“Verbum Domini” preenche déficit na vida do povo de Deus

Comentário do padre Federico Lombardi, porta-voz vaticano

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 12 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – A exortação apostólica Verbum Domini preenche um déficit criado na vida do povo de Deus, que corre o risco de perder o entusiasmo promovido pelo Concílio Vaticano II pela Palavra de Deus.

O padre Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, recorda – em editorial de Octava Dies – que a constituição Verbum Dei foi um dos documentos mais importantes do Concílio Vaticano II. 
Mas com o tempo, notou-se “um certo descuido, uma rotina”, com as consequências de um “genérico espiritualismo ou, pelo contrário, de áridos tecnicismos por parte dos especialistas”.
Padre Lombardi assinala que essa situação provocou “um déficit que se tinha de preencher na vida espiritual do povo de Deus”.
O porta-voz vaticano recolhe duas das propostas centrais do Papa: “ler e interpretar a Escritura com métodos oferecidos pela ciência, mas à luz da fé, para encontrar a Palavra de Deus, Jesus Cristo; e viver e praticar a escuta e o serviço da Palavra na vida cotidiana da Igreja, para ajudar os fiéis e toda humanidade a encontrar Deus através de Jesus Cristo”.
“Por este motivo, Bento XVI não só nos dá outro grande documento para estudar e assimilar: oferece-nos ajuda e exemplo.”

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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