Adiantam detalhes de como será a Missa do Papa pela Virgem de Guadalupe

Segundo o ACI (11/12/2018), no próximo dia 12 de dezembro, o Papa Francisco presidirá a Missa em honra à Virgem de Guadalupe na Basílica de São Pedro, uma celebração cujos detalhes foram adiantados pelo Secretário da Pontifícia Comissão para a América Latina (PCAL), Guzmán Carriquiry Lecour.

Em entrevista ao Grupo ACI, Carriquiry Lecour indicou que, junto ao Papa, no altar principal sobre o túmulo de São Pedro, concelebrarão quatro cardeais americanos: o canadense e presidente da PCAL, Cardeal Marc Ouellet; o brasileiro Cardeal João Braz de Aviz; o hondurenho Cardeal Óscar Rodríguez Maradiaga; e o salvadorenho Cardeal Gregorio Rosa Chávez.

Como já é tradição, a Missa será precedida pela oração do Santo Terço, mas depois será cantado o hino da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Panamá, que é dedicado à Virgem.

A celebração Eucarística será animada por cânticos do Pontifício Colégio Pio Latino-americano, que completa 160 anos de fundação e cujos representantes foram recebidos recentemente pelo Papa Francisco. Os cantos serão alternados com o coro da Capela Sistina.

Ao finalizar a Missa, será cantado o hino da Guadalupana, entoado pelo coro do Colégio Pio Latino-americano junto com um coro de crianças que vêm de um estado mexicano para festejar, como todos os anos, o Natal no Vaticano.

O Secretário da Pontifícia Comissão para a América Latina assegurou ao Grupo ACI que esperam “uma grande participação nesta importante festividade”, em primeiro lugar, dos latino-americanos que moram em Roma, leigos e religiosos. Mas, também haverá uma participação importante da Cúria Romana com vários cardeais que acompanham o Santo Padre nesta celebração.

“Esta já está se tornando uma tradição. O Papa Bento XVI começou esta tradição no último ano de seu Pontificado, quando aceitou presidir na Basílica de São Pedro a celebração Eucarística na festividade de Nossa Senhora de Guadalupe, em 12 de dezembro”, destacou Guzmán Carriquiry.

Nesse sentido, o Secretário deste dicastério vaticano recordou que Francisco, “o primeiro Papa latino-americano, não deixou de presidir esta cerimônia em cada ano de seu Pontificado e já faz cinco anos que a celebra”.

“A festividade de Nossa Senhora de Guadalupe é uma grande festa para todos os latino-americanos” e, embora cada um dos países tenha uma devoção mariana como padroeira, a Virgem do Tepeyac “é a devoção mais significativa e difundida”, porque, de alguma maneira, em todos os países é venerada em toda parte “como motivo de identidade, de fraternidade, de todos os latino-americanos”.

Além disso, recordou, a Virgem de Guadalupe também é Padroeira das Filipinas.

O Secretário da Pontifícia Comissão para a América Latina destacou que o Papa Francisco “tem uma profunda devoção à Virgem Santíssima” e recordou sua visita apostólica ao México, em fevereiro de 2016, “quando esteve em frente à Virgem, olhando os olhos de Nossa Senhora em um silencia que comoveu certamente todo o povo mexicano”.

Por fim, Guzmán Carriquiry mencionou também as viagens ao México de São João Paulo II, que, em todas as ocasiões, quis ir à Basílica da Virgem de Guadalupe. “Deixemo-nos olhar por Nossa Senhora de Guadalupe, que reflete a ternura de Deus para conosco”, convidou.

Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/adiantam-detalhes-de-como-sera-a-missa-do-papa-pela-virgem-de-guadalupe-79149

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Sobre Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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