Feministas apresentaram homicidas de bebês como vítimas da justiça mexicana

MEXICO D.F., 12 Ago. 10 (ACI) .

– Os magistrados do Supremo Tribunal de Justiça do estado de Guanajuato no México desmentiram a organização feminista ‘Centro Las Libres’ que apresentou seis mulheres condenadas pelo homicídio de seus filhos recém-nascidos como falsas presidiárias por abortos ilegais.

Conforme recolhe o jornal El Universal, em um encontro com a imprensa local, quatro magistrados do tribunal “explicaram que as seis mulheres condenadas a três décadas de prisão são culpadas do delito de homicídio em razão de parentesco e não do delito de aborto, porque seus filhos nasceram vivos, respiraram e suas mães os privaram da vida”.

“Só no caso de Alma Yareli Salazar -condenada a três anos de prisão- não creditaram a ela a autoria criminal. O magistrado Alfonso Fragoso Gutiérrez assegurou que nos seis casos se comprovou com depoimentos médicos ‘que o produto viveu e que houve uma ação da mãe que provocou a morte'”, acrescenta o jornal.

Um dos bebês “foi jogado em uma latrina para que falecesse e outros padeceram a obstrução das vias respiratórias para que falecessem por asfixia mecânica”.

Por sua parte, a presidenta do Tribunal, Raquel Barajas Monjarás, rechaçou qualquer possibilidade jurídica de reabrir os expedientes das seis mulheres mas indicou que poderia permitir às Nações Unidas a análise dos mesmos.
 

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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