Todo governo autoritário quer sua população dopada

Brasília, segunda-feira, 20 de agosto de 2012 (ZENIT) – Em entrevista a ZENIT, do dia 17 de agosto (pode-se ler clicando aqui), a Dra. Janaina Paschoal, advogada e professora livre docente de direito penal da USP, conversou sobre o Anteprojeto do Código Penal Brasileiro apresentado ao senado pela comissão de 15 juristas designada há meses para sua elaboração.

Numa das perguntas feitas, a Dra. Janaina explicou a complexidade do tema da aprovação do projeto que permite a produção e o porte de drogas para consumo próprio. Assim dizia: “As drogas são um tema mais complexo. Eu trabalhei muito na área de prevenção e acho que a legislação atual é melhor. Não vejo problema em retirar o usuário da esfera penal, mas temos que tomar cuidado para não ajudar a organizar o tráfico. Essa onda favorável à legalização das drogas é uma grande ilusão. Todo governo autoritário quer sua população dopada. Ademais, não há país no mundo, em que as drogas sejam totalmente legais.”

Dos dias 16 a 31 de Agosto está acontecendo uma enquete no Portal do Senado perguntando à população a sua opinião sobre o tema. Até o momento 14873 pessoas votaram: 88% a favor e 12% contra o projeto. Para votar à enquete, acesse o site: http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/codigo_penal.asp

Por Thácio Siqueira

Fonte: http://www.zenit.org/article-31086?l=portuguese

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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