Programa Escola da Fé: Como a Bíblia foi escrita?

“Depois de ter falado em muitas ocasiões e de diversos modos pelos Profetas, ultimamente, nesta etapa final, Deus nos falou por seu Filho” (Heb 1, 1-2).
 “A economia cristã, pois, em sua qualidade de aliança nova e definitiva, jamais passará, e não há que esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo” (cf. I Tim 6, 14; Tt 2, 13). (Dei Verbum, 4)

 “Para que o Evangelho sempre se conservasse inalterado e vivo na Igreja, os Apóstolos deixaram como sucessores os Bispos, a eles transmitindo o seu próprio encargo de Magistério.Portanto, esta Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura de ambos os Testamentos são como o espelho em que a Igreja peregrinante na terra contempla a Deus, de quem tudo recebe, até que chegue a vê-lo face a face como é (I Jo 3, 2)”. (DV, 7)

 “Assim, a pregação apostólica, expressa de modo especial nos livros inspirados, devia conservar-se sem interrupção até a consumação dos tempos.

Por isto os Apóstolos, transmitindo aquilo que eles próprios receberam (cf. I Cor 11, 23; 15, 3), exortam os fiéis a manter as tradições que aprenderam seja oralmente, seja por carta (cf. II Tes 2, 15) e a combater pela fé uma vez transmitida aos santos (cf. Jdr 3).(DV,8)

“Esta Tradição, oriunda dos Apóstolos, progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo. Cresce, com efeito, a compreensão tanto das realidades como das palavras transmitidas, seja pela contemplação e estudo dos que crêem(cf. Lc 2, 19.5 1)…, seja pela pregação daqueles que com a sucessão do episcopado receberam o carisma autêntico da verdade. É que a Igreja, no decorrer dos séculos, tende continuamente para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nelas as palavras de Deus.” (DV 8)

 “Pela mesma Tradição toma-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos Livros Sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nela cada vez melhor compreendidas e se fazem sem cessar atuantes. E assim o Deus, que outrora falou, mantém um permanente diálogo com a esposa de seu dileto Filho, e o Espírito Santo, pelo qual a voz viva do Evangelho ressoa na Igreja e através da Igreja no mundo, leva os fiéis à verdade toda e faz habitar neles abundantemente
a palavra de Cristo (cf. Col 3, 16).” (DV 8)

“A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura estão, portanto, estreitamente conexas e interpenetradas. Ambas promanam da mesma fonte divina, formam de certo modo um só todo e tendem para o mesmo fim.

Com efeito, a Sagrada Escritura é a fala de Deus enquanto é redigida sob a moção do Espírito Santo; a Sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos. Para que, sob a luz do Espírito de verdade, eles em sua pregação fielmente a conservem, exponham e difundam.

Resulta, assim, que não é através da Escritura apenas que a Igreja consegue sua certeza a respeito de tudo que foi revelado.  Por isso, ambas – Escritura e Tradição – devem ser recebidas e veneradas com igual sentimento de piedade e reverência.” (DV 9)

Relação da Tradição e da Bíblia com a Igreja e o Magistério  “A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem um só sagrado depósito da palavra de Deus confiado à Igreja.” (DV 9).

“O ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja,  cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo.” (DV 10)

“Fica, portanto, claro que segundo o sapientíssimo plano divino a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal maneira entrelaçados e unidos que um perde sua consistência sem os outros e que, juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas.” (DV 10)

“Que os quatro Evangelhos têm origem apostólica, a Igreja sempre e em toda parte o ensinou e ensina. Pois, aquilo que os Apóstolos pregaram por ordem de Cristo, eles próprios e os varões apostólicos sob a inspiração do Espírito Santo no-lo transmitiram em escritos que são o fundamento da fé, a saber, o quadriforme Evangelho – segundo Mateus, Marcos, Lucas e João.” (DV 18)

Índole histórica dos Evangelhos  “A Santa Mãe Igreja firme e constantemente creu e crê que os quatro mencionados Evangelhos, cuja historicidade afirma sem hesitação, transmitem fielmente aquilo que Jesus, Filho de Deus, ao viver entre os homens, realmente fez e ensinou para salvação deles, até o dia em que foi elevado (cf. At 1, l-2).

Os Apóstolos… transmitiram aos ouvintes aquilo que ele dissera e fizera, com aquela mais plena compreensão de que gozavam, … Pela luz do Espírito da verdade.” (DV 19).

Como a Bíblia foi escrita

Os livros da Bíblia foram escritos em três línguas muito antigas: o hebraico (todos os livros protocanônicos do AT), aramaico (Ev. Mateus); grego (livros do NT).  O hebraico era escrito sem vogais até o século VII dC. Somente nos séculos VII a X dC, os rabinos judeus fizeram a vocalização do texto hebraico introduzindo as vogais (texto massorético). Os escritores antigos não dividiam o texto sagrado em capítulos e versículos.

Os cristãos é que o fizeram para fazer as citações e para a Liturgia.
Eusébio de Cesaréia (+340) dividiu os Evangelhos em 1162 capítulos.
Na idade média, o arcebispo Estêvão Langton,de Cantuária (+1228), distribuiu o texto latino do AT e do NT em capítulos.
Esta divisão foi introduzida no texto hebraico do AT e no texto grego dos LXX e do NT e está em uso até hoje.
 A divisão dos capítulos e versículos como temos hoje é do século XVI.
Santes Pagnino de Lucca (+1554) dividiu o AT e o NT em versículos numerados.
Roberto Estêvão, tipógrafo francês, refez a distribuição do NT em 1551.
“Como os Evangelhos e os outros escritos apostólicos foram sendo pouco a pouco considerados como escritura, foi mister distingui-los pelo nome de “O Novo Testamento”, expressão que começou a empregar-se no princípio do terceiro século, quando Orígenes (184-254) fala das “Divinas Escrituras”, que são o Velho e Novo Testamento”. 
(História, Doutrina e Interpretação da Bíblia. São Paulo.1951, p.3)

“As coisas divinamente reveladas, que se encerram por escrito nas Sagradas Escrituras e nesta se nos oferecem, foram consignadas sob influxo do Espírito Santo. Pois a Santa Mãe Igreja, segundo a fé apostólica tem como sagrados e canônicos os livros completos tanto do Antigo como do Novo Testamento, com todas as suas partes, por que, escritos sob a inspiração do Espírito Santo (cf. Jo 20,31; II Tim 3,16; II Ped 1,19-21; 3,15-16), eles tem em Deus o seu autor e nesta sua qualidade foram confiados a Igreja”. (Dei Verbum 11).

Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Bíblicas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.
Sem a ação Divina através da Igreja, não teríamos como saber quais seriam os livros da Bíblia e nem o texto original teria resistido incorruptível ao longo dos séculos. Alguns Padres da Igreja denotam certas dúvidas nos seus escritos, por exemplo, Atanásio (373), Cirilo de Jerusalém (386), Gregório Nazianzeno (389), enquanto outros mantiveram como inspirados também os deutero-canônicos, por exemplo, Basílio (379), Santo Agostinho (430), Leão Magno (461). A partir do ano 393 diferentes concílios, primeiro regionais e logo ecumênicos, foram fazendo precisões à lista dos Livros “canônicos” para a Igreja. (Como a Bíblia foi escrita. A.C.I. Digital. 2004).

O Fragmento Muratoriano ou Cânon de Muratori -É o mais antigo documento sobre o Cânon do Novo Testamento, escrito por volta do ano 150 d.C.
Uma cópia do original, datada do século VIII, foi descoberta pelo padre Italiano Ludovico Antônio Muratori em 1740 na Livraria Ambrosiana, em Milão.

Fala do Papa Pio I, (bispo de Roma de 143 a 155 d.C.) irmão de Hermas, como se fosse contemporâneo. O fragmento traduzido do grego começa por Lucas como “terceiro Evangelho”, e cita todos os livros do Novo Testamento, com exceção das cartas: Hebreus, Tiago, I e II Pedro e II e III de João.
Livros Apócrifos – não canônicos

 A. Referentes ao Antigo Testamento – 36
Pe. Caetano Minette, editor da RBB (Revista Bíblica Brasileira, CP 1577 – Fortaleza, CE, CEP: 60001-970), traduziu e publicou os apócrifos referentes ao Antigo Testamento, seguintes:
Jubileus
A Vida de Adão e Eva 1 Henoque
2 Henoque
Apocalipse de Abraão
Testamento de Abraão
Testamento de Isaac
 Testamento de Jacó
 Escada de Jacó
 José e Asenet Testamento dos Doze Patriarcas
 Assunção de Moisés
 Testamento de Jó
 Salmos de Salomão
 Odes de Salomão
 Testamento de Salomão
 Apocalipse de Elias
 Ascensão de Isaías
 Paralipômenos de Jeremias
 Apocalípse Siríaco de Baruc
 Apocalipse de Sofonias
 Apocalipse de Esdras
 Apocalipse de Sedrac 3 Esdras
 4 Esdras
Sibilinos
Pseudo-Filon
3 Macabeus
4 Macabeus
Salmos 151-155
Oração de Manassés
Carta de Aristeu
As Dezoito Bênçãos
Ahigar
Vida dos Profetas
Recabitas B. Referentes ao Novo Testamento
Evangelhos
Evangelho segundo os  Hebreus (gnóstico) –
fim do séc I.
Proto – Evangelho de Tiago (História do
nascimento de Maria).
Evangelho do Pseudo Tomé.
O Evangelho de Pedro (docetismo) – meados
do séc II.
O Evangelho de Nicodemos. Evangelho dos Ebionitas ou dos Doze
Apóstolos- meados do séc II.
Evangelho segundo os Egipcíos – meados do
sécII.
Evangelho de André – séc II/III
Evangelho de Filipe – séc II/III
Evangelho de Bartolomeu – séc II/III
Evangelho de Barnabé – séc II/III Atos
Atos de Pedro
Atos de Paulo
Atos de André
Atos de João
Atos de Tomé
Atos de Felipe
Atos de Tadeu Outros Assuntos
O drama de Pilatos
A morte e Assunção de Maria
A Paixão de Jesus
Descida de Jesus aos Infernos
Declaração de José de Arimatéia
História de José o carpinteiro Epístolas
Epístolas de Barnabé
Terceira Epistola aos Coríntios – séc II dC
Epístola aos Laodicenses – fim do séc II dC
Carta dos Apóstolos – 180 dC
Correspondência entre Sêneca  e São Paulo – séc IV dC
Apocalípses
Apocalipse de Pedro – meados do século II
Apocalipse de Paulo – 380 dC
Sibila Cristã – século III Conhecemos  5236 manuscritos do texto original grego do Novo Testamento, comprovados como autênticos pelos especialistas.
Estão assim distribuídos: 81 papiros; 266 códices maiúsculos; 2754 códices minúsculos e 2135 lecionários.
a) Os papiros são os mais antigos testemunhos o texto do Novo Testamento.
Estão assim distribuídos pelo mundo:
Número  Conteúdo   Local    Data (Séc.)

 p1     Evangelhos      Filadélfia (USA)       III
 p2     Evangelhos      Florença                   VI
 p3     Evangelhos      Viena (Áustria)      VI/VII
 p4     Evangelhos      Paris                          III
 p5     Evangelhos      Londres                     III
 p6     Evangelhos      Estrasburgo              IV
 p7     Atos                  Berlim                        IV  
Acham-se ainda em Leningrado (p11, p68), no Cairo (p15, p16), em Oxford (p19), em Cambridge (p27), em Heidelberg (p40), em Nova York (p59, p60, p61), em Gênova (p72, p74, p75),… Desses papiros alguns são do ano 200;
É do ano 200, aproximadamente, o papiro 67, guardado em Barcelona.
O mais antigo de todos é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra) sob a sigla P. Ryl. Gk. 457; do ano 120 aproximadamente, e contém os versículos de Jo18,31-33.37.38.  b) Os códices unciais escritos em caracteres maiúsculos (unciais). :
Códice         Conteúdo                            Local          Data (Séc.)
Aleph 01 –    Sinaítico N.T.                       Londres               IV
A 02             Alexandrino N.T.                  Londres                V
B 03 –           Vaticano N.T.                       Roma                   IV
C 04   –         Efrém N.T.                           Paris                     V
D 05  –          Beza Evangelhos- Atos    Cambridge           VI
D 06 –           Claromontano                    S. Paulo Paris      VI

Há mais de 200 códices unciais, espalhados por Moscou (K 018; V 031; 036); Utrecht (F 09); Leningrado (P 025); Washington (W 032); Monte Athos (H 015; 044); São Galo (037) …O estudo dos manuscritos do Novo Testamento não dependem de concessão do Vaticano, pela simples razão que a sua maioria não está em posse da Igreja.  Só há um código datado do século IV, no Vaticano. As pequenas variações encontradas nessas cinco mil cópias são meramente gramaticais  ou sintáticas e que não alteram o seu conteúdo.

Os estudiosos, estudando este grande número de manuscritos antigos, concluem
que é possível reconstruir a face autêntica original do Novo Testamento, que é o que hoje usamos.
Escritor   Época Tempo decorrido
Virgílio  19 aC 350 anos
Tito Lívio  17 dC 500 anos
Horácio  8 aC 900 anos
Júlio César  44 aC 900 anos
Córnélio Nepos  32 aC 1 200 anos
Platão  347 aC 1 300 anos
Tucídides  395 aC 1 300 anos
Eurípedes  407 aC 1 600 anos Descobertas de Qunram:
Gruta 7 – só papiros – em grego:
1972  – o papirólogo espanhol José
O’Callaghan
(Papiros neotestamentarios en la cueva 7 de
Qumram? em “Bíblica” 53 (1972) pp. 91-100):
7Q4 = 1 Timóteo 3, 16; 4, 1-3;
7Q5 = Marcos 6, 52-53;
7Q6= Marcos 4, 28;
7Q6= Atos dos Apóstolos 27,38; 7Q7 = Marcos 12,17
7Q8 = Tiago 1, 23-24;
7Q9 = Romanos 5, 11-12;
7Q10= 2 Pedro 1, 15;
7Q15= Marcos 6, 48.
(Fonte:  “Pergunte e  Responderemos”,  Nº 288 – Ano : 1986 – pág. 194) Evangelho de Mateus – No ano 130 o Bispo Pápias, de Hierápolis na Frígia, região da Ásia Menor, que foi uma das primeiras a ser evangelizada pelos Apóstolos, fala do Evangelho de São Mateus:
“Mateus, por sua parte, pôs em ordem os dizeres na língua hebraica, e cada um depois os traduziu como pode” (Eusébio,  História da Igreja III, 39,16). Santo Irineu (+200): “Mateus compôs o Evangelho para os hebreus na sua língua, enquanto Pedro e Paulo em Roma pregavam o Evangelho e fundavam a Igreja.” (Adv. Haereses II, 1,1).
Evangelho de São Marcos – Bispo de Hierápolis, Pápias (+130) dá o primeiro testemunho do Evangelho de Marcos, conforme escreve Eusébio: “Marcos, intérprete de Pedro, escreveu com exatidão, mas sem ordem, tudo aquilo que recordava das palavras e das ações do Senhor; não tinha ouvido nem seguido o Senhor, mas, mais tarde…., Pedro. Ora, como Pedro ensinava, adaptando-se às várias necessidades dos ouvintes, sem se preocupar em oferecer composição ordenada das sentenças do Senhor, Marcos não nos enganou escrevendo conforme recordava; tinha somente esta preocupação, nada negligenciar do que tinha ouvido, e nada dizer de falso” (Eusébio, História da Igreja, III, 39,15).

Evangelho de São Lucas – O Prólogo do Evangelho de S. Lucas, usado comumente no século II: “Lucas foi sírio de Antioquia, de profissão médica, discípulos dos apóstolos, mais tarde seguiu Paulo até a confissão (martírio) deste, servindo irrepreensivelmente o Senhor.

Nunca teve esposa nem filhos; com oitenta e quatro anos morreu na Bitínia, cheio do Espírito Santo. Já tendo sido escritos os evangelhos de Mateus, na Bitínia, e de Marcos, na Itália, impelido pelo Espírito Santo, redigiu este Evangelho nas regiões da Acaia, dando a saber logo no início que os outros Evangelhos já haviam sido escritos.”

Evangelho de São João – Santo Ireneu (+202) dá o seu testemunho: “Enfim, João, o discípulo do Senhor, o mesmo que reclinou sobre o seu peito, publicou também o Evangelho quando de sua estadia em Éfeso. Ora, todos esses homens legaram a seguinte doutrina: …
Quem não lhes dá assentimento despreza os que tiveram parte com o Senhor, despreza o próprio Senhor, despreza enfim o Pai; e assim se condena a si mesmo, pois resiste e se opõe à sua salvação – e é o que fazem todos os hereges”. (Contra as heresias)

Os evangelhos e a crítica racionalista

Empregando os “métodos das citações”, “das traduções”, “o método polêmico”, e outros,
tentando desmascarar a “farsa” dos Evangelhos.
Renan,  racionalista da França, na sua obra “Vie de Jesus”:
“Em suma, admito como autênticos os quatro Evangelhos canônicos”.
Harnack, racionalista alemão,  foi obrigado a afirmar:
“O caráter absolutamente único dos Evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica” (Jesus Cristo é Deus + José Antonio de Laburu, ed. Loyola, pág. 55). Streeter, grande crítico inglês :
“Os  Evangelhos são, pela análise crítica, os que detém  a mais  privilegiada posição que
existe”( idem).
Hort e Westcott, os mais exigentes críticos do século XIX  foram obrigados a afirmar: “As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma.
A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras  ou  em  variantes sem significação.  De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto” (idem pág. 56).
“Trabalhamos  50  anos  febrilmente para extrair pedras  da  cantaria que sirvam de pedestal à Igreja Católica+” (ibidem).
Santa Teresinha, doutora da Igreja, dizia: ” É acima de tudo o Evangelho que me ocupa durante as minhas orações; nele encontro tudo que me é necessário para a minha pobre alma. Descubro nele sempre novas luzes, sentidos escondidos e misteriosos”.
1 – A Igreja Católica e a Bíblia
 “Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120).
A Bíblia não define o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o índice dela.
Santo Agostinho: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”(CIC,119). Bíblia católica é diferente da protestante
66 livros – Reforma Protestante  rejeitou os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14.

No ano 100 o Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes):
(1) deveria ter sido escrito na Terra Santa;
(2) escrito em hebraico, nem aramaico e nem grego;
(3) escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);
(4) sem contradição com a Torá ou lei de Moisés. A Bíblia que a Igreja sempre usou:
Versão dos Setenta: Alexandria – 200 anos antes de Cristo, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram.
Havia no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX).
Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia.  Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta. Os Padres da Igreja (Patrística) usaram a  Versão dos Setenta: São Clemente de Roma, Papa, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes. Pastor de Hermas, no ano 140, fez amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus.

Santo Hipólito (?234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.
Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870). A Vulgata O Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S. Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da
Bíblia. São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje.
A Origem do Pentateuco
(Gen, Ex, Num, Lev, Dt)
Os textos da Bíblia começaram a ser escritos desde os tempos anteriores a Moisés (1200 aC).
A partir de Salomão (972-932), nas cortes dos reis de Judá e Samaria (reino cismático desde 930 aC) escritores zelavam pelas tradições de Israel, eram os escribas e sacerdotes.
Surgiram quatro coleções de narrativas históricas que deram origem ao Pentateuco (5 primeiros livros): 
1.  Coleção ou código Javista (J), onde predomina o nome Javé. Tem estilo simbolista, dramático e vivo. Teve origem no reino de Judá com Salomão (972-932).
2. O código Eloista (E), predomina o nome Elohim (=Deus). Foi redigido entre 850 e 750 aC, no reino cismático da Samaria.
Com a queda de Samaria, em 722  o código E foi  levado para o reino de Judá, onde ouve a fusão com o código J, dando origem a um código JE.
3. O código (D) – Deuteronômio (= repetição da Lei). Acredita-se que teve origem nos santuários do reino cismático da Samaria (Siquém, Betel, Dã,…)
Após a queda da Samaria (722) este código deve ter sido levado para o reino de Judá, e tudo indica que tenha ficado guardado no Templo até o reinado de Josias (640-609 aC), como se vê em 2Rs 22.
O código D sofreu modificações e a sua redação final é do século V aC, quando foi anexado à Torá. No Deuteronômio se observa cinco “deuteronômios” (repetição da lei).
4. O código Sacerdotal (P)  provavelmente os sacerdotes judeus durante o exílio da Babilônia (587-537aC) tenham redigido as tradições de Israel para animar o povo no exílio.
 
O código P enfatiza o Templo, a Arca, o Tabernáculo, o ritual, a Aliança.
Tudo indica que no século V aC, um sacerdote, talvez Esdras, tenha fundido os códigos JE  e P, colocando como apêndice o código D, formando assim o Pentateuco ou a Torá, como a temos hoje.

A História do povo judeu
1- Caldeia (Iraque), 4000 anos antes de Cristo (aC).
Egito – outra grande civilização
Entre a Caldéia e o Egito havia pequenos reinos, como a Síria e Canaã (Palestina).
Já havia o Código do rei Hamurabi, por volta do ano 1800 aC.

2 –  Abrão, depois Abraão (Gen 17,1s). 
Deus o chamou para uma terra distante, tirando-o do meio dos pagãos que adoravam muitos deuses, para formar o “seu” povo.
3 – Abraão deixa a cidade de Ur na Caldéia, e vem para a terra prometida por Deus, a Palestina, hoje Israel.
Ali o povo de Abraão viveu muitos anos.
4 – De Abraão com Sara nasceu Isaac;
de Isaac com Rebeca nasceu Jacó,  de Jacó e Raquel nasceram os 12 filhos que se tornaram depois a doze tribos de Israel (Rubem, Simão, Levi, Judá, Issacar, Zabulon, José,  Benjamim, Dã, Neftali, Gad e Aser).
Davi era descendente de Judá, a profetisa Ana era da tribo de Aser. 5 – No tempo de Jacó na Palestina, grande fome; o povo judeu foi para o Egito, por volta do ano 1600 aC. 
6 – José se tornou  governador do Egito.
Jacó pode vir para a região do delta do rio Nilo,
a mais próspera do Egito; ali o povo judeu ficou
cerca de 400 anos, até 1200 aC.
7 – Deus libertou o seu povo daquela escravidão através de Moisés (Êxodo), por volta do ano
1200 aC.; celebrou com o povo, através de Moisés, no monte Sinai, uma Aliança.  O sinal desta Aliança foram as tábuas da Lei.
O sinal da presença de Deus era a Arca da Aliança, dentro da qual estavam as tábuas da Lei.
8 – Depois de caminhar 40 anos no deserto o povo chegou a Canaã, a Terra Prometida.
9 – Israel conquistou a Palestina (Canaã, cananeus), por volta do ano 1200 aC., atravessando o rio Jordão, sob o comando de Josué que sucedeu a Moisés.
10 – Muitas lutas contra os antigos povos dessa região, e Israel ocupou Canaã.
Foi o período dos Juízes, que vieram após Josué e duraram cerca de 200 anos, até cerca do ano 1000 aC.  Os juízes mais importantes foram Débora, Baraque, Jefté e Sansão.
11 – O último juiz, também profeta, Samuel, depois de alguma resistência, por ordem de Deus, sagrou o primeiro rei de Israel, Saul, por volta do ano 1000 aC.  12 – Saul – rei pequeno e local,  coube a Davi firmar o poder real, primeiro sobre a tribo de Judá, e depois sobre as demais tribos.  Davi reinou 40 anos em Israel.  Deus prometeu através do profeta Natan que um dos seus descendentes seria o “Rei eterno” (2Sm 7, 1-17).
“Tua casa e teu reino estão estabelecidos para sempre diante de mim, e o teu trono está firme para sempre.”
Davi foi  sucedido por seu filho Salomão, no ano 970 aC.

13 – Salomão construiu o Templo de Jerusalém.
O filho de Salomão, Roboão  sucedeu-lhe depois de 40 anos;
930 – Divisão das doze tribos de Israel (Cisma) e o reino se dividiu em duas partes: as 10 tribos
do Norte (Samaria )separaram-se das tribos do Sul, Judá e Benjamim (Jerusalém).
Foi o tempo dos profetas Elias (850 aC) e Eliseu 14 – Os profetas Isaías (primeira parte) e Miqueias (725 aC) atuaram junto às tribos de Judá, Elias, Eliseu, Amós, Oseias (750), atuaram junto ao reino do norte.

15 – O reino do norte teve duração de aprox. 200 anos;
722 aC –  rei da Assíria, Sargão II
conquistou a Samaria – levou o povo, das tribos do norte, cativo para a Assíria. 
16 – Gente da Mesopotâmia e da Síria foi trazida para a Samaria e se misturaram com os  que ainda ali ficaram.
Por isso é que os judeus eram inimigos dos Samaritanos, pois os julgavam pagãos.
17 – 598 aC –  rei Nabucodonosor, da Babilônia, que já tinha subjugado a Assíria no ano 612 aC, ocupou  Jerusalém, e fez da Judéia um estado vassalo (dependente) e levou parte da  população para a Babilônia. 
18 – Nabucodonosor deixou em Jerusalém, como vice-rei, Sedecias, que se rebelou.
Nabucodonosor tomou novamente Jerusalém e a incendiou em 589 aC.  No tempo do exílio atuaram os profetas Ezequiel  e Abdias. É desta época a segunda parte do livro de
Isaías.   19 – 722 aC até 587 aC. –  queda de Judá atuaram em Judá os profetas Jeremias, Sofonias, Naum, Habacuc e Ezequiel.
Ezequiel, em 593 aC, atuou no exílio, antes da segunda deportação que ocorreu em 587 aC.

20 –  538 aC, o rei da Pérsia, Ciro, tomou a Babilônia, e assinou um Edito autorizando os judeus a voltarem para Jerusalém sob os cuidados de Zorobabel.  Os que voltaram do exílio foram mau recebidos pelos que estavam na Judéia,  foi difícil a reconstrução das muralhas da cidade e do Templo profanado e destruído.
Foi um período sem reis, em que o povo procurou organizar-se como uma comunidade religiosa.
21 – Após o exílio atuaram o governador Neemias e o sacerdote Esdras que tiveram um papel muito importante na vida de Israel.
22 – Graças à ação dos profetas, Israel, povo pequeno e sem expressão, se  tornou fiel a Deus, mesmo no exílio.
Os profetas foram os primeiros personagens a revelar o rumo e o sentido da História, apontando para o Messias.
Souberam mostrar a Israel que ele  devia ser “sacerdócio régio, nação santa, povo escolhido”.  23 – No ano de 338 aC a Palestina  foi conquistada por Alexandre Magno (336-323 a.C.)  rei da Macedônia, que venceu os persas em 331 aC, que dominavam a Palestina no tempo da volta do exílio.
Alexandre teve vida curta (?323 aC) e seus generais e as suas dinastias passaram a governar os territórios que ele deixou, dividindo entre eles o grande império grego. Após a morte do imperador, a Palestina ficou sob os egípcios (dinastia dos Ptolomeus) até  o ano de 200 a.C.  24 – Ptolomeu I Lago ficou com o Egito e, a partir de 295 aC com a terra de Judá.
O domínio desta família se estendeu até o ano 198 aC, sem incômodos religiosos para Israel, exceto no reinado de Ptolomeu IV, de 221 a 203 aC.  25 – Em 198 aC, Antíoco III, que reinava na Síria,  venceu Ptolomeu IV na batalha de Panion, e  a dominou a Palestina.
Antíoco III e seu sucessor Seleuco IV (187 – 175), deixaram os judeus em paz religiosa até o último ano do seu reinado quando tentou depredar o Templo de Jerusalém (2 Mac 3, 1-40).  26 – O rei seguinte, Antíoco IV Epífanes (175-163), ocupou Jerusalém e quis impor aos judeus costumes pagãos (a helenização), com anfiteatros, estádios esportivos, consumo de carne de porco, etc..
Antíoco IV Epífanes profanou o Templo ao construir nele um altar ao deus Zeus (Júpiter).
27 – O sacerdote Matatias levantou-se como chefe de guerrilha e guerra santa contra os
sírios, com os seus filhos João, Simão, Judas, Eleazar e Jônatas (1Mac 2, 1-4) Época da revolta dos Macabeus; liderados por Judas Macabeu (166-160 aC), Jônatas (160-142 aC) e Simão (142-134 aC), vitoriosos.
Judéia viveu 130 anos de independência, o que aconteceu poucas vezes.
28 – É desta época (160 aC) uma espécie de ordem monástica chamada “filhos da luz”, ou Essênios, que viveram fora do mundo, no deserto. Por volta do ano 140 aC, o seu chefe, que chamavam de “Mestre da Justiça”, fundou uma colônia às margens do mar Morto, em Qumran.
Era uma grande comunidade com cerca de 4000 pessoas, aguardavam ansiosamente a chegada do Messias e estavam certos de que no dia do juízo, todos morreriam, menos eles.
Em 67 a.C. – Gen. Pompeu romano  invadiu a Palestina e impôs o jugo aos judeus, até que o povo de Israel foi expulso da sua terra em 70 d.C.
70 dC – Gen. Tito – queda e ruína de Jerusalém revoltada.  29 – Em 1947 foram descobertos os documentos que esses monges esconderam quando Israel foi arrasado pelo general romano Tito em 70 dC.  Os essênios desapareceram após a guerra da Judeia com Roma (66-70 dC).
30 – Sob o domínio dos romanos, reinou de 63-40 aC, Hircano II, filho de Alexandre Janeu;
Em 40aC os Partos invadiram a Judéia.  De 37 – 4 aC, Herodes o Grande reinou na Judeia. Os judeus puderam reconstruir os muros de Jerusalém, arrasados por Pompeu em 67 aC.  31 – No ano de 40 aC  o Senado romano deu o título de rei da Judeia ao príncipe idumeu  Herodes o Grande, protegido de Cesar.  Morreu no ano 4 aC. Não confundir com Herodes Ântipas (o “tetrarca Herodes”), seu filho, que mandou degolar João Batista por volta do ano 30 dC.
Herodes mandou matar sua esposa Mariana, a quem “muito amava”, e os filhos Antípatro, Aristóbulo e Alexandre.
Sobraram Antipas, Filipe e Arquelau.  Arquelau tornou-se mais tarde etnarca da Judeia por dez anos (4 aC – 6 dC), por Cesar Augusto, Herodes Ântipas tetrarca da Galiléia e da Peréia (terras a leste do Jordão) (4aC – 39dC).
32 – Filipe tornou-se governador de três regiões: entre elas a Cesaréia de Filipe, citada em Mt 16, 16s.
Herodes Agripa I sucedeu a Herodes Ântipasna tetrarquia da Galiléia de Peréia, nomeado pelo Imperador romano.
Os Herodes eram educados em Roma.   
33 – No tempo de Jesus, dos quatro milhões de judeus, cerca de três milhões viviam em terras estrangeiras. Diáspora.
Esses judeus, fora da Palestina, traduziram a bíblia para o grego, especialmente em Alexandria no Egito, se falava o grego em todo o território dos romanos.
34 – Com a queda do brutal Arquelau em 6 dC, a Judéia foi transformada por Cesar Augusto em província romana com um procurador romano a governá-los nos anos 6 a 41 dC. 35 – O procurador romano nomeava o Sumo Sacerdote dos judeus, que era o chefe do Sinédrio.
O quinto procurador romano da Judéia foi Pôncio Pilatos (27-37dC) nomeado por Tibério.
Do ano 37 a 44 dC,  a Judéia e a Samaria foram governadas por Herodes Agripa I, sobrinho de Herodes Ântipas (o “tetrarca Herodes”).
Foi Agripa quem perseguiu os cristãos, matou o apóstolo Tiago maior, e prendeu Pedro (At 12, 1-23).  36 – Jesus nasceu antes do ano 5 da nossa era, sendo imperador de Roma Tibério.
Devido a um pequeno erro cometido pelo monge Dionísio, no séc. VI,  que marcou o ano zero.
Jesus morreu provavelmente no ano 30 da nossa era.

LIVROS DO AT E OS  TEMPOS A QUE SE REFEREM DA ORIGEM À REALEZA (1800 – 1000 aC): Gênesis, Êxodo, Levítico, Número, Deuteronômio, Josué, Juízes, I e II Samuel, I e II Reis.

NO TEMPO DOS REIS (1000 – 587 aC):   Amós (760), Oséias (750), Isaías (primeira parte, 39
primeiros capítulos, 760), Miquéias (725), Naum(625), Sofonias (625), Habacuc (605), Jeremias (600).

NO TEMPO DO EXÍLIO (587-538 aC):  Lamentações, Ezequiel, Abdias e a segunda parte do
livros de Isaías (capítulos 40 a 55 ) APÓS O EXÍLIO (537- 175 aC): I e II Crônicas, Esdras, Neemias, Eclesiástico (200), Eclesiastes (250) e Cântico dos Cânticos, Provérbios, Ageu e  Zacarias (520), Malaquias (440), Joel e Jonas, Rute, Tobias, Judit, Ester, Jó (500).

A Época dos Macabeus (175 -140 aC): Sabedoria, Baruc, Daniel, I e II Macabeus. Nessa época atuaram os profetas Ageu (520 aC), Zacarias (520 aC), Abdias, Malaquias, Joel, e a última parte de Isaías (11 últimos capítulos).
22 – Graças à ação dos profetas, Israel,  pequeno e expressão, se  tornou fiel a Deus, mesmo no exílio.
Os profetas revelaram o rumo e o sentido da História, apontando para o futuro Messias.
Souberam mostrar a Israel que ele devia ser um povo  “sacerdócio régio, nação santa, povo escolhido”.  23 –  338 aC – a Palestina foi conquistada por Alexandre Magno rei da Macedônia, que venceu os persas em 331 aC, que dominavam a Palestina no tempo da volta do exílio.
Alexandre teve vida curta (?323 aC) e seus generais e as suas dinastias passaram a governar os territórios que ele deixou, dividindo entre eles o grande império grego.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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