Igreja do Oriente Médio: abrir-se às novas comunidades

“Não
devemos ter medo”, afirma o cardeal Rylko

CIDADE DO
VATICANO, sábado, 16 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O presidente do Conselho Pontifício para os
Leigos, cardeal Stanislaw Rylko, convidou as Igrejas orientais a se abrir aos
movimentos eclesiais e às novas comunidades, num mundo marcado por uma
“secularização generalizada”.

Durante os
trabalhos da assembleia do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, o purpurado
destacou a necessidade de “formar identidades cristãs firmes e convictas, de
despertar a audácia de uma presença visível e incisiva de fiéis leigos com a
vida pública”.

Em
referência ao nascimento, após o Concílio Vaticano II, de numerosos movimentos
eclesiais e novas comunidades, “um verdadeiro dom do Espírito Santo” – afirmou
-, é desejável que as Igrejas do Oriente Médio se abram a essas comunidade “com
confiança”.

“Não
devemos ter medo desta novidade no que se refere ao método e ao estilo do
anúncio: trata-se de uma ‘provocação’ saudável, que ajuda a sair da rotina
pastoral” que “coloca em risco nossa missão”.

“O futuro
da Igreja nesta região do mundo depende precisamente de nossa capacidade de
estar docilmente à escuta do que o Espírito diz à Igreja hoje, também através
dessas novas realidades agluninadoras.”

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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