Por que o silêncio dos sinos e o ruído das matracas?

sino-da-igreja-de-vitrolles-francaA tradição de não tocar os sinos das e nas igrejas durante a Semana Santa surgiu no século VII. A Igreja proibiu tocar os cpa_para_entender_e_celebrar_a_liturgia_1sinos, em sinal de luto, entre a Quinta-feira Santa e o Domingo de Páscoa. Nos ofícios e liturgias, mesmo os sininhos são substituídos (ou deveriam ser) por uma matraca. Nas procissões e encenações externas às igrejas ocorre o mesmo. Na Itália, na Quinta-feira Santa, em sinal de luto, os sinos das igrejas são amarrados para que não toquem em hipótese alguma. Em outros lugares, os sinos perdem até os seus badalos, cuidadosamente retirados e guardados para o dia da Ressurreição.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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