Todo cuidado é pouco!

ideologia31848187Precisamos estar muito atentos ao que ouvimos e assistimos e buscar investigar a realidade dos fatos. Não podemos ser católicos “alienados”…

O amigo Padre José Eduardo, de Osasco – SP, grande defensor da família e da vida, denunciou uma trama sorrateira que vem fazendo ultimamente um canal de televisão, propagando ostensivamente a homossexualidade, com uma conotação emocional.

Padre José Eduardo colocou muito bem essa questão em seu perfil no facebook neste domingo (01/11/2015). Transcrevo aqui o seu texto:

“O Fantástico – o Show de Vida, pela terceira semana consecutiva apresenta uma matéria em que prognostica a desconstrução da família como um futuro viável para o nosso país. Segundo a reportagem, a tal “Geração Y”, criará um país “com mais liberdade de gênero, com a possibilidade de acreditar em Deus sem acreditar numa instituição, de famílias menores, talvez não tão rígidas em termos de estruturas”. Interessante é que, por outro lado, os próprios “progressistas” vivem reclamando da “ofensiva conservadora” por parte da juventude”.

O Programa citado pelo Pe. José Eduardo cita uma pesquisa, muito suspeita a crítica, em que diz que se concluiu que cerca de 33,8 % de rapazes e 22,4% de moças são homossexuais ou bissexuais. A Reportagem não indica em que condições essa pesquisa foi feita, que universo de jovens cobriu, etc. Ora, quem já estudou estatística sabe muito bem que um erro na coleta das amostras de uma pesquisa pode causar erros enormes no seu resultado. É muito fácil fazer uma “pesquisa” estatística com o objetivo de obter determinado resultado que se deseja, ao invés de se mostrar a realidade. Os dados desta pesquisa não batem com o de alguns Institutos famosos de pesquisa.

1 – De acordo com uma pesquisa do conceituado Instituto Gallup, os americanos pensavam que 25 por cento da população era homossexual, enquanto que aqueles com idade entre 18-29 anos apresentavam um número de cerca de 30 por cento. A realidade é que menos de 2 (dois) por cento da população é gay (ou seja, menos de uma em 50 pessoas), e muitos líderes gays sabem que isso é verdade. (Traduzido do artigo da revista Charisma: Gays Are 1 in 50, Not 1 in 4 )

2 – Outro dado: De acordo com o oficial “U.S. Centers for Disease Control”, os homossexuais constituem apenas 2% da população americana, mas só os de sexo masculino são responsáveis por 61% dos novos casos de infecção por HIV em todo o país. Desde 2006, a cada ano são registrados 50.000 novos casos, 27 % dos quais de homens entre 13 e 29 anos de idade. O estudo também revelou que pelo menos 20% dos homossexuais são portadores da doença mortal, sendo que a metade deles não sabe que já a contraiu.

Outros fatos mostram os riscos da prática homossexual.

O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher. O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de junho, que a sua pesquisa revela “diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados”. (WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 (ACI/EWTN Noticias) .-)

O francês Jean-Dominique Bunel, publicou no site italiano Tempi.it, o seguinte: “Não foi o tabu da homossexualidade a me dar sofrimento, mas ter pais do mesmo sexo”. Essas são as palavras dramáticas de quem cresceu com duas mulheres lésbicas e se opôs publicamente à lei do governo holandês sobre o casamento e adoção por pares homossexuais, porque viveu esta experiência.[2]naovosconformeis

São enormes os prejuízos da prática homossexual, vejamos alguns casos bem documentado pela imprensa.

1 – O Jornal O Globo (27/03/2008) noticiou que “o Ministério da Saúde lançou um programa para tentar reduzir a incidência da Aids entre jovens homossexuais – grupo no qual a doença tem avançado”. Em 1996, dos jovens de 13 a 24 anos com Aids, 24% eram homossexuais; em 2006, o percentual subiu para 41%. “.

2 – “Homossexualidade reduz mais anos de vida que hábito de fumar”. Recentes estudos demonstram que o hábito de fumar reduz a esperança de vida de uma pessoa entre 1 e 7 anos; enquanto que a conduta homossexual na Noruega e Dinamarca a diminui em até 24 anos. Assim afirmaram os doutores Paul e Kirk Cameron na convenção anual da “Eastern Psychological Association” (EPA). (www. acidigital.com. FILADELFIA, 11 Abr. 2007)

Pergunta o Dr. Paul Cameron, que pertence ao “Family Research Institute”: “Que justificação existe para condenar o hábito de fumar e aceitar a homossexualidade? Hoje, em todo mundo ocidental, as crianças no colégio aprendem que devem aceitar a homossexualidade e rechaçar o tabaco”.

Na Dinamarca, o país com a mais longa história quanto ao “matrimônio” homossexual se referem, entre 1990 e 2002, os homens heterossexuais casados morriam à idade média de 74 anos, enquanto que 561 casais de homossexuais homens “casados” morreram à idade média de 51 anos. Na Noruega, os heterossexuais casados morriam aos 77, em média; enquanto que os homossexuais morriam aos 52. No caso das mulheres a diferença é similar: casadas morriam em média aos 78, enquanto que as mulheres em união homossexual legalizada morriam aos 56.

“A consistência da redução na esperança de vida para quem vive a homossexualidade é significativa”, explica o Dr. Cameron. “O mesmo patrão de morte precoce pode ver se olharmos os obituários nos Estados Unidos. Dada a grande redução da esperança de vida nos homossexuais, as escolas deveriam advertir de maneira forte e consistentemente às crianças inclusive mais do que se faz com o tabaco. As escolas que estão introduzindo um curriculum pró-gay precisam voltar a pensar suas prioridades”, concluiu o especialista”.

Apesar do que foi mostrado acima, há uma pressão violenta sobre a sociedade para aceitar e aprovar a prática homossexual, de modo a ser taxado de atrasado e homofóbico quem não aceite entrar nesta onda. Já há cartórios que eliminaram as palavras “pai e mãe” nas certidões de nascimento, trocando por “genitor 1 e 2” [3].

Aos católicos cabe viver segundo a lei de Deus e os ensinamentos da Igreja. Ela nos ensina que a tendência homossexual não é pecado, mas que a prática homossexual é “depravação grave” (Catecismo, n.2357). Em nome de Deus, e em defesa da família por Ele constituída, temos de fazer frente a esta onda muito bem orquestrada e financiada. Jesus disse que aqueles que o negarem diante dos homens, Ele o negará diante dos anjos de Deus.

Prof. Felipe Aquino

[1] http://www.cdc.gov/nchhstp/newsroom/HIVIncidencePressRelease.html

Para mais informações, veja : www.cdc.gov/hiv. CDC analysis in the journal PLoS One: http://dx.plos.org/10.1371/journal.pone.0017502.

[2] http://www.aleteia.org/pt/religiao/noticias/criancas-criadas-por-pares-homossexuais-testemunho-de-sofrimento-5899136289210368.

[3]http://blogdotony.com.br/pt-quer-tirar-nome-do-pai-e-da-mae-das-certidoes/

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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