O Chintoísmo

O Chintoísmo é uma religião e um modo de vida que impregnam profundamente a cultura japonesa. Cultua a deusa suprema Amaterasu-Omikami (deusa do Sol) e os Kami, divindades subordinadas ou melhor, manifestações da deusa suprema. O culto de Amaterasu é próprio da família imperial, que descende diretamente da deusa, como se diz. Os kami são seres superiores que tutelam as famílias, os povos, as cidades, os trabalhos, os doentes, os sofredores… Importa ao japonês chintoísta viver em harmonia com os seus kami, com a Natureza (rios, lagos, vegetação …) e com os demais homens, disto resulta a felicidade, favorecida pelo culto dos antepassados e as festas de família ou da nação, sem que haja no Chintoísmo algum especial interesse pela vida póstuma.

Há 2.600 anos os japoneses são fiéis a um conjunto de crenças, ritos e costumes, que constituem o Chinto (Shinto) e que dão sentido a cerca de cem mil templos esparsos por todo o Japão, com os seus sacerdotes. O Chinto, juntamente com o culto do Imperador e o amor à natureza, tornou-se um elemento característico do Japão. A religião chintoísta vem a ser um marco profundo do estilo de vida japonês. –

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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