Exortação Apostólica pós-sinodal Verbum Domini do Papa Bento XVI (Parte 6)

[156] Estas celebrações são úteis à causa ecuménica e, se vividas
no seu verdadeiro significado, constituem momentos intensos de autêntica oração
nos quais se pede a Deus para apressar o suspirado dia em que será possível
abeirar-nos todos da mesma mesa e beber do único cálice. Entretanto, na justa e
louvável promoção destes momentos, faça-se de modo que os mesmos não sejam
propostos aos fiéis em substituição da participação na Santa Missa nos dias de
preceito.

Neste
trabalho de estudo e de oração, reconhecemos com serenidade também os aspectos
que requerem ser aprofundados e que nos mantêm ainda distantes, como, por
exemplo, a compreensão do sujeito da interpretação com autoridade na Igreja e o
papel decisivo do Magistério.[157]

Além disso
queria sublinhar o que os Padres sinodais disseram da importância que têm,
neste trabalho ecuménico, as traduções da Bíblia nas diversas línguas. De
facto, sabemos que traduzir um texto não é trabalho meramente mecânico, mas faz
parte em certo sentido do trabalho interpretativo. A este respeito, o Venerável
João
Paulo II
afirmou: «Quem recorda como influíram nas divisões, especialmente
no Ocidente, os debates em torno da Escritura, pode compreender quanto seja
notável o passo em frente representado por tais traduções comuns».[158]
Por isso, a promoção das traduções comuns da Bíblia faz parte do trabalho
ecuménico. Desejo aqui agradecer a todos os que estão comprometidos nesta
importante tarefa e encorajá-los a continuarem na sua obra.

Consequências
sobre a organização dos estudos teológicos

47. Outra
consequência que deriva de uma adequada hermenêutica da fé diz respeito à
necessidade de mostrar as suas implicações na formação exegética e teológica,
particularmente dos candidatos ao sacerdócio. Faça-se com que o estudo da
Sagrada Escritura seja verdadeiramente a alma da teologia, enquanto se
reconhece nela a Palavra que Deus hoje dirige ao mundo, à Igreja e a cada um
pessoalmente. É importante que os critérios indicados pelo número 12 da
Constituição dogmática Dei
Verbum
sejam efectivamente tomados em consideração e se tornem objecto de
aprofundamento. Evite-se cultivar uma noção de pesquisa científica, que se
considera neutral face à Escritura. Por isso, juntamente com o estudo das
línguas próprias em que foi escrita a Bíblia e dos métodos interpretativos
adequados, é necessário que os estudantes tenham uma profunda vida espiritual,
para se aperceberem de que só é possível compreender a Escritura se a viverem.

Nesta
perspectiva, recomendo que o estudo da Palavra de Deus, transmitida e escrita,
se verifique sempre em profundo espírito eclesial, tendo em devida conta, na
formação académica, as intervenções sobre estas temáticas feitas pelo
Magistério, o qual «não está acima da palavra de Deus, mas sim ao seu serviço,
ensinando apenas o que foi transmitido, enquanto, por mandato divino e com a
assistência do Espírito Santo, a ouve piamente, a guarda religiosamente e a
expõe fielmente».[159]
Portanto tenha-se o cuidado de que os estudos se realizem reconhecendo que «a
sagrada Tradição, a sagrada Escritura e o magistério da Igreja, segundo o
sapientíssimo desígnio de Deus, de tal maneira se unem e associam que um sem os
outros não se mantém».[160]
Desejo pois que, segundo a doutrina do Concílio
Vaticano II
, o estudo da Sagrada Escritura, lida na comunhão da Igreja
universal, seja realmente como que a alma do estudo teológico.[161]

Os Santos e
a interpretação da Escritura

48. A interpretação da Sagrada Escritura
ficaria incompleta se não se ouvisse também quem viveu verdadeiramente a
Palavra de Deus, ou seja, os Santos.[162]
De facto, «viva lectio est vita bonorum».[163]
Realmente a interpretação mais profunda da Escritura provém precisamente
daqueles que se deixaram plasmar pela Palavra de Deus, através da sua escuta,
leitura e meditação assídua.

Certamente
não é por acaso que as grandes espiritualidades, que marcaram a história da
Igreja, nasceram de uma explícita referência à Escritura. Penso, por exemplo, em Santo Antão Abade,
que se decide ao ouvir esta palavra de Cristo: «Se queres ser perfeito, vai,
vende tudo o que possuíres, dá o dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no
céus; depois, vem e segue-Me» (Mt 19, 21).[164]
Igualmente sugestivo é São Basílio Magno, quando, na sua obra Moralia, se
interroga: «O que é próprio da fé? Certeza plena e segura da verdade das
palavras inspiradas por Deus. (.) O que é próprio do fiel? Com tal certeza
plena, conformar-se com o significado das palavras da Escritura, sem ousar
tirar nem acrescentar seja o que for».[165]
São Bento, na sua Regra, remete para a Escritura como «norma rectíssima para a
vida do homem».[166]
São Francisco de Assis – escreve Tomás de Celano – «ao ouvir que os discípulos
de Cristo não devem possuir ouro, nem prata, nem dinheiro, não devem trazer
alforge, nem pão, nem cajado para o caminho, não devem ter vários pares de
calçado, nem duas túnicas, (.) logo exclamou, transbordando de Espírito Santo:
Com todo o coração isto quero, isto peço, isto anseio realizar!».[167]
E Santa Clara de Assis reproduz plenamente a experiência de São Francisco: «A
forma de vida da Ordem das Irmãs pobres (.) é esta: observar o santo Evangelho
do Senhor nosso Jesus Cristo».[168]
Por sua vez, São Domingos de Gusmão «em toda a parte se manifestava como um
homem evangélico, tanto nas palavras como nas obras»,[169]
e tais queria que fossem também os seus padres pregadores: «homens
evangélicos».[170]
Santa Teresa de Ávila, nos seus escritos, recorre continuamente a imagens
bíblicas para explicar a sua experiência mística, e lembra que o próprio Jesus
lhe manifesta que «todo o mal do mundo deriva de não se conhecer claramente a
verdade da Sagrada Escritura».[171]
Santa Teresa do Menino Jesus encontra o Amor como sua vocação pessoal, quando
perscruta as Escrituras, em particular os capítulos 12 e 13 da Primeira Carta
aos Coríntios;[172]
e a mesma Santa assim nos descreve o fascínio das Escrituras: «Apenas lanço o
olhar sobre o Evangelho, imediatamente respiro os perfumes da vida de Jesus e
sei para onde correr».[173]
Cada Santo constitui uma espécie de raio de luz que brota da Palavra de Deus:
assim o vemos também em
Santo Inácio de Loyola na sua busca da verdade e no
discernimento espiritual, em
São João Bosco na sua paixão pela educação dos jovens, em São João Maria
Vianney na sua consciência da grandeza do sacerdócio como dom e dever; em São Pio de Pietrelcina no
seu ser instrumento da misericórdia divina; em São Josemaria Escrivá
na sua pregação sobre a vocação universal à santidade; na Beata Teresa de
Calcutá missionária da caridade de Deus pelos últimos; e nos mártires do
nazismo e do comunismo representados, os primeiros, por Santa Teresa Benedita
da Cruz (Edith Stein), monja carmelita, e os segundos pelo Beato Aloísio
Stepinac, Cardeal Arcebispo de Zagrábia.

49. Assim a
santidade relacionada com a Palavra de Deus inscreve-se de certo modo na
tradição profética, na qual a Palavra de Deus se serve da própria vida do
profeta. Neste sentido, a santidade na Igreja representa uma hermenêutica da
Escritura da qual ninguém pode prescindir. O Espírito Santo que inspirou os
autores sagrados é o mesmo que anima os Santos a darem a vida pelo Evangelho.
Entrar na sua escola constitui um caminho seguro para efectuar uma hermenêutica
viva e eficaz da Palavra de Deus.

Tivemos um
testemunho directo desta ligação entre Palavra de Deus e santidade durante a XII
Assembleia do Sínodo
quando, a 12 de Outubro na Praça de São Pedro, se
realizou a canonização
de quatro novos Santos
: o sacerdote Caetano Errico, fundador da Congregação
dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria; a Irmã Maria
Bernarda Bütler, nascida na Suíça e missionária no Equador e na Colômbia; a
Irmã Afonsa da Imaculada Conceição, primeira santa canonizada nascida na Índia;
a jovem leiga equatoriana Narcisa de Jesus Martillo Morán. Com a sua vida,
deram testemunho ao mundo e à Igreja da perene fecundidade do Evangelho de
Cristo. Pedimos ao Senhor que, por intercessão destes Santos canonizados
precisamente nos dias da assembleia sinodal sobre a Palavra de Deus, a nossa
vida seja aquele «terreno bom» onde o Semeador divino possa semear a Palavra
para que produza em nós frutos de santidade, a «trinta, sessenta, e cem por um»
(Mc 4, 20).

II PARTE

VERBUM IN ECCLESIA

«A todos os
que O receberam, deu-lhes o poder
de se tornarem filhos de Deus» (Jo 1, 12)

A palavra de Deus e a Igreja

A Igreja
acolhe a Palavra

50. O
Senhor pronuncia a sua Palavra para que seja acolhida por aqueles que foram
criados precisamente «por meio» do Verbo. «Veio ao que era Seu» (Jo 1, 11):
desde as origens, a Palavra tem a ver connosco e a criação foi desejada numa
relação de familiaridade com a vida divina. O Prólogo do quarto Evangelho
apresenta-nos também a rejeição da Palavra divina por parte dos «Seus» que «não
O receberam» (Jo 1, 11). Não recebê-Lo quer dizer não ouvir a sua voz, não se
configurar ao Logos. Mas, quando o homem, apesar de frágil e pecador, se abre
sinceramente ao encontro com Cristo, começa uma transformação radical: «A todos
os que O receberam, (.) deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus» (Jo 1,
12). Receber o Verbo significa deixar-se plasmar por Ele, para se tornar, pelo
poder do Espírito Santo, conforme a Cristo, ao «Filho Único que vem do Pai» (Jo
1, 14). É o início de uma nova criação: nasce a criatura nova, um povo novo.
Aqueles que crêem, ou seja, aqueles que vivem a obediência da fé «nasceram de
Deus» (Jo 1, 13), são feitos participantes da vida divina: filhos no Filho (cf.
Gl 4, 5-6; Rm 8, 14-17). Santo Agostinho, comentando este trecho do Evangelho
de João, afirma de modo sugestivo: «Por meio do Verbo foste feito, mas é
necessário que por meio do Verbo sejas refeito».[174]
Vemos esboçar-se aqui o rosto da Igreja como realidade que se define pelo
acolhimento do Verbo de Deus, que, encarnando, colocou a sua tenda entre nós
(cf. Jo 1, 14). Esta morada de Deus entre os homens – a shekinah (cf. Ex 26, 1)
-, prefigurada no Antigo Testamento, realiza-se agora com a presença definitiva
de Deus no meio dos homens em Cristo.

Contemporaneidade
de Cristo na vida da Igreja

51. A relação entre Cristo, Palavra do
Pai, e a Igreja não pode ser compreendida em termos de um acontecimento
simplesmente passado, mas trata-se de uma relação vital na qual cada fiel,
pessoalmente, é chamado a entrar. Realmente, falamos da Palavra de Deus que
está hoje presente connosco: «Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo»
(Mt 28, 20). Como afirmou o Papa João Paulo
II
, «a contemporaneidade de Cristo com o homem de cada época realiza-se no
seu corpo, que é a Igreja. Por esta razão, o Senhor prometeu aos seus
discípulos o Espírito Santo, que lhes haveria de “lembrar” e fazer compreender
os seus mandamentos (cf. Jo 14, 26) e seria o princípio fontal de uma nova vida
no mundo (cf. Jo 3, 5-8; Rm 8, 1-13)».[175]
A Constituição dogmática Dei
Verbum
expressa este mistério com os termos bíblicos de um diálogo nupcial:
«Deus, que outrora falou, dialoga sem interrupção com a esposa do seu amado
Filho; e o Espírito Santo – por quem ressoa a voz do Evangelho na Igreja e,
pela Igreja, no mundo – introduz os crentes na verdade plena e faz com que a
palavra de Cristo neles habite em toda a sua riqueza (cf. Cl 3, 16)».[176]

Mestra de
escuta, a Esposa de Cristo repete, com fé, também hoje: «Falai, Senhor, que a
vossa Igreja Vos escuta».[177]
Por isso, a Constituição dogmática Dei
Verbum
começa com estes termos: «O sagrado Concílio, ouvindo religiosamente
a Palavra de Deus e proclamando-a com confiança.».[178]
Com efeito, trata-se de uma definição dinâmica da vida da Igreja: «São palavras
com as quais o Concílio indica um aspecto qualificante da Igreja: esta é uma
comunidade que escuta e anuncia a Palavra de Deus. A Igreja não vive de si mesma,
mas do Evangelho; e do Evangelho tira, sem cessar, orientação para o seu
caminho. Temos aqui uma advertência que cada cristão deve acolher e aplicar a
si mesmo: só quem se coloca primeiro à escuta da Palavra é que pode depois
tornar-se seu anunciador».[179]
Na Palavra de Deus proclamada e ouvida e nos Sacramentos, Jesus hoje, aqui e
agora, diz a cada um: «Eu sou teu, dou-Me a ti», para que o homem O possa
acolher e responder-Lhe dizendo por sua vez: «Eu sou teu».[180]
Assim a Igreja apresenta-se como o âmbito onde podemos, por graça, experimentar
o que diz o Prólogo de João: «A todos os que O receberam, deu-lhes o poder de
se tornarem filhos de Deus» (Jo 1, 12).

Liturgia, lugar privilegiado da Palavra
de Deus

A Palavra
de Deus na sagrada Liturgia

52.
Considerando a Igreja como «casa da Palavra»,[181]
deve-se antes de tudo dar atenção à Liturgia sagrada. Esta constitui,
efectivamente, o âmbito privilegiado onde Deus nos fala no momento presente da
nossa vida: fala hoje ao seu povo, que escuta e responde. Cada acção litúrgica
está, por sua natureza, impregnada da Sagrada Escritura. Como afirma a
Constituição Sacrosanctum
Concilium
, «é enorme a importância da Sagrada Escritura na celebração da
Liturgia. Porque é a ela que se vão buscar as leituras que se explicam na
homilia e os salmos para cantar; com o seu espírito e da sua inspiração
nasceram as preces, as orações e os hinos litúrgicos; dela tiram a sua capacidade
de significação as acções e os sinais».[182]
Mais ainda, deve-se afirmar que o próprio Cristo «está presente na sua palavra,
pois é Ele que fala ao ser lida na Igreja a Sagrada Escritura».[183]
Com efeito, «a celebração litúrgica torna-se uma contínua, plena e eficaz
proclamação da Palavra de Deus. Por isso, constantemente anunciada na liturgia,
a Palavra de Deus permanece viva e eficaz pela força do Espírito Santo, e
manifesta aquele amor operante do Pai que não cessa jamais de agir em favor de
todos os homens».[184]
De facto, a Igreja sempre mostrou ter consciência de que, na acção litúrgica, a
Palavra de Deus é acompanhada pela acção íntima do Espírito Santo que a torna
operante no coração dos fiéis. Na realidade, graças ao Paráclito é que «a
Palavra de Deus se torna fundamento da acção litúrgica, norma e sustentáculo da
vida inteira. A acção do próprio Espírito Santo (.) sugere a cada um, no íntimo
do coração, tudo aquilo que, na proclamação da Palavra de Deus, é dito para a
assembleia inteira dos fiéis e, enquanto reforça a unidade de todos, favorece
também a diversidade dos carismas e valoriza a acção multiforme».[185]

Por isso,
para a compreensão da Palavra de Deus, é necessário entender e viver o valor
essencial da acção litúrgica. Em certo sentido, a hermenêutica da fé
relativamente à Sagrada Escritura deve ter sempre como ponto de referência a
liturgia, onde a Palavra de Deus é celebrada como palavra actual e viva: «A
Igreja, na liturgia, segue fielmente o modo de ler e interpretar as Sagradas
Escrituras seguido pelo próprio Cristo, quando, a partir do “hoje” do seu
evento, exorta a perscrutar todas as Escrituras».[186]

Aqui se vê
também a sábia pedagogia da Igreja que proclama e escuta a Sagrada Escritura
seguindo o ritmo do ano litúrgico. Vemos a Palavra de Deus distribuída ao longo
do tempo, particularmente na celebração eucarística e na Liturgia das Horas. No
centro de tudo, refulge o Mistério Pascal, ao qual se unem todos os mistérios
de Cristo e da história da salvação actualizados sacramentalmente: «Com esta
recordação dos mistérios da Redenção, a Igreja oferece aos fiéis as riquezas
das obras e merecimentos do seu Senhor, a ponto de os tornar como que presentes
a todo o tempo, para que os fiéis, em contacto com eles, se encham de graça».[187]
Por isso exorto os Pastores da Igreja e os agentes pastorais a fazer com que
todos os fiéis sejam educados para saborear o sentido profundo da Palavra de
Deus que está distribuída ao longo do ano na liturgia, mostrando os mistérios
fundamentais da nossa fé. Também disto depende a correcta abordagem da Sagrada
Escritura.

Sagrada Escritura
e Sacramentos

53.
Ocupando-se do tema do valor da liturgia para a compreensão da Palavra de Deus,
o Sínodo dos Bispos quis sublinhar também a relação entre a Sagrada Escritura e
a acção sacramental. É muito oportuno aprofundar o vínculo entre Palavra e
Sacramento, tanto na acção pastoral da Igreja como na investigação teológica.[188]
Certamente, «a liturgia da Palavra é um elemento decisivo na celebração de cada
um dos sacramentos da Igreja»;[189]
na prática pastoral, porém, nem sempre os fiéis estão conscientes deste
vínculo, vendo a unidade entre o gesto e a palavra. É «dever dos sacerdotes e
diáconos, sobretudo quando administram os sacramentos, evidenciar a unidade que
formam Palavra e Sacramento no ministério da Igreja».[190]
De facto, na relação entre Palavra e gesto sacramental, mostra-se de forma
litúrgica o agir próprio de Deus na história, por meio do carácter performativo
da Palavra. Com efeito, na história da salvação, não há separação entre o que
Deus diz e faz; a sua própria Palavra ap

Compartilhe!

    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
    Adicionar a favoritos link permanente.