“Ciberteólogo” do Vaticano explica o porquê de Ipads e Smartphones não poderem substituir Missal na Liturgia

O Site ACI/EWTN Noticias divulgou nesta última sexta-feira, 10 de agosto de 2012,  que o sacerdote, Pe. Antônio Spadaro, membro do Pontifício Conselho das Comunicações, conhecido como o “ciberteólogo” do Vaticano, explicou o porquê dos dispositivos móveis como Ipad, Smartphones e tablets não poderem substituir o Missal Romano nem os tradicionais livros na liturgia católica.

Segundo o Padre Spadaro considera que graças aos aplicativos que permitem rezar a oração do Breviário, ou o Missal, como o iBreviary, pode-se difundir o uso dos livros litúrgicos no mundo digital.Porém, recordou que “a página do Evangelho, permanece como parte integrante da ação ritual da comunidade cristã”.

O presbítero explicou que “é inimaginável que se leve em procissão um iPad ou um computador portátil, ou que em uma liturgia um monitor seja solenemente incensado e beijado”, e portanto, “a liturgia, é o baluarte de resistência da relação texto-página contra a volatilização do texto desencarnado de uma página de tinta; o contexto no qual, a página permanece como o ‘corpo’ de um texto”.

Leia a notícia na íntegra: Ipads e Smartphones não podem substituir Missal na Liturgia

Fonte: ACIDIGITAL

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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