Coronavírus: Apelo do Papa Francisco em favor da dignidade da pessoa e do trabalho

De acordo com o site ACI, o Papa Francisco fez um apelo para que a atual crise de pandemia do coronavírus, Covid-19, coloque no centro da atenção das preocupações “a dignidade das pessoas e a dignidade do trabalho”.

Assim indicou o Santo Padre no final da Audiência Geral desta quarta-feira, 6 de maio, quando reconheceu ter recebido recentemente, por ocasião do dia primeiro de maio, Dia do Trabalho e festa de São José Operário, “várias mensagens sobre o mundo do trabalho e seus problemas”.

Em relação a essas mensagens, o Pontífice destacou em particular que “fiquei particularmente impressionado com aquele dos trabalhadores agrícolas, entre eles muitos migrantes, que trabalham nas regiões rurais da Itália” e alertou que “infelizmente, muitos são extremamente explorados”.

“É verdade que a crise atual afeta a todos, mas a dignidade das pessoas deve sempre ser respeitada. É por isso que uno a minha voz ao apelo desses trabalhadores e de todos os trabalhadores explorados”, assinalou o Santo Padre.

Por essa razão, o Papa Francisco rezou para que “esta crise nos dê a oportunidade de tornar a dignidade da pessoa e do trabalho o centro da nossa preocupação”.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/coronavirus-apelo-do-papa-francisco-em-favor-da-dignidade-da-pessoa-e-do-trabalho-87717

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Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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