A humildade e a soberba

humildade

Uma das lições mais importantes que Jesus Cristo nos deixa no Evangelho é sobre a humildade. No Sermão da Montanha Jesus nos diz: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.” (Mt 5,3) Leia também: O maior tesouro A Prática da Humildade A humildade de coração Pobre … Continue Lendo

O cristão é um outro Cristo

bispo_macedo

Pela fé e pelos Sacramentos nos tornamos membros do Senhor.  “Neste corpo, a vida de Cristo se difunde através dos crentes que os sacramentos, de uma forma misteriosa e real, unem a Cristo sofredor e glorificado (LG 7). É por isso que todo batizado, todo cristão, é chamado a “conformar-se” … Continue Lendo

Qual é o destino do espírito daquele que é condenado ao inferno?

inferno1

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a “pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual” (CIC 362). Não há dúvida quanto ao significado de “corpo”. Já quanto à “alma” o Catecismo diz que ela “muitas vezes designa na Sagrada Escritura a … Continue Lendo

Quem eram os Cavaleiros Templários?

Eles, de fato, existiram?

Sim, eles existiram. Na verdade, a sociedade na Idade Média estava toda impregnada do espírito e da realidade dos cavaleiros. Efetivamente, a espiritualidade germãnica, França, celta, goda levou a civilização medieval o ideal do cavaleiro. Este aspirava a servir a Deus na bravura destemida, magnânima, e até mesmo na guerra (caso julgasse que a honra de Deus exigia a intervenção da espada). A espiritualidade do cavaleiro retratada nas canções e trovas da Idade Média era apta a suscitar façanhas heróicas em nome da fé.histigrejamediamenor

Mas deve-se lembrar que na ldade Média também os monges desenvolveram papel importante, professando, porém, uma espiritualidade assaz diversa do cavaleiro. Enquanto o cavaleiro procurava intensificar suas atividades no mundo, aspirando assim a unir-se a Deus e chegar à vida eterna, o monge se separava do mundo secular para penetrar diretamente em Deus e na contemplação. Enquanto o cavaleiro aplicava os instrumentos da sua profissão, isto é, as armas, para servir ao seu Senhor, o monge, professando pobreza e silêncio, recusava o recurso a tais expedientes.

Ora, os medievais haviam de conseguir fazer a síntese desses dois tipos de ideal cristão – o do cavaleiro e o do monge -, criando no século XII as chamadas “Ordens Militares”. Nestas o cavaleiro se consagrava a Deus para O servir com destemor e galhardia num quadro de pobreza, castidade e obediência. Referindo-se aos Templários, dizia São Bernardo (+1153):

“Não sei se os devo chamar monges ou cavaleiros; talvez seja necessário dar-lhes um e outro nome, pois eles unem, à brandura do monge a coragem do cavaleiro” (De laude nova emilidae (IV, 8).

Neste vídeo, o Prof. Felipe Aquino explica o contexto no qual apareceram e quem eram esses cavaleiros:

12 Pensamentos de São João Paulo II

papajoaopauloii

1. “Sem Jesus Cristo o homem permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável; pois só Jesus Cristo revela o homem ao próprio homem.” 2. “O homem de hoje parece estar sempre ameaçado por aquilo mesmo que produz com o trabalho de suas mãos e da … Continue Lendo