É possível superar a tendência homossexual?

Em 01 de novembro 2012 o site folha.uol.com.br, divulgou a  matéria “Ex-gays tentam mostrar que é possível mudar a homossexualidade” (matéria de ERIK ECKHOLM do “NEW YORK TIMES”, Tradução de PAULO MIGLIACCI).

No artigo é mostrado que Blake Smith, de 58 anos, homossexual, revela acreditar que comportamento homossexual seja errado por motivos religiosos, e que tentou resistir ao máximo, tendo forte tendência homossexual. Ele conta que dedicou-se 17 anos a um casamento fracassado, combatendo suas necessidades dia a dia, e sonhando com elas a cada noite. Mas nos últimos anos, ao avaliar sua infância em seu processo de terapia e em encontros de final de semana em grupos com nomes como “as pessoas podem mudar” e “jornada para a masculinidade”, ele descobriu que “meus sentimentos homossexuais praticamente desapareceram”.

Smith concedeu a entrevista em  sua casa em Bakersfield, na Califórnia, onde vive com sua segunda mulher, que se casou com ele oito anos atrás, conhecendo sua história. “Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente gostosa.”

O artigo diz que “Smith é um dos milhares de homens americanos, muitas vezes definidos como ex-gays, que acreditam que conseguiram mudar seus desejos sexuais mais básicos por meio de alguma combinação entre terapia e oração…”.

Na Califórnia, em setembro, o governador Jerry Brown assinou uma lei que proíbe o uso de “terapias de conversão” sexual, por menores de idade o que, na opinião de alguns dos ex-gays, representa uma contestação à sua validade pessoal.

Segundo o artigo, muitos ex-gays continuam a buscar ajuda dos terapeutas e dos grupos de auxílio para homens, afirmando que “sua experiência pessoal é prova suficiente de que o tratamento pode funcionar”.

É revelado que muitos ex-gays se reúnem discretamente em grupos de apoio em todo país, compartilhando ideias sobre como evitar tentações ou, talvez, como revelar seu passado as mulheres com quem estejam saindo. Alguns deles estão tentando salvar casamentos heterossexuais. Alguns esperam um dia casar com uma mulher. Outros optam pelo celibato como alternativa superior ao que veem como vida de pecado homossexual.

Tendo passado por terapia reparadora formal ou não, a maioria dos ex-gays concordam com seus preceitos, ainda que estes sejam rejeitados pelos cientistas convencionais.

Outro caso citado é o de Cameron Michael Swaim, 20, diz estar no estágio inicial de seu esforço para superar o desejo homossexual. Swaim não trabalha e vive com os pais no condado de Orange, Califórnia, onde seu pai é pastor da Igreja dos Amigos Evangélicos do Sudoeste.

Ele tentou a vida gay, “mas não me acomodei a ela”, diz, e por fim decidiu que “tem de haver um meio de curar esse mal”.

Por meio de reuniões de final de semana e de sua participação em um grupo de apoio no sul da Califórnia, Swaim começou a estudar seus relacionamentos familiares, o que vem sendo doloroso, mas parece estar ajudando. “Estou criando confiança no convívio com homens”, disse, “e isso aumenta minha confiança quando estou em companhia de mulheres”.

Dentro de cinco anos, Swaim espera estar noivo ou casado. Enquanto isso, ele está tentando juntar dinheiro para começar a se consultar com um terapeuta “reparador”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1178870-ex-gays-tentam-mostrar-que-e-possivel-mudar-a-homossexualidade.shtml

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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