Exortação Apostólica pós-sinodal Verbum Domini do Papa Bento XVI (Parte 2)

A sua
existência caracterizou-se completamente pelo zelo em difundir a Palavra de
Deus. Como não sentir vibrar no nosso coração as palavras com que se referia à
sua missão de anunciador da Palavra divina: «Faço tudo por causa do Evangelho»
(1 Cor 9, 23); «pois eu – escreve na Carta aos Romanos – não me envergonho do
Evangelho, o qual é poder de Deus para salvação de todo o crente» (1, 16)?!
Quando reflectimos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, não
podemos deixar de pensar em
São Paulo e na sua vida entregue à difusão do anúncio da
salvação de Cristo a todos os povos.

O Prólogo
do Evangelho de João por guia

5. Desejo,
através desta Exortação apostólica, que as conclusões do Sínodo influam
eficazmente sobre a vida da Igreja: sobre a relação pessoal com as Sagradas
Escrituras, sobre a sua interpretação na liturgia e na catequese bem como na
investigação científica, para que a Bíblia não permaneça uma Palavra do
passado, mas uma Palavra viva e actual. Com este objectivo, pretendo apresentar
e aprofundar os resultados do Sínodo, tomando por referência constante o
Prólogo do Evangelho de João (Jo 1, 1-18), que nos dá a conhecer o fundamento
da nossa vida: o Verbo, que desde o princípio está junto de Deus, fez-Se carne
e veio habitar entre nós (cf. Jo 1, 14). Trata-se de um texto admirável, que dá
uma síntese de toda a fé cristã. A partir da sua experiência pessoal do
encontro e seguimento de Cristo, João, que a tradição identifica com «o
discípulo que Jesus amava» (Jo 13, 23; 20, 2; 21, 7.20), «chegou a esta certeza
íntima: Jesus é a Sabedoria de Deus encarnada, é a sua Palavra eterna feita
homem mortal».[13]
Aquele que «viu e acreditou» (Jo 20, 8) nos ajude também a apoiar a cabeça
sobre o peito de Cristo (cf. Jo 13, 25), donde brotou sangue e água (cf. Jo 19,
34), símbolos dos Sacramentos da Igreja. Seguindo o exemplo do Apóstolo João e
dos outros autores inspirados, deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo para
podermos amar cada vez mais a Palavra de Deus.

 

I PARTE

VERBUM DEI

«No
princípio já existia o Verbo,
e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (.)
e o Verbo fez-Se carne» (Jo 1, 1.14)

 

O Deus que fala

Deus em
diálogo

6. A novidade da revelação bíblica
consiste no facto de Deus Se dar a conhecer no diálogo, que deseja ter
connosco.[14]
A Constituição dogmática Dei
Verbum
tinha exposto esta realidade, reconhecendo que «Deus invisível na
riqueza do seu amor fala aos homens como a amigos e convive com eles, para os
convidar e admitir à comunhão com Ele».[15]
Mas ainda não teríamos compreendido suficientemente a mensagem do Prólogo de
São João, se nos detivéssemos na constatação de que Deus Se comunica
amorosamente a nós. Na realidade, o Verbo de Deus, por meio do Qual «tudo
começou a existir» (Jo 1, 3) e que Se «fez carne» (Jo 1, 14), é o mesmo que já
existia «no princípio» (Jo 1, 1). Se aqui podemos descobrir uma alusão ao início
do livro do Génesis (cf. Gn 1, 1), na realidade vemo-nos colocados diante de um
princípio de carácter absoluto e que nos narra a vida íntima de Deus. O Prólogo
joanino apresenta-nos o facto de que o Logos existe realmente desde sempre, e
desde sempre Ele mesmo é Deus. Por conseguinte, nunca houve em Deus um tempo em
que não existisse o Logos. O Verbo preexiste à criação. Portanto, no coração da
vida divina, há a comunhão, há o dom absoluto. «Deus é amor» (1 Jo 4, 16) –
dirá noutro lugar o mesmo Apóstolo, indicando assim «a imagem cristã de Deus e
também a consequente imagem do homem e do seu caminho».[16]
Deus dá-Se-nos a conhecer como mistério de amor infinito, no qual, desde toda a
eternidade, o Pai exprime a sua Palavra no Espírito Santo. Por isso o Verbo,
que desde o princípio está junto de Deus e é Deus, revela-nos o próprio Deus no
diálogo de amor entre as Pessoas divinas e convida-nos a participar nele.
Portanto, feitos à imagem e semelhança de Deus amor, só nos podemos compreender
a nós mesmos no acolhimento do Verbo e na docilidade à obra do Espírito Santo.
É à luz da revelação feita pelo Verbo divino que se esclarece definitivamente o
enigma da condição humana.

Analogia da
Palavra de Deus

7. A partir destas considerações que
brotam da meditação sobre o mistério cristão expresso no Prólogo de João, é
necessário agora pôr em evidência aquilo que foi afirmado pelos Padres sinodais
a propósito das diversas modalidades com que usamos a expressão «Palavra de
Deus». Falou-se, justamente, de uma sinfonia da Palavra, de uma Palavra única
que se exprime de diversos modos: «um cântico a diversas vozes».[17]
A este propósito, os Padres sinodais falaram de um uso analógico da linguagem
humana na referência à Palavra de Deus. Com efeito, se esta expressão, por um
lado, diz respeito à comunicação que Deus faz de Si mesmo, por outro assume
significados diversos que devem ser atentamente considerados e relacionados
entre si, tanto do ponto de vista da reflexão teológica como do uso pastoral.
Como nos mostra claramente o Prólogo de João, o Logos indica originariamente o
Verbo eterno, ou seja, o Filho unigénito, gerado pelo Pai antes de todos os
séculos e consubstancial a Ele: o Verbo estava junto de Deus, o Verbo era Deus.
Mas este mesmo Verbo – afirma São João – «fez-Se carne» (Jo 1, 14); por isso
Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria, é realmente o Verbo de Deus que Se fez
consubstancial a nós. Assim a expressão «Palavra de Deus» acaba por indicar
aqui a pessoa de Jesus Cristo, Filho eterno do Pai feito homem.

Além disso,
se no centro da revelação divina está o acontecimento de Cristo, é preciso
reconhecer que a própria criação, o liber naturae, constitui também
essencialmente parte desta sinfonia a diversas vozes na qual Se exprime o único
Verbo. Do mesmo modo confessamos que Deus comunicou a sua Palavra na história
da salvação, fez ouvir a sua voz; com a força do seu Espírito, «falou pelos
profetas».[18]
Por conseguinte, a Palavra divina exprime-se ao longo de toda a história da
salvação e tem a sua plenitude no mistério da encarnação, morte e ressurreição do
Filho de Deus. E Palavra de Deus é ainda aquela pregada pelos Apóstolos, em
obediência ao mandato de Jesus Ressuscitado: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai
a Boa Nova a toda a criatura» (Mc 16, 15). Assim a Palavra de Deus é
transmitida na Tradição viva da Igreja. Enfim, é Palavra de Deus, atestada e
divinamente inspirada, a Sagrada Escritura, Antigo e Novo Testamento. Tudo isto
nos faz compreender por que motivo, na Igreja, veneramos extremamente as
Sagradas Escrituras, apesar da fé cristã não ser uma «religião do Livro»: o
cristianismo é a «religião da Palavra de Deus», não de «uma palavra escrita e
muda, mas do Verbo encarnado e vivo».[19]
Por conseguinte a Sagrada Escritura deve ser proclamada, escutada, lida,
acolhida e vivida como Palavra de Deus, no sulco da Tradição Apostólica de que
é inseparável.[20]

Como
afirmaram os Padres sinodais, encontramo-nos realmente perante um uso analógico
da expressão «Palavra de Deus», e disto mesmo devemos estar conscientes. Por
isso, é necessário que os fiéis sejam melhor formados para identificar os seus
diversos significados e compreender o seu sentido unitário. E do ponto de vista
teológico é preciso também aprofundar a articulação dos vários significados desta
expressão, para que resplandeça melhor a unidade do plano divino e, neste, a
centralidade da pessoa de Cristo.[21]

Dimensão
cósmica da Palavra

8.
Conscientes do significado fundamental da Palavra de Deus referida ao Verbo
eterno de Deus feito carne, único salvador e mediador entre Deus e o homem,[22]
e escutando esta Palavra, somos levados pela revelação bíblica a reconhecer que
ela é o fundamento de toda a realidade. O Prólogo de São João afirma, referindo-se
ao Logos divino, que «tudo começou a existir por meio d’Ele, e, sem Ele, nada
foi criado» (Jo 1, 3); de igual modo na Carta aos Colossenses afirma-se,
aludindo a Cristo «primogénito de toda a criação» (1, 15), que «tudo foi criado
por Ele e para Ele» (1, 16). E o autor da Carta aos Hebreus recorda que «pela
fé conhecemos que o mundo foi formado pela palavra de Deus, de tal modo que o
que se vê não provém das coisas sensíveis» (11, 3).

Este
anúncio é, para nós, uma palavra libertadora. De facto, as afirmações da
Sagrada Escritura indicam que tudo o que existe não é fruto de um acaso
irracional, mas é querido por Deus, está dentro do seu desígnio, em cujo centro
se encontra a oferta de participar na vida divina em Cristo. A criação nasce
do Logos e traz indelével o sinal da Razão criadora que regula e guia. Esta
feliz certeza é cantada nos Salmos: «Pela palavra do Senhor foram feitos os
céus, pelo sopro da sua boca todos os seus exércitos» (Sl 33, 6); e ainda: «Ele
falou e as coisas existiram. Ele mandou e as coisas subsistiram» (Sl 33, 9). A
realidade inteira exprime este mistério: «Os céus proclamam a glória de Deus, o
firmamento anuncia as obras das suas mãos» (Sl 19, 2). É a própria Sagrada
Escritura que nos convida a conhecer o Criador, observando a criação (cf. Sb
13, 5; Rm 1, 19-20). A tradição do pensamento cristão soube aprofundar este
elemento-chave da sinfonia da Palavra, quando por exemplo São Boaventura – que,
juntamente com a grande tradição dos Padres Gregos, vê todas as possibilidades
da criação no Logos[23] –
afirma que «cada criatura é palavra de Deus, porque proclama Deus».[24]
A Constituição dogmática Dei
Verbum
sintetizara este facto dizendo que «Deus, criando e conservando
todas as coisas pelo Verbo (cf. Jo 1, 3), oferece aos homens um testemunho
perene de Si mesmo na criação».[25]

A criação
do homem

9. Deste
modo, a realidade nasce da Palavra, como creatura Verbi, e tudo é chamado a
servir a Palavra. A criação é lugar onde se desenvolve toda a história do amor
entre Deus e a sua criatura; por conseguinte, o movente de tudo é a salvação do
homem. Contemplando o universo na perspectiva da história da salvação, somos
levados a descobrir a posição única e singular que ocupa o homem na criação:
«Deus criou o homem à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem
e mulher» (Gn 1, 27). Isto permite-nos reconhecer plenamente os dons preciosos
recebidos do Criador: o valor do próprio corpo, o dom da razão, da liberdade e
da consciência. Nisto encontramos também tudo aquilo que a tradição filosófica
chama «lei natural».[26]
Com efeito, «todo o ser humano que atinge a consciência e a responsabilidade
experimenta um chamamento interior para realizar o bem»[27]
e, consequentemente, evitar o mal. Sobre este princípio, como recorda São Tomás
de Aquino, fundam-se também todos os outros preceitos da lei natural.[28]
A escuta da Palavra de Deus leva-nos em primeiro lugar a prezar a exigência de
viver segundo esta lei «escrita no coração» (cf. Rm 2, 15; 7, 23).[29]
Depois, Jesus Cristo dá aos homens a Lei nova, a Lei do Evangelho, que assume e
realiza de modo sublime a lei natural, libertando-nos da lei do pecado, por
causa do qual, come diz São Paulo, «querer o bem está ao meu alcance, mas
realizá-lo não» (Rm 7, 18), e dá aos homens, por meio da graça, a participação
na vida divina e a capacidade de superar o egoísmo.[30]

O realismo
da Palavra

10. Quem
conhece a Palavra divina conhece plenamente também o significado de cada
criatura. De facto, se todas as coisas «têm a sua subsistência» n’Aquele que
existe «antes de todas as coisas» (Cl 1, 17), então quem constrói a própria
vida sobre a sua Palavra edifica de modo verdadeiramente sólido e duradouro. A
Palavra de Deus impele-nos a mudar o nosso conceito de realismo: realista é
quem reconhece o fundamento de tudo no Verbo de Deus.[31]
Isto revela-se particularmente necessário no nosso tempo, em que manifestam o
seu carácter efémero muitas coisas com as quais se contava para construir a
vida e sobre as quais se era tentado a colocar a própria esperança. Mais cedo
ou mais tarde, o ter, o prazer e o poder manifestam-se incapazes de realizar as
aspirações mais profundas do coração do homem. De facto, para edificar a
própria vida, ele tem necessidade de alicerces sólidos, que permaneçam mesmo
quando falham as certezas humanas. Na realidade, já que «para sempre, Senhor,
como os céus, subsiste a vossa palavra» e a fidelidade do Senhor «atravessa as
gerações» (Sl 119, 89-90), quem constrói sobre esta palavra, edifica a casa da
própria vida sobre a rocha (cf. Mt 7, 24). Que o nosso coração possa dizer a
Deus cada dia: «Sois o meu abrigo, o meu escudo, na vossa palavra pus a minha
esperança» (Sl 119, 114), e possamos agir cada dia confiando no Senhor Jesus
como São Pedro: «Porque Tu o dizes, lançarei as redes» (L?c 5, 5).

Cristologia
da Palavra

11. A partir deste olhar sobre a
realidade como obra da Santíssima Trindade, através do Verbo divino, podemos
compreender as palavras do autor da Carta aos Hebreus: «Tendo Deus falado
outrora aos nossos pais, muitas vezes e de muitas maneiras, pelos Profetas,
agora falou-nos nestes últimos tempos pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de
tudo e por Quem igualmente criou o mundo» (Hb 1, 1-2). É estupendo observar
como todo o Antigo Testamento se nos apresenta já como história na qual Deus
comunica a sua Palavra: de facto, «tendo estabelecido aliança com Abraão (cf.
Gn 15, 18), e com o povo de Israel por meio de Moisés (cf. Ex 24, 8),
revelou-Se ao Povo escolhido como único Deus verdadeiro e vivo, em palavras e
obras, de tal modo que Israel pudesse conhecer por experiência os planos de
Deus sobre os homens, os compreendesse cada vez mais profunda e claramente,
ouvindo o mesmo Deus falar por boca dos profetas, e os difundisse mais
amplamente entre os homens (cf. Sl 21, 28-29; 95, 1-3; Is 2, 1-4; Jr 3, 17)».[32]

Esta
condescendência de Deus realiza-se, de modo insuperável, na encarnação do
Verbo. A Palavra eterna que se exprime na criação e comunica na história da
salvação, tornou-se em Cristo um homem, «nascido de mulher» (Gl 4, 4). Aqui a
Palavra não se exprime primariamente num discurso, em conceitos ou regras; mas
vemo-nos colocados diante da própria pessoa de Jesus. A sua história, única e
singular, é a palavra definitiva que Deus diz à humanidade. Daqui se compreende
por que motivo, «no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma
grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida
um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo».[33]
A renovação deste encontro e desta consciência gera no coração dos fiéis a
maravilha pela iniciativa divina, que o homem, com as suas próprias capacidades
racionais e imaginação, jamais teria podido conceber. Trata-se de uma novidade
inaudita e humanamente inconcebível: «O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós»
(Jo 1, 14a). Estas expressões não indicam uma figura retórica mas uma
experiência vivida. Quem a refere é São João, testemunha ocular: «Nós vimos a
sua glória, glória que Lhe vem do Pai, como Filho único cheio de graça e de
verdade» (Jo 1, 14b). A fé apostólica testemunha que a Palavra eterna Se fez Um
de nós. A Palavra divina exprime-se verdadeiramente em palavras humanas.

12. A tradição patrística e medieval,
contemplando esta «Cristologia da Palavra», utilizou uma sugestiva expressão: O
Verbo abreviou-Se.[34]
«Na sua tradução grega do Antigo Testamento, os Padres da Igreja encontravam
uma frase do profeta Isaías – que o próprio São Paulo cita – para mostrar como
os caminhos novos de Deus estivessem já preanunciados no Antigo Testamento. Eis
a frase: “O Senhor compendiou a sua Palavra, abreviou–a” (Is 10, 23; Rm 9,
28). (.) O próprio Filho é a Palavra, é o Logos: a Palavra eterna fez-Se
pequena; tão pequena que cabe numa manjedoura. Fez–Se criança, para que a
Palavra possa ser compreendida por nós».[35]
Desde então a Palavra já não é apenas audível, não possui somente uma voz;
agora a Palavra tem um rosto, que por isso mesmo podemos ver: Jesus de Nazaré.[36]

Repassando
a narração dos Evangelhos, notamos como a própria humanidade de Jesus se
manifesta em toda a sua singularidade precisamente quando referida à Palavra de
Deus. De facto, na sua humanidade perfeita, Ele realiza a vontade do Pai a todo
o momento; Jesus ouve a sua voz e obedece-Lhe com todo o seu ser; conhece o Pai
e observa a sua palavra (cf. Jo 8, 55); comunica-nos as coisas do Pai (cf. Jo
12, 50); «dei-lhes as palavras que Tu Me deste» (Jo 17, 8). Assim Jesus mostra
que é o Logos divino que Se dá a nós, mas é também o novo Adão, o homem
verdadeiro, aquele que cumpre em cada momento não a própria vontade mas a do
Pai. Ele «crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos
homens» (L?c 2, 52). De maneira perfeita,
escuta, realiza em Si mesmo e comunica-nos a Palavra divina (cf. L?c 5, 1).

Por fim, a
missão de Jesus cumpre-se no Mistério Pascal: aqui vemo-nos colocados diante da
«Palavra da cruz» (cf. 1 Cor 1, 18). O Verbo emudece, torna-se silêncio de
morte, porque Se «disse» até calar, nada retendo do que nos devia comunicar. 

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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