Grã-Bretanha: Mais de 1 milhão e meio de embriões humanos serão descartados

O grupo ACI/EWTN Noticias informou nesta segunda-feira (07 de janeiro de 2013), que na Grã-Bretanha, o Ministro da Saúde irá descartar 1,7 milhões de embriões humanos criados por meio de fertilização in vitro.

Segundo a notícia, a Autoridade de Embriologia e Fertilização Humana (HFEA) informou que “os embriões desprezados já não são necessários para a pessoa ou casal no tratamento” e explicou que “nestas circunstâncias, pode-se decidir se deseja doar os embriões a um projeto de pesquisa a outro casal ou pedir à clínica que os destrua”.

Para o Deputado Alton, a maioria das pessoas não conhece a alta demanda de “destruição absoluta de embriões humanos” no Reino Unido e denunciou que este processo se faz em quantidades “industriais”.

No processo de fecundação in vitro, os embriões são criados a partir dos óvulos e do esperma masculino. A doutrina católica se opõe a este procedimento por duas razões primordiais: primeiro, porque se trata de um procedimento contrário à ordem natural da sexualidade que atenta contra a dignidade dos esposos e do matrimônio.

Em segundo lugar, porque a técnica supõe a eliminação de seres humanos em estado embrionário tanto fora como dentro do ventre materno, implicando vários abortos em cada processo.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=24667

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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