Sacerdote é libertado na China após quatro meses

Hebei (Quarta-feira, 10-08-2011, Gaudium Press) A Igreja Católica recebeu uma boa notícia esta semana vinda da China. Após passar quatro meses na prisão, o Padre Joseph Chen Hailong, da Igreja Católica “subterrânea”, finalmente, foi libertado. O sacerdote chinês, da diocese de Xuanhua, foi detido por se recusar a se unir à Igreja Patriótica, que é submetida ao governo comunista do país

Segundo informações da Catholic Culture.org, Padre Joseph ficou confinado em uma solitária por dois meses, privado de comida e sono, pagando por sua resistência à Igreja Católica da China. O paradeiro do sacerdote ficou desconhecido por todo esse tempo, sabendo-se apenas que ele se encontrava preso. Até o momento, não se sabe ainda onde Padre Joseph ficou detido.

Apesar da soltura do sacerdotes, as prisões de padres da Igreja Católica “subterrânea” continuam. No último dia 3 de agosto, mais quatro sacerdotes da Diocese de Heze foram detidos por conduzirem um retiro espiritual do clero “subterrâneo”. Conforme a Catholic Culture.org, os padres ficaram sem comida e água por dois dias e foram pressionados a se alistarem na Igreja Patriótica.

Católicos locais fizeram um apelo ao Vaticano e a fiéis de outros países para que pressionassem as autoridades chinesas a libertar os quatro sacerdotes, que até o momento continuam presos.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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