Nota Doutrinal sobre alguns aspectos da Evangelização (Parte 2)

Compreende-se, então, a urgência do convite de Cristo para evangelizar e como a missão, confiada pelo Senhor aos apóstolos, se dirige a todos os baptizados. As palavras de Jesus – «ide e ensinai todas as nações, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do espírito Santo, ensinando-lhes a observar tudo o que vos mandei» (Mt 28, 19-20) – interpelam a todos na Igreja, cada um segundo a sua vocação. E, no momento presente, diante de tantas pessoas que vivem nas diversas formas de deserto, sobretudo no «deserto da escuridão de Deus, do esvaziamento das almas que perderam a consciência da dignidade e do caminho do homem»[35], o Papa Bento XVI recordou ao mundo que «a Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo, devem pôr-se a caminho, para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[36]. Este dever apostólico é um dever e, ao mesmo tempo, um direito irrenunciável, expressão própria da liberdade religiosa, que tem as suas correspondentes dimensões ético-sociais e ético-políticas[37]. Um direito que, infelizmente, em algumas partes do mundo, não é ainda legalmente reconhecido e em outras, não é respeitado na realidade[38].

11. Quem anuncia o Evangelho participa na caridade de Cristo, que nos amou e se deu a si mesmo por todos nós (cf. Ef 5, 2), é seu embaixador e suplica em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus! (cf. 2 Cor 5, 20). Uma caridade que é expressão daquela gratidão que nasce do coração humano quando se abre ao amor dado por Jesus Cristo, aquele Amor «que pelo universo se difunde»[39]. Isto explica o ardor, a confiança e a liberdade de palavra (parrhesia) que se manifestavam na pregação dos Apóstolos (cf. Act 4, 31; 9, 27-28; 26, 26; etc.) e que o rei Agripa experimentou ao escutar Paulo: «por pouco não me convenci a fazer-me cristão» (Act 26, 28).

A evangelização não se realiza só através da pregação pública do Evangelho, nem unicamente através de obras de relevância pública, mas também por meio do testemunho pessoal, que é sempre uma via de grande eficácia evangelizadora. De facto, «ao lado da proclamação geral para todos do Evangelho, uma outra forma da sua transmissão, de pessoa a pessoa, continua a ser válida e importante. O mesmo Senhor a pôs em prática muitas vezes, por exemplo as conversas com Nicodemos, com Zaqueu, com a Samaritana, com Simão, o fariseu, e com outros, atestam-no bem, assim como os apóstolos. E vistas bem as coisas, haveria uma outra forma melhor de transmitir o Evangelho, para além da que consiste em comunicar a outrem a sua própria experiência de fé? Importaria, pois, que a urgência de anunciar a Boa Nova às multidões de homens, nunca fizesse esquecer esta forma de anúncio, pela qual a consciência pessoal de um homem é atingida, tocada por uma palavra realmente extraordinária que ele recebe de outro»[40].

De qualquer modo, recorda-se que na transmissão do Evangelho a palavra e o testemunho da vida caminham juntos[41]. Para que a luz da verdade se irradie a todos os homens, é necessário, antes de mais, o testemunho da santidade.

Se a palavra é contrária ao comportamento, dificilmente é acolhida. Mas, nem sequer o testemunho é suficiente, porque «ainda o mais belo testemunho virá a demonstrar-se impotente com o andar do tempo, se ele não vier a ser esclarecido, justificado, aquilo que São Pedro chamava dar “a razão da própria esperança” (1Pd 3,15) explicitado por um anúncio claro e inelutável do Senhor Jesus»[42].

IV. Algumas implicações ecuménicas

12. Desde os inícios o movimento ecuménico esteve intimamente ligado à evangelização. A unidade é, de facto, a marca da credibilidade da missão e o Concílio Vaticano II manifestou com pesar que o escândalo da divisão «prejudica a santíssima causa da pregação»[43]. O próprio Jesus, na vigília da sua morte, rezou: «para que todos sejam uma só coisa. para que o mundo acredite» (Jo 17, 21).

A missão da Igreja é universal e não está limitada a determinadas regiões da terra. A evangelização, no entanto, realiza-se de um modo diferente, segundo as diversas situações em que acontece. Num sentido próprio é a «missio ad gentes» dirigida àqueles que não conhecem Cristo. Num sentido mais lato fala-se de «evangelização», relativo ao aspecto ordinário da pastoral, e de «nova evangelização», relativo àqueles que deixaram a praxis cristã[44]. Além disso, há evangelização em países onde vivem cristãos não católicos, sobretudo em países de antiga tradição e cultura cristã. Aqui requer-se tanto um verdadeiro respeito pela sua tradição e riquezas espirituais, bem como um sincero espírito de cooperação. «Banindo toda a aparência de indiferentismo, de confusionismo e odiosa rivalidade, os católicos colaborem com os irmãos separados, em conformidade com as disposições do decreto sobre o Ecumenismo, por meio da comum profissão de fé em Deus e em Jesus Cristo diante dos gentios, na medida do possível, e pela cooperação em questões sociais e técnicas, culturais e religiosas»[45].

No compromisso ecuménico, podem-se distinguir várias dimensões: primeiro a escuta, como condição fundamental de qualquer diálogo; depois vem a discussão teológica, pela qual, procurando compreender as confissões, tradições e as certezas dos outros, se pode encontrar a concórdia, por vezes escondida na discórdia. E inseparável destas duas, não pode faltar outra essencial dimensão do trabalho ecuménico: o testemunho e o anúncio dos elementos que não são tradições particulares ou nuances teológicas mas pertencem à Tradição da própria fé.

Mas o ecumenismo não tem apenas uma dimensão institucional que procura «fazer crescer a comunhão parcial existente entre os cristãos até à plena comunhão na verdade e na caridade»[46]: essa é tarefa de todo o fiel, principalmente através da oração, da penitência, do estudo e da colaboração. Sempre e em toda a parte, cada fiel católico tem o direito e o dever de dar testemunho e anunciar totalmente a sua fé. Com os cristãos não católicos, o católico deve entrar em diálogo respeitoso da caridade e da verdade: um diálogo que não é apenas uma troca de ideias mas de dons[47], de modo a ser-lhes oferecida a plenitude dos meios da salvação[48]. Assim se é conduzido sempre a uma mais profunda conversão a Cristo.

A este respeito é de realçar que se um cristão não católico, por razões de consciência e convencido das verdades católicas, pede para entrar em plena comunhão na Igreja católica, isso é respeitado como obra do Espírito Santo e como expressão da liberdade de consciência e de religião. Neste caso não se trata de proselitismo, no sentido negativo atribuído a este termo[49]. Como reconheceu explicitamente o Decreto sobre o Ecumenismo do Concílio Vaticano II, «é evidente que o trabalho de preparação e reconciliação dos indivíduos que desejam a plena comunhão católica é, por sua natureza, distinto da empresa ecuménica: Entretanto, não existe nenhuma oposição entre as duas, pois ambas procedem da admirável Providência divina»[50]. Logo, tal iniciativa não priva do direito nem exime da responsabilidade de anunciar em plenitude a fé católica aos outros cristãos, que livremente aceitam acolhê-la.

Esta perspectiva requer naturalmente evitar qualquer indevida pressão: «na difusão da fé religiosa e na introdução de novas práticas, deve sempre evitar-se todo o modo de agir que tenha visos de coacção, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal, sobretudo quando se trata de gente rude ou sem recursos. Tal modo de agir deve ser considerado como um abuso do próprio direito e lesão do direito alheio»[51]. O testemunho da verdade não procura impor algo pela força, nem por uma acção coerciva ou artifícios contrários ao Evangelho. O próprio exercício da caridade é gratuito[52]. O amor e o testemunho da verdade procuram acima de tudo convencer pela força da palavra de Deus (cf. 1 Cor 2,3-5; 1 Tes 2,3-5)[53]. A missão cristã reside na potência do Espírito Santo e na própria verdade proclamada.

V. Conclusão

13. A acção evangelizadora da Igreja não pode ser menor, pois nunca lhe faltará a presença do Senhor Jesus na força do Espírito Santo, segundo a sua própria promessa: «Eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo» (Mt 28, 20).

Os relativismos e irenismos de hoje em âmbito religioso não são um motivo válido para descurar este trabalhoso mas fascinante compromisso, que pertence à própria natureza da Igreja e é «sua tarefa primária»[54]. «Caritas Christi urget nos – o amor de Cristo nos impele» (2 Cor 5, 14): testemunha-o um grande número de fiéis que, levados pelo amor de Jesus tiveram, ao longo da sua história, iniciativas e obras várias para anunciar o Evangelho, a todas as pessoas e em todos os âmbitos da sociedade, como aviso e convite perene a todas as gerações cristãs a cumprirem com generosidade o mandato de Cristo. Por isso, como recorda o Papa Bento XVI, «o anúncio e o testemunho do Evangelho são o primeiro serviço que os cristãos podem dar às pessoas e à humanidade, chamados a comunicar a todos o amor de Deus, que se manifestou plenamente no único Redentor do mundo, Jesus Cristo»[55]. O amor que vem de Deus une-nos a Ele e «transforma-nos em um Nós, que supera as nossas divisões e nos faz ser um só, até que, no fim, Deus seja “tudo em todos” (1 Cor 15, 28)»[56].

O Sumo Pontífice Bento XVI, na Audiência concedida ao Cardeal Prefeito, no dia 6 de Outubro de 2007, aprovou a presente Nota doutrinal, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação, e ordenou a sua publicação.

Dado em Roma, na sede da Congregação para a Doutrina da Fé, a 3 de Dezembro de 2007, memória litúrgica de S. Francisco Xavier, Padroeiro das Missões.

William Cardeal Levada
Prefeito

Angelo Amato, sdb
Arcebispo titular de Sila
Secretário

 
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[1] J. PAULO II, Redemptoris missio, 7-XII-1990, n. 47: AAS 83 (1991) 293.

[2] Lumen gentium, n. 14; Ad gentes, n. 7; Unitatis redintegratio, n. 3. Esta doutrina não se contrapõe à vontade salvífica universal de Deus, que «quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4); por isso «é necessário manter unidas, estas duas verdades: a real possibilidade de salvação em Cristo para todos os homens, e a necessidade da Igreja para essa salvação» (J. PAULO II, Redemptoris missio, n. 9: AAS 83 (1991) 258).

[3] Cf. J. PAULO, Novo millennio ineunte , 6-I-2001, n. 1: AAS 93 (2001) 266.

[4] Cf. PAULO VI, Evangelii nuntiandi, 8-XII-1975, n. 24: AAS 69 (1976) 22.

[5] J. PAULO II, Redemptoris missio, n. 46: AAS 83 (1991) 293; cf. PAULO VI, Evangelii nuntiandi, nn. 53 e 80: AAS 69 (1976) 41-42, 73-74.

[6] BENTO XVI, Homilia de 10-IX-2006: AAS 98 (2006) 710.

[7] TOMÁS DE AQUINO, Summa Theologiae, I-II, q. 109, a. 1, ad 1.

[8] Cf. J. PAULO II, Fides et ratio, n. 44: AAS 91 (1999) 40.

[9] BENTO XVI, Discurso de 5-VI-2005: AAS 97 (2005) 816.

[10] J. PAULO II, Fides et ratio, 14-IX-1998, n. 5: AAS 91 (1999)

[11] Ibidem, n. 31: AAS 91 (1999) 29; cf. Gaudium et spes, n. 12.

[12] Tal direito foi reconhecido e afirmado também pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 (aa. 18-19).

[13] J. PAULO II, Fides et ratio, n. 33: AAS 91 (1999) 31.

[14] Dei Verbum, n. 5.

[15] Dignitatis humanae, n. 3.

[16] Ibidem, n. 1.

[17] J. PAULO II, Redemptoris Missio, n. 52: AAS 93 (1991) 300.

[18] Cf. J. PAULO II, Slavorum Apostoli, n. 18: AAS 77 (1985) 800.

[19] Dei Verbum, n. 8.

[20] Cf. PAULO VI, Evangelii nuntiandi, nn. 19-20 AAS 69 (1976) 18-19.

[21] Ad gentes, n. 7. Cf. Lumen gentium, n. 16;  Gaudium et spes, n. 22.

[22] BENTO XVI, Homilia de 24-IV-2005, n. 7: AAS 97 (2005) 711.

[23] Cf. CONCILIO VATICANO I, Dei Filius, n. 2: «É graças a esta divina revelação que todos os homens podem, na presente condição do género humano, conhecer facilmente com absoluta certeza e sem qualquer erro, aquilo que nas coisas divinas não é de per se inacessível à razão (cf. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, I, 1,1)» (DH 3005).

[24] Ad gentes, n. 13.

[25] Dignitatis humanae, n. 11.

[26] Cf., por exemplo, CLEMENTE DE ALEXANDRIA, Protreptico IX, 87, 3-4 (Sources chrétiennes, 2,154); AURÉLIO AGOSTINHO, Sermo 14, D [= 352 A], 3 (Nuova Biblioteca Agostiniana, XXXV/1, 269-27, 1).

[27] Cf. Lumen gentium, n. 5.

[28] A tal propósito cf. J. PAULO II, Redemptoris missio, 7-XII-1990, n. 18: AAS 83 (1991) 265-266 «Se separarmos o Reino, de Jesus, ficaremos sem o Reino de Deus por Ele pregado, acabando por se distorcer quer o sentido do Reino, que corre o risco de se transformar numa meta puramente humana ou ideológica, quer a identidade de Cristo, que deixa de aparecer como o Senhor, a Quem tudo se deve submeter (cf. 1 Cor 15, 27».

[29] J. PAULO II, Redemptoris missio, n. 18: AAS 83 (1991) 266. Sobre a relação entre a Igreja e o Reino, cf. também CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Dominus Iesus, nn. 18-19: AAS 92 (2000) 759-761.

[30] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Dominus Iesus, n. 4: AAS 92 (2000) 744.

[31] Cf. PAULO VI, Evangelii nuntiandi, n. 80: AAS 69 (1976) 73: «Para que anunciar o Evangelho, uma vez que toda a gente é salva pela rectidão do coração? E sabe-se bem, além disso, que o mundo e a história estão cheios de sementes da Palavra. Não será, pois, uma ilusão o pretender levar o Evangelho aonde ele já se encontra, nestas sementes que o próprio Senhor aí lançou?

[32] Cf. BENTO XVI, Discurso à Cúria Romana, de 22-XII-2005: AAS 98 (2006) 50: «se a liberdade religiosa for considerada como expressão da incapacidade do homem para encontrar a verdade e, consequentemente, se torna canonização do relativismo, consequentemente ela, por necessidade social, foi elevada de modo impróprio a nível metafísico e está privada do seu verdadeiro sentido, com a consequência de não poder ser aceite por quem crê que o homem é capaz de conhecer a verdade de Deus e, com base na dignidade interior da verdade, está ligado a tal conhecimento. Uma coisa completamente diversa é, porém, considerar a liberdade de religião como uma necessidade derivante da convivência humana, aliás, como uma consequência intrínseca da verdade que não pode ser imposta do exterior, mas deve ser feita pelo próprio homem somente mediante o processo do convencimento».

[33] Gaudium et spes, n. 28. Cf. PAULO VI, Evangelii nuntiandi, n. 24: AAS 69 (1976) 21-22.

[34] Cf. J. PAULO II, Redemptoris missio, nn. 21-30: AAS 83 (1991) 268-276.

[35] BENTO XVI, Homilia de 24-IV-2005, n. 5: AAS 97 (2005) 710.

[36] Ibidem.

[37] Cf. Dignitatis humanae, n. 6.

[38] Na verdade, onde é reconhecido o direito à liberdade religiosa, é normalmente reconhecido a cada homem o direito de comunicar aos outros homens as próprias convicções, no pleno respeito da consciência dos outros, também para favorecer a entrada na própria comunidade de pertença religiosa, como é referido por numerosos ordenamentos jurídicos actuais e por uma correspondente difusa jurisprudência.

[39] DANTE ALIGHIERI, La Divina Commedia, Paradiso, XXXIII, 87.

[40] PAULO VI, Evangelii nuntiandi, n. 46: AAS 69 (1976) 36.

[41] Cf. Lumen gentium, n. 35.

[42] PAULO VI, Evangelii nuntiandi, n. 22: AAS 69 (1976) 20.

[43] Cf. Unitatis redintegratio, n. 1; cf. J. PAULO II, Redemptoris missio, nn. 1,50: AAS 83 (1991) 249, 297.

[44] Cf. J. PAULO II, Redemptoris missio, n. 34: AAS 83 (1991) 279-280.

[45] Ad gentes, n. 15.

[46] J. PAULO II, Ut unum sint, n. 14: AAS 87 (1995) 929.

[47] Cf. ibidem, n. 28: AAS 87 (1995) 939. 

[48] Cf. Unitatis redintegratio, nn. 3, 5.

[49] Originalmente o termo «proselitismo» nasce em âmbito hebraico, onde «prosélito» indicava aquele que, proveniente dos «gentios», passava a fazer parte do «povo eleito». Assim também no âmbito cristão, o termo proselitismo foi, muitas vezes, usado como sinónimo da actividade missionária. Recentemente, o termo tomou  uma conotação negativa como publicidade para a própria religião com meios e motivos contrários ao espírito do Evangelho e que não salvaguardam a liberdade e a dignidade da pessoa. Em tal sentido, o termo «proselitismo» é compreendido no contexto do movimento ecuménico: cf. The Joint Working Group between the Catholic Church and the World Council of Churches, “The Challenge of Proselytism and the Calling to Common Witness” (1995).

[50] Cf. Unitatis redintegratio, n. 4.

[51] Cf. Dignitatis humanae, n. 4.

[52] Cf. BENTO XVI, Deus caritas est, n. 31 c: AAS 98 (2006) 245.

[53] Cf. Dignitatis humanae, n. 11.

[54] BENTO XVI, Homilia de 25-IV-2005, n. 4: AAS 97 (2005) 745.

[55] BENTO XVI, Discurso de 11-III-2006: AAS 98 (2006) 334.

[56] BENTO XVI, Deus caritas est, n. 18: AAS 98 (2006)

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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