Igreja lança projeto para favorecer o diálogo com os não-religiosos

VATICANO, 19 Mar. 11 / 07:06 am (ACI) A Igreja renova o seu compromisso em dialogar com aqueles que não possuem uma convicção religiosa. É esse o espírito da iniciativa “O Átrio dos Gentios”, dois dias de encontro e diálogo em Paris, nos dias 24 e 25 de março próximos.

O evento foi apresentado durante uma coletiva na Sala de Imprensa da Santa Sé na manhã desta sexta-feira, 18. Estiveram presentes o promotor da iniciativa, o presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi; o diretor executivo do “Átrio dos Gentios”, padre Laurent Mazas, e o embaixador da França junto à Santa Sé, Stanislas de Laboulaye, informou hoje o portal Canção Nova Notícias.

O Cardeal explicou que, a pedido do Papa Bento XVI, “a Igreja decidiu embarcar em uma nova etapa de diálogo, intercâmbio e ações conjuntas entre crentes e não crentes, encomendada ao Pontifício Conselho para a Cultura”.

O nome “Átrio dos Gentios”, obedece à imagem do vasto espaço que era reservado, próximo ao Templo de Jerusalém, aos debates entre judeus e não judeus. Dom Ravasi indica que a iniciativa é complementar ao diálogo inter-religioso desenvolvido ao longo de várias décadas, constitui um compromisso da Igreja a longo prazo e concerne a muitas pessoas em todo o mundo, religiosas e não religiosas.

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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