Dogmas Marianos: Parte 1

Para ser a Mãe do Salvador, a Virgem Maria “foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função” (LG, 56) Pela graça de Deus ela permaneceu pura de todo pecado (original e pessoal) ao longo de toda a sua vida (cf. CIC §493). O Catecismo da Igreja ensina que: … Continue Lendo

O que é a Comunhão dos Santos?

Primeiramente, é um dogma de fé. Nós o professamos no nosso Credo: Creio na Comunhão dos Santos. Leia também: Creio na Comunhão dos Santos Por que tem Maria um lugar tão distinto na comunhão dos santos? O Catecismo da Igreja Católica nos explica com bastantes detalhes esse assunto. Um desses ensinamentos … Continue Lendo

O Pecado Original, uma verdade de fé

O Catecismo da Igreja diz que “O pecado original é uma verdade essencial da fé” (§388); isto é, é dogma de fé. “O homem, tentado pelo Diabo, deixou morrer em seu coração a confiança em seu Criador e, abusando de sua liberdade, desobedeceu ao mandamento de Deus. Foi nisto que … Continue Lendo

8 coisas que precisa saber sobre a Imaculada Conceição

Segundo o ACI Digital, neste dia 8 de dezembro, a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição, doutrina de origem apostólica foi proclamado dogma pelo Papa Pio IX em 8 de dezembro de 1854, com a bula “Ineffabilis Deus”. Para entender melhor este dogma, apresentamos a seguir oito coisas que … Continue Lendo

Quem proclamou o dogma da Imaculada Conceição de Maria?

O Dogma da Imaculada Conceição estabelece que Maria foi concebida sem mancha de pecado original, foi proclamado pelo Papa Pio IX, no dia 8 de dezembro de 1854, na Bula Ineffabilis Deus: Leia também: 8/12 – Imaculada Conceição de Nossa Senhora O que Pio IX sentiu quando proclamou o dogma da … Continue Lendo

Dica de leitura: “O Pecado Original – O que a Igreja ensina”

Este livro traz o que a Igreja nos ensina sobre o dogma do Pecado Original.

A sua compreensão é algo tão fundamental que o Papa Bento XVI disse certa vez que: “A incapacidade de compreender e apresentar o ‘pecado original’ é realmente um dos problemas mais graves da teologia e da pastoral atuais”.

Confira, neste vídeo, o que diz o Prof. Felipe Aquino: