Martírio de São João Batista

João, cujo nascimento celebramos a 24 de Junho, deixa o mundo desde sua primeira infância; deixa mesmo a casa paterna que era todavia uma casa de santos e retira-se para o deserto, longe do bulício dos homens, para só conversar com Deus. Tem como veste apenas um rude cilício de pele de camelo, um cinto também tão espantoso sobre os rins; como alimento, gafanhotos e mel silvestre; e na sede, água pura. Exposto às intempéries e não tendo outro retiro que os rochedos, sem recurso, sem servidores, e sem outra manutenção; essa a vida que leva João Batista, desde a infância. Queixamo-nos ainda agora!

Mas eis aqui uma privação bem mais surpreendente. João Batista tinha sentido sobre a terra o Verbo Encarnado, desde o seio de sua mãe; o pai tinha-lhe predito que ele seria o profeta e devia preparar-lhe o caminho. Entretanto, ele não deixa o deserto para o ir ver entre os homens; ele o conhece tão pouco, que será necessário que o Espírito Santo lhe dê um sinal, para o conhecer, quando chegar o tempo de o manifestar ao mundo. Todavia, ele ocupa-se sem cessar de Jesus, sem cessar ele medita em sua grandeza, sem cessar ele o adora em silêncio, sem cessar o escuta dentro de si. Ele não tem curiosidade de o ver com os olhos do corpo: é que ele sabe que Jesus opera invisivelmente, de longe como de perto. Eis quem deve servir e amar a Jesus, não mais como criança, que é preciso nutrir de leite, de consolações sensíveis, mas como homem feito, que se nutre de alimento sólido, que se nutre de privações e de sofrimentos. Somos assim?

Morrei, delicadeza no beber e no comer, delicadeza nas vestes, delicadeza no dormir; morreu, orgulho humano; morrei, curiosidade, ambição, desejo de aparecer. Se, como João Batista, queremos preparar os caminhos para Jesus, introduzi-los nos nossos corações e nos corações dos outros, como João Batista, morramos a toda vista humana, a todo afeto da carne e do sangue.

Há quinhentos anos não aparecia mais profeta. Mas uma grande novidade se espalha: um profeta veio do deserto e prega nas margens do Jordão. É o filho de Zacarias e de Isabel; seu nome é João; seu nascimento foi maravilhoso; sua vida é ainda mais maravilhosa. Não come, não bebe, por assim dizer; vive de gafanhotos e de mel silvestre. Seu vestuário é um rude cilício com um cinto de couro. Fazei frutos dignos de penitência, diz, porque o reino de Deus está próximo e o Messias vai aparecer. Toda a Judéia, toda Jerusalém para lá acorre e recebe o batismo de penitência, confessando os pecados. Corramos nós também à pregação desse admirável missionário; nós também confessemos os pecados e recebamos o batismo da penitência, para nos prepararmos à vinda de Jesus Cristo, a nossos corações.

Que multidão de pecadores abraça a penitência! João dizia-lhes: Já o machado está posto à raiz das árvores; toda árvore que n]ao der bons frutos será cortada e atirada ao fogo. Que faremos então? Perguntava a multidão do povo. Mestre, que faremos? Perguntavam os publicanos. E nós também, perguntavam os soldados, que faremos? E ele dizia a cada um o que devia fazer, e todos o faziam. Os maiores pecadores, as mulheres de má vida, acreditavam na pregação, convertiam-se e ganhavam o céu. Os fariseus ao contrário, os escribas, aqueles que se consideravam sábios e justos, não acreditavam e não se convertiam.

Temamos que, em nos ocupando de ciência, observando uma regularidade exterior, nos não enchamos de orgulho, como os escribas e os fariseus, e não percamos, como eles, o espírito de penitência e de compunção. Talvez os pecadores do mundo, cujos escândalos deploramos, se convertam e nos precedam no céu, ao passo que, árvores cheias de flores e de folhas, mas sem bons frutos, seremos cortados e atirados ao fogo. Deus nos livre de tal calamidade!

A admiração que se teve pelo santo precursor foi logo tão grande, que o povo tinha o espírito suspenso e todos pensavam se João não seria Cristo. Mas João respondeu a todos: Eu vos batizo na água para a penitência; mas aquele que deve vir depois de mim é mais poderoso que eu e não sou digno de lhes desatar as correias das sandálias (como faria um escravo ao senhor). Não, não sou digno de me prostrar diante dele, para lhe desatar a correia da sandália. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. Tem o abano na mão e limpará a eira; ajuntará o trigo no celeiro e queimará a palha num fogo que jamais se extinguirá.

Não somente o povo tinha de João tão alta idéia. A cidade de Jerusalém manda-lhe uma solene delegação de padres e de levitas, para lhe perguntar se era o Messias. Ele respondeu claramente: Não sou Cristo. – Como então? Sois Elias? – Não. – Sois um profeta? – Não. – Que sois, então? Que dizeis de vos mesmo? – Eu sou a voz daquele que clama no deserto: Endireitai os caminhos do Senhor, como disse o profeta Isaías. – Mas, se não sois nem Cristo, nem Elias, nem profeta, porque, então, batizais? – Eu vos batizo, respondeu ele, na água, mas há no meio de vós quem não conheceis; deve vir depois de mim; e não sou digno de lhes desatar os cordões das sandálias. – Esse era João Batista. Quanto mais o elevam, mais ele se abaixa, mais atribui a Jesus somente toda sua glória.

Entretanto, como o Senhor mesmo nos afirma, João era Elias em espírito e em virtude, se não o era em pessoa, era profeta e mais que profeta, porque devia não somente anunciar o Cristo futuro, mas mostrá-lo já vindo, batizá-lo com suas mãos. E com isso se julga indigno de lhes prestar os mais humildes serviços, de desatar-lhe as sandálias. Ó minha alma, ousaremos ainda glorificarmo-nos de alguma coisa? Orgulhamo-nos de vãos louvores que se nos dão, cobiçar os que nos não dão! Quem somos, perto de João Batista?

No meio dessa multidão de pecadores, que se apresentam a João para receber o batismo de penitência, há um que ele recusa receber e admitir ao mesmo. Quem é? É Jesus, que vem da Galiléia ao Jordão e se apresenta a João para ser batizado. O senhor apresenta-se ao servo, o criador à criatura. Deus ao homem? O Santo dos Santos, confunde-se entre os pecadores, o Juiz entre os culpados. João o tinha reconhecido e adorado desde o seio de sua mãe, reconhece-o de novo e o adora. Eu, diz ele, inclinando-se diante de Jesus, eu é que tenho necessidade de ser por vós batizado; e vós vindes a mim! – Ó bem-aventurado João, obtende-me de Jesus vossa humildade.

Que vais fazer Jesus? Que dirá? Deixai-me agir agora, pois convém que cumpramos toda a justiça. Jesus, tendo tomado sobre si as iniqüidades de todos, era justo, era conveniente que se misturasse aos pecadores. Tendo vindo principalmente para nos curar do orgulho, da vaidade, da rebelião para com Deus, era conveniente que nos desse o exemplo de humildade, de abaixamento. Admiremos essa maravilhosa questão entre o senhor e o servo. Quem se colocará mais abaixo do outro? Ai! Nossas discussões são da mesma natureza? Entre nós não é quem mais se eleva acima do outro? Quão pouco nos assemelhamos a Jesus e a João Batista! Ó Divino Mestre, tende piedade de nós, tende piedade de mim! Dai-nos, dai-me ser doce e humilde de coração, como vós e vosso santo precursor.

A humildade de João era sincera e ele obedeceu à ordem de Jesus. Ambos descem ao Jordão. O rio, que se tinha detido outrora diante da arca da aliança, para deixar passar o povo de Deus, sob o comando de Josué ou Jesus; o Jordão estremece de alegria desconhecida: suas águas rodeiam, com respeito, a carne adorável do Filho de Deus feito homem; correm com pesar; correm, santificadas por aquele contato a santificar todas as águas do universo e comunicar-lhes a virtude de apagar os pecados pelo batismo. Entretanto, o bem-aventurado João põe sobre a cabeça sagrada de Jesus uma mão agitada pelo respeito e pela alegria e batiza seu Senhor e seu Deus; Jesus está imerso nas águas; afoga os pecados do mundo e delas sai para criar um mundo novo, um homem novo.

Ao sair do deserto, aonde tinha ido depois do batismo e triunfado do demônio, Jesus caminhava ao longo do Jordão. João viu-o vir para seu lado e disse: Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tora os pecados do mundo. Todos os dias, de manhã e de noite, imolava-se no templo um cordeiro e a isso se chamava o sacrifício perpétuo. Como se São João tivesse dito: Não acredites que esse cordeiro, que se oferece dia e noite, seja o verdadeiro cordeiro, a verdadeira vítima de Deus; eis aquele que se pôs, entrando no mundo, no lugar de todas as vítimas; também ele é a vítima pública do gênero humano, e somente pode expirar ou tirar aquele grande pecado que é a fonte de todos os outros e que por isso pode ser chamado de pecado do mundo, isto é, pecado de Adão, que é o pecado de todo o universo.

Esse cordeiro já foi imolado em figura; e pode-se dizer, na verdade, que foi morto e posto à morte desde a origem do mundo. Foi massacrado em Abel, o Justo: quando Abrão quis sacrificar o filho, começou em figura o que devia ser terminado em Jesus Cristo. Vemos também cumprir-se nele o que começaram os irmãos de José, Jesus foi odiado, perseguido até à morte por seus irmãos; foi vendido na pessoa de José, atirado a uma cisterna, isto é, entregue à morte; esteve com Jeremias no lago profundo, com os moços na fornalha ardente, com Daniel na cova dos leões. Era imolado em espírito em todos os sacrifícios. Estaca no sacrifício de Noé, oferecido ao sair da arca, quando viu no céu o arco-íris como sacramento da paz; no que os patriarcas ofereceram nas montanhas , no que Moisés e toda a lei ofereciam no tabernáculo e depois, no templo; e não tendo jamais deixado de ser imolado em figura, vem agora, sê-lo em verdade.

Cada dia, assistimos ao sacrifício adorável onde esse cordeiro de Deus, continua a se imolar pelos pecados do mundo. Cada dia mesmo, podemos aí comer a carne adorável dessa vítima. O padre diz-nos como outrora São João: – Ecce agnus Deu, ecce qui tollit peccata mundi; – eis o cordeiro de Deus, eis aquele que tora os pecados do mundo. Creiamos, adoremos; mas creiamos, adoremos com a fé dos patriarcas e dos profetas, com a fé de São João Batista.

Um dia os discípulos de João lhe vieram dizer: Mestre, aquele que estava convosco além do Jordão e a quem destes testemunho, batiza e todos vão a ele. Julgavam que tendo ele também vindo a João, para ser por este batizado, não se devia abandonar a João por ele. Escutemos a resposta de João: “O homem nada pode receber, se não lhe for dado pelo céu. Vós me prestais testemunho de que eu disse: Aquele de quem é a esposa é o esposo; mas o amigo do esposo que assiste e escuta é transportado de alegria pela voz do esposo. E por isso minha alegria completa-se. É preciso que ele cresça e que eu diminua”. Meditemos bem nestas últimas palavras.

Os discípulos de João viam, com uma espécie de inveja, que o mestre era abandonado para ir a Jesus. Seu mestre, ao contrário, estava no auge da alegria, por isso. Tinha vindo anunciar Filho de Deus feito homem, anunciá-lo como esposo da natureza humana, esposo da Igreja, esposo de nossas almas. Esse divino esposo tinha começado a fazer ouvir sua voz e João com isso ficou fora de si, pela alegria: está no auge de seus desejos. É preciso, diz, que cresça e que eu diminua. Palavras admiráveis! Quem nos dera imitá-lo? Quem nos dera procurar a glória de Jesus, às custas da nossa?

Os discípulos de João ficaram com inveja por causa de seu mestre. Algo de semelhante nos pode acontecer. Pode acontecer que no mesmo bem sejamos invejosos uns dos outros, que vejamos com pesar que outro faça melhor que a nossa. Ah! Meus irmãos ou irmãs, sejamos invejosos pela glória de Jesus, nosso mestre único. Que todos nos abandonem para ir a Jesus; que a glória de Jesus aumente, sem cessar e que a nossa diminua: como São Jão deveremos por isso estar no auge da alegria.

Quando João estava na prisão, soube dos discípulos as obras do Cristo;mandou dois deles dizer-lhe: “Sois vós quem deveis vir, ou devemos esperar outro?” O fim de João era curar os discípulos da má disposição em que estavam, com relação a Jesus e dar-lhe ocasião de reconhecer, por eles mesmos, que era verdadeiramente o Messias, que esperavam, segundo o testemunho que lhes tinha dado. Esses homens foram ter com Jesus e disseram-lhe: “João Batista mandou-nos . dizendo: sois o que deve vir ou devemos esperar outro?” No mesmo instante ele curou vários doentes de suas chagas, bem como libertou alguns possessos do demônio e grande número de pessoas e deu a vista aos cegos. E respondendo disse: “Ide, contai a João o que vistes e ouvistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e o Evangelho a boa nova, é anunciada aos pobres. E bem-aventurado o que não se escandalizar de mim”.

Sua resposta mostrava a realização destas palavras de Isaías: Eis que deve vir Deus mesmo e ele vos salvará. Então serão abertos os olhos dos cegos, os ouvidos dos surdos; então curvar-se-á como um cervo coxo e será livre a língua dos mudos. Jeová enviou-me para pregar o Evangelho aos pobres. Acrescenta uma advertência para eles e para os judeus de não se escandalizarem, se se chocarem nele, pedra angular, fundamento de salvação para uns, mas pedra de escândalo para outros.

Depois que os enviados partiram, Jesus se pôs a falar de João à multidão: “A quem fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Mas a quem fostes ver? Um homem molemente vestido? Eis que os que se cobrem de vestes preciosas e vivem nas delícias estão nos palácios dos reis. Mas a quem fostes ver? Um profeta? Sim, eu vos digo e mais que um profeta. Pois dele está escrito: eis que envio meu anjo, diante de tua face, o qual preparará a estrada por onde deves caminhar. Na verdade, eu vos digo, entre os que nasceram de mulher não há profeta maior do que João Batista; mas aquele que Oe menor no reino de Deus é maior do que ele. Era Jesus mesmo menor que João na idade, mas maior em tudo o mais. Ora, desde o tempo de João Batista até o presente, o reino dos céus sofre violência e os violentos o arrebatam. Pois até Jesus, todos os profetas e a lei profetizaram; mas ele mostrou a realização. E se o quereis ouvir, é ele, Elias, que deve vir. Quem tem ouvidos, para ouvir, ouça.

Herodes, o Tetrarca, tinha mandado prender João e o acorrentar na prisão, por causa de Herodíades, mulher de Filipe, seu irmão, a quem tinha desposado; porque João disse a Herodes: Não vos é permitido ter a mulher de vosso irmão. Herodes queria fazê-lo morrer; mas temia o povo, porque se tinha a João por grande profeta. Entretanto, armava-lhe ciladas e o queria matar, mas não podia, porque Herodes, que temia João, sabendo que era homem justo e santo, fazia-o conservar, agindo mesmo em muitas coisas por seu conselho e escutando-o de boa vontade.

Por fim, chegou um dia favorável: o do nascimento de Herodes, no qual ele deu um banquete aos príncipes, aos tribunos militares e aos principais da Galiléia. A filha de Herodíades dançou diante de Herodes e de tal modo lhe agradou e aos que estavam à mesa, que ele lhe disse: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. E jurou: Eu te darei tudo o que me pedires, meso que seja a metade de meu reino. Ela saiu e foi falar com sua mãe. Que pedirei? Sua mãe respondeu-lhe: A cabeça de João Batista.

Voltando imediatamente com grande ânsia para a sala, onde o rei estava, ela fez-lhe o pedido, dizendo: “Quero que me deis agora mesmo, numa bandeja, a cabeça de João Batista.” O rei ficou muito aflito; entretanto, por causa do juramento que tinha feito e daqueles que estavam à mesa, com ele, não aquis contristar, com uma recusa. Assim, tendo chamado um de seus guardas, ordenou-lhe que trouxesse a cabeça de João numa bandeja. E o guarda cortou-lhe a cabeça na prisão e a trouxe numa bandeja; deu-a à moça e a moça a entregou à mãe.

Os Apóstolos viam na sorte de São João um comentário falante do que Jesus lhes acabava de dizer sobre os obstáculos que encontrariam no mundo. João tinha vindo anunciar a paz, reconciliar os pais com os filhos e prepará-los para a vinda de Cristo. O povo crê na sua palavra e o reverencia como a um profeta; mas os fariseus dizem que ele é possesso do demônio. O tetrarca da Galiléia Herodes Antigas, considera-o um justo e um santo, mas tem medo, porque aquele santo repreende-o de seus crimes, em particular de seu incesto. Herodes tinha desposado a filha de Aretas, rei dos árabes, mas tendo visto Herodíades, mulher de seu irmão. Herodes Filipe, concebeu por ela uma paixão criminosa e prometeu-lhes despedir a primeira mulher para desposá-la. A lei de Moisés ordenava ao irmão desposar a viúva do irmão falecido, sem filhos. Mas Herodíades não era viúva, o marido ainda vivia, e tinha, dentre outras, uma filha, Salomé a dançarina. Era então, sob todos os aspectos, um enorme escândalo. Ademais, uma guerra surgiu entre Arestas e Herodes, onde os judeus sofreram sangrenta derrota. João defendia a causa de Deus e a causa da humanidade, quando disse: Não vos é permitido ter a mulher de vosso irmão. O justo é posto na prisão pelo culpado. Herodes teria querido fazê-lo morrer imediatamente: uma coisa, porém, lhe impedia, o temor do povo. Chegou a festa de seu aniversário, dia de regozijo e de graças: estava sentado no banquete, entre prazeres; uma moça, a mesma cuja honra as censuras de João tendiam a vingar, recebeu a promessa de obter tudo o que lhe pedisse. Pedirá talvez a liberdade de João, seu vingador, seu benfeitor. Ela quer sua cabeça, entre outras iguarias da mesa. Ao público, teve-se o cuidado de dizer, como vemos no historiador Josefo, que isso se tinha feito por razões de estado, por medidas de alta política, para a segurança do reino, ao passo que era apenas um assassínio em favor do adultério e do incesto. E eis a história de todas as oposições, que o Evangelho ou a verdade encontram no mundo.

Os discípulos de João, tendo sabido de sua morte, vieram buscar-lhe o corpo e o puseram num túmulo, Depois, foram contar a Jesus o que tinha acontecido.

Fotos: santiebeati.it
(Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XV, p. 324 à 335)

Fonte: http://www.gaudiumpress.org/content/39739-Martirio-de-Sao-Joao-Batista

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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