Austrália reconhece o gênero “neutro”

GeneroAustralia_DominioPublicoNesta quinta-feira (03/04/14), informou ACI/EWTN Noticias, que a Suprema Corte da Austrália decidiu reconhecer o gênero “neutro”; isto em resposta ao processo judicial de Norrie, um homem que depois de realizar uma mudança de sexo, disse não sentir-se homem ou mulher e por isso reclamou a criação de um novo gênero.

Conforme informou a imprensa local, o tribunal decidiu de forma unânime que uma pessoa seja identificada como gênero “não específico”, quer dizer que “pode não ser nem do sexo masculino, nem do sexo feminino”. Para documentos de Estado Civil, se identificarão como terceiro sexo, algo até agora reconhecido em muito poucos países.

Depois de sua cirurgia, Norrie pediu às autoridades de Gales do Sul o reconhecimento do gênero sexual neutro, já que afirmou que não se identificava como homem ou mulher.

O registro de Estado Civil de Nova Gales do Sul aceitou em 2001 registrá-lo sob a categoria “gênero não específico”, mas logo depois a decisão foi revogada pelo departamento e Norrie disse que tinha sido “socialmente assassinado”.

O caso chegou à alta corte da Austrália, que decidiu aprovar o seu pedido.

Na Alemanha e Nepal os cidadãos podem colocar um X no espaço “sexo” de seu passaporte.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/australia-reconhece-o-genero-neutro-78542/

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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