Hipóteses sobre Jesus – EB Parte 2

Examinemos cada qual dessas
posições.

A hipótese do endeusamento

Foi esta a primeira posição
da crítica moderna: dissolveu o binômio “Deus feito homem”, para considerar
Jesus qual mero homem endeusado pelo simplismo dos discípulos.  Terá, pois, existido um homem chamado Jesus,
que se impôs como pregador itinerante e exaltado; os seus seguidores, de boa fé
(alucinados, doentes, ou simplórios) ou talvez de má fé (com intenções
perversas) o endeusaram.

Os autores de tal hipótese
(Paulus, Reimarus, Strauss …) foram retirando dos Evangelhos todos os traços
de transcendência, de modo a tentar descobrir o mero Jesus.  Mas, assim procedendo, chegaram a imagem tão
pálida e “anêmica” do homem Jesus que provocaram a oposição de outros críticos:
nunca um homem tão despojado de predicados (como queriam tivesse sido Jesus)
haveria podido ser endeusado pelos discípulos. Em conseqüência, a crítica,
criticando a si mesma, forjou outra hipótese:

O deus mítico

Em vez de admitir que Jesus
foi homem divinizado, a nova corrente passou a negar a existência do homem
Jesus e afirmou que Jesus foi Deus (um deus, porém, da mitologia, um deus
fictício, irreal) projetado pelos homens na literatura religiosa de
Israel.  Assim o mito “Jesus”, oriundo na
Judéia, teria seus paralelos na Babilônia, na Assíria, na Fenícia, no Egito
…  Com outras palavras:  na origem do Cristianismo não haveria fatos
reais, mas tão somente o mito (a ficção) de um deus que se encarna, sofre,
morre e ressurge para a salvação dos homens. 
A figura de Jesus teria sido inteiramente inventada para dar nome, lugar
e “vida”  ao mito do deus que vence a
morte e o pecado.

Verifica-se que os autores
tanto da primeira como da Segunda hipótese crítica se baseiam muito mais em
princípios filosóficos do que em dados históricos ou em documentos de
arqueologia.  Rejeitam a autenticidade da
mensagem evangélica em virtude de uma tese preconcebidamente afirmada sem
demonstração, a saber: é impossível uma ordem de coisas transcendental; tudo o
que se assemelhe a esta, há de ser explicado como lenda ou mito.  Donde se vê que o racionalismo é uma posição
gratuita; é também tão dogmático quanto é dogmática a fé, ou talvez seja ainda
mais dogmático do que esta, pois a teologia ensina que ninguém deve crer
cegamente, mas há de exigir credenciais para aceitar alguma proposição
religiosa1. – Diante deste fato, vale o antigo princípio da lógica
clássica:  Quod gratis affirmatur, gratis
negatur (o que se afirma sem prova, pode, do mesmo modo, ser negado).  Observa Messori:

“O método que decreta de
antemão a impossibilidade de qualquer coisa, é contrário ao espírito
científico.  A ciência progride
assimilando as experiências antes reputadas impossíveis.  Quando um cultor da ciência enuncia um
sistema cuja base é filtrar os fatos, deixa de ser cientista para se tornar
filósofo”  (p. 155).

Disto isto, passamos à
terceira hipótese.

A hipótese da fé

Esta terceira atitude
professa a existência real de Jesus, que não era (é) somente homem, mas Deus
feito homem, como atestam os Evangelhos lidos à luz da Tradição cristã.  Todavia deve-se reconhecer que os Evangelhos
não são livros de crônicas no sentido moderno da palavra, mas, sim, relatos históricos
que põem em relevo verdades de fé.  Tais
narrações foram-se formando através de três etapas:

Jesus pregou aos Apóstolos a
Boa-Nova por via oral;

Os Apóstolos transmitiram
essa Boa-Nova às populações mediterrâneas, constituindo as primeiras comunidades
de fé ou eclesiais;

As comunidades eclesiais
entregaram a Boa-Nova aos evangelistas, que, aproveitando a tradição oral e
fragmentos escritos da mensagem, redigiram os Evangelhos.

O texto final destes
apresenta uma imagem de Jesus, que é a do próprio Jesus histórico, peregrino
nas estradas da Palestina1.  Tal imagem,
porém, se beneficia do aprofundamento que a fé e a vivência dos cristãos
durante alguns decênios lhe puderam comunicar.

Examinemos agora de mais
perto as dificuldades com que se defrontam as duas hipóteses negativas atrás
mencionadas.

“As cruzes de uma
crítica”  (pp. 167-247)

Comecemos pela hipótese do
homem endeusado.

Objeções

Eis as principais objeções
que os próprios críticos levantaram contra tal hipótese:

Um judeu divinizado por
judeus … Os filhos de Israel professavam o mais estrito monoteísmo, devendo
diariamente repetir a fórmula do Chemá: “Ouve, Israel, teu Deus é um só” (Dt
6,4).  Por esta fé haviam perecido os
macabeus no século II a.C.; os fariseus a alimentavam ferrenhamente no povo
contemporâneo a Jesus.  Por isto não se
pode crer que os discípulos de Jesus, judeus como eram, tenham feito de Jesus
mero homem “um Deus feito homem”.  Este
endeusamento, se tivesse ocorrido, teria sido verdadeiro milagre, o maior dos
milagres concernentes a Jesus.  E como se
teria firmado e propagado no povo de Israel tal endeusamento?  Tal propagação seria ela mesma um prodígio ou
um milagre.

A noção de Encarnação.  Os judeus contemporâneos a Cristo exaltavam
de tal modo a transcendência de Deus que nem sequer ousavam pronunciar o santo
nome Javé.  Ora admitir que hajam
concebido Deus feito homem e pregado à cruz significa ignorar por completo a
mentalidade israelita.  Bem notava São
Paulo que tal concepção era escandalosa ou blasfema para os filhos de Israel
(cf. 1Cor 1,23; Mt 26, 63-66).

Santo Estévão, em 36
aproximadamente, morreu apedrejado pelos judeus porque proclamara a Divindade
de Jesus; cf. At 6,11-13; 7, 56-60.

E a ressurreição?  – Os Apóstolos, ao verem o Mestre preso e
condenado à morte, deram-se por frustrados e perderam as esperanças em Jesus;
tenham-se em vista Mc
14,50; Lc 24, 17-25.  Ora em tais
condições psicológicas jamais teriam “inventado” a ressurreição de Jesus.  Em vez de se mostrar propensos a conceber tal
tese, resistiram fortemente à notícia de que Jesus ressuscitara; seja citado
Tomé (Jo 20, 24-29).

A crítica dos Evangelhos

Desde que começou o estudo
científico do Novo Testamento, a crítica se preocupou com a identificação, nos
relatos evangélicos, das partes mais antigas, pois admitia que, quanto mais
arcaica é uma secção tanto mais garantia de autenticidade ela possui. – Ora
afirmam todos que o Evangelho segundo Marcos é o mais arcaico; nesse livro
mesmo a crítica detectou estrados mais notavelmente arcaicos, que fazem eco
direto à primeira pregação dos Apóstolos. 
Dentre estes, há os de Mc 2,3-12.23-29; 3,1-6.  Trata-se de episódios que atribuem a Jesus os
poderes de perdoar os pecados e de dispor do Sábado, isto é, de fazer o que só
Deus pode fazer.  Tais passagens do
Evangelho atestam que, poucos anos após a morte de Jesus, já estava consumada a
imagem que os discípulos faziam de Jesus; tinham-no na conta de Deus e
homem. 

Estes dados, aos quais
outros se poderiam acrescentar, mostram que a fé em Jesus Deus e homem não
foi criada pelos Apóstolos alucinados ou simplórios, de modo a se implantar no
decorrer de decênios de pregação, mas, ao contrário, logo após a ressurreição
de Jesus ela se impôs aos seguidores de Cristo, tímidos e hesitantes, como
verdade objetiva, incontornável, cujo fulgor vencia qualquer dúvida ou
temor.  Sabe-se que, interpelados pelas
autoridades judaicas a respeito da sua pregação os Apóstolos responderam: “Não
podemos deixar de anunciar o que vimos e ouvimos”.  (At 4,20).

Esta conclusão é confirmada
ainda pela observação seguinte :

A despretensão dos
evangelistas

Quem percorre as páginas dos
Evangelhos verifica que os respectivos autores não utilizaram artifícios para
“dourar” ou “embelezar” a figura de Jesus. 
Ao contrário, narraram com simplicidade o que os Apóstolos pregavam, a
ponto de nos transmitir passagens que diríamos “desajeitadas” ou pouco felizes
sob a pena de quem quer “Vender seu peixe”. 
Assim, por exemplo,

Em Mc 13,32 Jesus diz
ignorar a data do fim do mundo1,

Em Mc 10,17s Jesus parece
estranhar que um discípulo o chame “Bom Mestre”, visto que o predicado “bom”
convém a Deus só2;

Em Lc 24, 1-11, o
Evangelista apresenta as mulheres como primeiras mensageiras da ressurreição de
Jesus.  Precisamente a notícia mais
significativa foi confiada às mais desqualificadas testemunhas no mundo
judaico; às mulheres não se dava crédito (cf. Lc 24,11).  Ou este episódio é real ou não se explica por
que o Evangelista o teria forjado;

Em Mt 10,5s  Jesus diz aos discípulos, em missão
apostólica, não tomem o caminho dos gentios nem entrem em cidade de
samaritanos, mas, antes, se dirijam às ovelhas perdidas da casa de Israel. –
Ora tal injunção, se não é o eco genuíno das palavras de Cristo, era
inoportuna, pois parece contradizer à universalidade que o Evangelho adquiriu
logo depois de Pentecostes1.

Estes e outros textos
“desajeitados” dos evangelistas evidenciam que tais autores não forjaram suas
narrações, mas as referiram como eco fiel da história, certos de que a fé em Jesus Deus e homem era
tranqüila entre os seus leitores.

1..5.4.   A sobriedade dos Evangelhos

São estranhos certos
“silêncios” dos evangelistas.  Nada
dizem, por exemplo, a respeito do aspecto físico de Jesus ou a propósito da sua
formação escolar ou ainda no tocante à sua vida dos doze aos trinta anos de
idade.  Se os autores dos Evangelhos
tivessem inventado seus episódios, certamente não teriam omitido o que os
evangelistas silenciaram.  A prova disto
é que os evangelhos apócrifos (tidos como espúrios pela tradição cristã) são
ricos em pormenores sobre a infância e a adolescência de Jesus, atendendo não à
realidade histórica, mas evidentemente à fantasia dos antigos cristãos.  Aqueles que forjaram os apócrifos, forjaram-nos
de modo a não deixar insatisfeita nenhuma das espontâneas indagações dos
leitores: “explicaram”  tudo mediante a
sua criatividade, apresentando sempre um Jesus portentoso e taumaturgo1.  Ao contrário, os Evangelhos canônicos são
extremamente sóbrios, não formulando um comentário ou uma exclamação a respeito
do que narram2  e deixando muitas vezes o
leitor desejoso de conhecer mais pormenores.

“O mito e a história”  (pp. 249-283)

Detenhamo-nos agora sobre as
dificuldades que a hipótese do mito (ou do Deus mítico) teve de enfrentar pouco
depois da proposta.

Todo mito (e são muitos os
que a literatura relata) furta-se a cronologia e topografia exatas; a “estória”
é colocada em contexto geográfico e histórico vago e impreciso exatamente
porque deve estar subtraída ao controle dos cientistas (geógrafos, arqueólogos,
historiadores …).  Ora acontece que os
evangelistas descreveram os feitos e dizeres de Jesus em moldura histórica e
geográfica bem definida, mencionando regiões, cidades, piscinas, portas,
partidos políticos, Imperadores, governantes …  Tais indicações dos evangelistas, por mais
estranhas que parecessem à primeira vista, foram confirmadas pelas pesquisas
históricas e arqueológicas dos últimos decênios.  Assim o contexto geral da vida de Jesus foi
comprovado como autêntico – o que certamente contraria às leis da mitologia.

Mais ainda:  é de notar que em 70 d.C. a Palestina foi
totalmente invadida pelos romanos, que de lá expulsaram os judeus, pondo fim ao
cenário humano e político que os evangelistas descrevem.  Isto significa que estes referem
acontecimentos observados por testemunhas oculares e auriculares antes de 70
d.C.; não forjaram tardiamente o que narra, pois, se o quisessem fazer, já não
teriam à vista o quadro geral que descrevem.

De modo especial, o fim da
vida de Jesus pregado à cruz era algo de tão horrendo aos antigos cidadãos
judeus e romanos que jamais um “inventor” teria atribuído ao seu herói tal tipo
de morte.  Os próprios cristãos, nos
primeiros séculos, não representavam o Crucificado na sua iconografia, mas
preferiam pintar a cruz gloriosa (sem o corpo pendente de Cristo).

É oportuno que o leitor tome
conhecimento dos pormenores arqueológicos relacionados por V. Messori nas pp.
251-283 do seu livro.

A seguir, Messori enfatiza
ainda a singularidade da mensagem cristã, a vários títulos insólita e
rebarbativa para judeus e cristãos, a fim de mostrar que tal mensagem não
brotou da piedade ou da imaginação dos primeiros cristãos, mas foi-lhes
realmente comunicada ou revelada.

“De onde és tu?”  (pp. 285-336)

“Em seus vinte séculos de
encarnação histórica, a mensagem que se queria atribuir a obscuras comunidades
de fanáticos, não apenas assumiu imensa relevância histórica …, mas também
mostrou uma universalidade única no tempo e no espaço” (p. 288).

Tal mensagem é viva até hoje
e em todas as partes do mundo, apesar de exigente ou, por vezes,
desconcertante, como se depreende dos seguintes tópicos, colhidos entre outros:

o amor apregoado por Jesus
estende-se até aos inimigos (cf. Mt 5,44s). 
A este conceito jamais chegaram nem judeus nem maometanos;

todos os homens são iguais
entre si, qualquer que seja a sua condição social ou a sua raça, pois o Senhor
se identifica com dada um; cf. Mt 25, 31-46; Lc 10, 25-36;

Jesus pede renúncia
cotidiana do cristão a si mesmo: “Quem não toma a sua cruz e não segue após
mim, não é digno de mim” (Mt 10,38) ou ainda: “Não julgueis que vim trazer paz
à terra; não vim trazer paz, mas espada. 
Porque eu vim pôr em discórdia o homem contra seu pai, e a filha contra
a sua mãe, e a nora contra a sogra.  E
assim os inimigos do homem serão os seus familiares” (Mt 10, 34-36);

Jesus valorizou de maneira
estupenda as mulheres e as crianças, que a civilização antiga
menosprezava.  Ver testemunhos pagãos e
cristãos em contraste às pp. 312-321 de V. Messori;

Jesus ensinou a compreensão
e a misericórdia para com aqueles que falham (sem prejuízo, porém, para os
valores da justiça e do bem comum). 
Condenou assim o orgulho hipócrita dos que se julgam irrepreensíveis;
cf. Lc 7, 39-51 (a pecadora anônima); Lc 19, 1-10 (Zaqueu, o publicano); Lc 18,
10-14 (o fariseu e o publicano);

Jesus incutiu a primazia da
observância e da pureza interiores sobre as formalidades meramente extrínsecas
ou rituais.  Não basta ser santo perante
a Lei ou os homens, mas é preciso ser santo perante Deus (cf. Mc 7, 17-23; Mt
5,20-48).

O fato de que a mensagem
cristã, exigente como é, tenha atravessado os séculos e frutificado em todas as
partes do mundo, mostra que

ela corresponde às
aspirações mais nobres e genuínas de todo homem;

por conseguinte, não é
produto de um grupo de homens condicionados por sua cultura e seus problemas,
mas é programa de vida incutido pelo próprio Deus, Criador da natureza humana.

“Se for um equívoco”  (pp. 337-364)

No último capítulo do seu
livro, V. Messori aborda a questão do mal no mundo e chama finalmente a atenção
para as diferenças existentes entre o Cristianismo e as outras grandes
religiões da humanidade.

O escândalo do mal …

É Jacques Natanson quem
formula a objeção:

“Ou Deus pode impedir o mal
e então não é bom porque não o impede, ou não o pode impedir e então não é
onipotente.  Em ambos os casos falta a
Deus um atributo essencial:  a bondade ou
o poder.  E isto autoriza a negar-lhe a
existência”.

Esta dificuldade merece longas
considerações, pelas quais se demonstraria ser ela improcedente ou
sofismática.  V. Messori prefere
responder-lhe apontando o fato de que no Cristianismo o Onipotente se apresenta
às suas criaturas como escravo crucificado (p. 343).  Desta maneira o sofrimento no Cristianismo
aparece como fenômeno natural, decorrente das limitações mesmas das criaturas,
mas transfigurado e divinizado pelo fato de que Deus feito homem o quis assumir
fazendo da cruz o prelúdio da ressurreição e da glória.

“Jesus não destrói a cruz,
mas estende-se sobre ela … Os Evangelhos anunciam a felicidade dos pobres,
dos perseguidos, dos que choram e sofrem. 
Em outras religiões o sofredor pode crer que seu Deus o abandona.  Somente aqui o crente oprimido pelo mal pode
estar certo de que seu Deus atribulado lhe está mais próximo” (p. 546).

O Cristianismo e as demais
crenças religiosas

V. Messori termina o seu
livro acentuando a originalidade e a vitalidade que tornam o Cristianismo
inconfundível no conjunto das crenças religiosas da humanidade.

“Estamos convencidos de que
o Cristianismo é diferente, de que o Deus que anuncia é realmente o
absolutamente outro … “Acreditamos que os gestos e palavras de Jesus são
sempre completamente diferentes dos que se esperam de um Deus feito por mão de
homem”  (Natanson) (p. 348).

É a consciência desta
verdade que leva o cristão a rejeitar a afirmação segundo a qual todas as
religiões são igualmente verdadeiras.  A
consciência da “irredutibilidade” do Deus de Abraão e de Jesus pode explicar por
que muitas tentativas de criar uma religião universal, como, por exemplo, a da
Sociedade Teosófica, acolhem todas as crenças exceto a judaica e a cristã.  “O fato é que o Cristianismo não é uma
província de vasto império religioso … O Cristianismo não compreende a si
mesmo como uma das religiões, mas como a revelação suficiente e definitiva de
Deus na história” (p. 362).

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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