teve as costelas quebradas”, conta Eusébio. A ela foi dado o nome de Ennata, ou Thea, segundo algumas versões.

Enquanto Thea era torturada, outra mulher, chamada Valentina (a valente), não suportou o espetáculo atroz e correu até o governador para gritar com ele: “Por que você trata essa minha irmã com tanta crueldade? Você quer me torturar da mesma forma que a esta jovem?”

Eles imediatamente a empurraram para o altar para forçá-la a oferecer sacrifícios aos deuses pagãos, mas como ela chutou o braseiro, eles a jogaram e a queimaram com as brasas que foram espalhadas no chão.

Depois, ambas foram torturadas e queimadas vivas. Diz-se que Thea veio de Gaza, mas que Valentina era de Cesareia.

Era 25 de julho de 308 da nossa era.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticia/55708/hoje-e-dia-de-santa-valentina-defensora-da-mulher-crista

Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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