Papa Bento XVI: Homem de hoje é considerado apenas na perspectiva biológica

O site ACI/EWTN Noticias (03 de dezembro de 2012) divulgou as palavras do Santo Padre em seu discurso durante a assembleia plenária do Pontifício Conselho Justiça e Paz, no qual enfatizou que o homem contemporâneo é hoje considerado apenas na perspectiva biológica como um simples “capital humano” ou “recurso” de uma “engrenagem produtiva ou financeira” em decorrência a indiferença à relação mais importante do ser humano: a relação com Deus.

Segundo o Papa Bento XVI, “embora a defesa dos direitos tenha feito grandes progressos em nosso tempo, a cultura de hoje, caracterizada, entre outros, por um individualismo utilitarista e um economicismo tecnocrático, tende a desvalorizar a pessoa”. E denunciou que: “O homem de hoje é considerado chave predominantemente biológica ou como “capital humano”, “recurso”, parte de um sistema produtivo e financeiro que o domina”.

O Pontífice concluiu suas palavras dizendo que: “na reflexão, no entanto, há de se ter em mente que não se deve imaginar um superpoder, concentrado nas mãos de poucos, que dominaria sobre todos os povos, tirando proveito dos mais fracos, mas que toda autoridade deve ser entendida, antes de tudo, como força moral, faculdade de influir segundo a razão, isso é, como autoridade de propriedade, limitada por competência e pelo direito”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24556

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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