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  • As Imagens dos Santos

    Categoria: Artigos



    na-sra-aparecida_-30cm_-pintura-tradicional_zoom_1_1A imagem é muito mais do que uma escultura, pode ser qualquer coisa que permite excitar a nossa vista: uma escultura, um desenho, uma pintura, um objeto. O dicionário do Aurélio trás uma ampla conceituação do que seja uma imagem, entre outras diz: “a representação gráfica, plástica ou fotográfica de pessoa ou de objeto”.  A imagem pode estar em duas dimensões ou em três; no plano ou no espaço. Ela, sem precisar de palavra, consegue falar e sensibilizar as pessoas com muito mais facilidade do que muitas palavras. Elas por si mesmas carregam uma linguagem própria que nem sempre precisa excitar nossos ouvidos.

    A própria Bíblia é uma imagem: as palavras impressas sobre o papel nada mais são do que símbolos gráficos que excitam os olhos resultando na imaginação responsável pela compreensão do texto. A Bíblia é a imagem da Palavra de Deus.

    Muitos homens e mulheres se converteram por um simples olhar para uma imagem ou crucifixo mudos no interior de uma igreja. O próprio homem foi feito à “imagem e semelhança de Deus” (Gn 1,26-27). É por isso que se diz que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Portanto, é lógico que não seria justo desprezar o recurso das imagens na evangelização, especialmente dos iletrados.

    É preciso explicar também o que seja um ídolo; não é simplesmente uma  imagem.

    Ídolo é aquilo que:

    1 - substitui o único e verdadeiro Deus;

    2 - são-lhe atribuídos poderes exclusivamente divinos; e,

    3 - são-lhe oferecidos sacrifícios devidos ao verdadeiro Deus.

    É o que os judeus antigos no deserto fizeram com o bezerro de ouro (cf. Ex 32). Este fato mostra bem o que é um ídolo. Porque Moisés demorava para descer do Monte Sinai, os hebreus fugitivos do Egito confeccionaram um bezerro em ouro, a quem cultuaram como se fosse o verdadeiro Deus.

    “O povo reuniu-se em torno de Aarão e lhe disse: ‘Vamos! Faze-nos deuses que caminhem à nossa frente…’. Aarão lhes disse: ‘Tirai os brincos de vossas mulheres, vossos filhos e vossas filhas, e trazei-os a mim’. [...] Recebendo o ouro, ele o moldou com o cinzel e fez um bezerro fundido. Então eles disseram: ‘Aí tens, Israel, os deuses que te fizeram sair do Egito!’ [...] Levantando-se na manhã seguinte, ofereceram holocaustos e apresentaram sacrifícios pacíficos” (Ex 32,1b-2.4.6a).

    No culto de adoração ao bezerro, os hebreus atribuíram ao bezerro o milagre da fuga do Egito; assim o objeto de ouro passou a substituir o próprio Deus e por isso lhe são oferecidos sacrifícios devidos só a Deus.

    Este culto prestado ao bezerro de ouro, um ídolo, não pode ser confundido nem de longe com as imagens cristãs. Elas não são imagens de ídolos, mas de pessoas ou de anjos, criaturas de Deus.

    A Igreja Católica nunca afirmou que devemos “adorar” as imagens dos santos. Desde quando a Igreja atribui-lhes poderes de salvar a humanidade? Nunca a Igreja prestou-lhes um culto de adoração.

    Note bem que a imagem é um objeto que apenas lembra algo fora dele; o ídolo, por outro lado, “é o ser em si mesmo”. A quebra de uma imagem não destrói o ser que representa; já a destruição de um ídolo implica da destruição da falsa divindade.

    Para Deus, e somente Deus, a Igreja presta um culto de  adoração (“latria”); nele reconhecemos Deus como Todo-Poderoso e Senhor do universo. Aos santos e anjos, a Igreja presta um culto de veneração (“dulia”); homenagem. A Nossa Senhora, por ser a Mãe de Deus, a Igreja presta um culto de “hiper-dulia”, que não é adoração, mas hiper-veneração.

    A palavra “dulia” vem do grego “doulos” que significa “servidor”. Dulia em português quer dizer reverência, veneração.    Latria é adoração; vem do grego “latreia” que significa serviço ou culto prestados a um soberano senhor. Em outras palavras, significa adoração. Veja, então não há como confundir o culto prestado a Deus com o culto prestado aos Santos.

    Rogando aos Santos não os olhamos nem consideramos senão como nossos intercessores para com Jesus Cristo, que é o único Medianeiro (cf. 1Tm 2,4) que nos remiu com seu sangue, e por quem podemos alcançar a salvação.

    Veneramos os santos, representados nas imagens, porque seus exemplos de vida nos servem de modelo de vida e nos indicam o verdadeiro caminho: Jesus Cristo (cf. Jo 14,6), único Mediador e Redentor da humanidade. Além disso, os santos intercedem por nós sem cessar diante de Deus. E mais, quando veneramos os santos, estamos dando glória a Deus porque eles são santos pela graça de Deus.

    Se adorarmos uma criatura, criada por Deus ou pelo homem, ai sim estaremos cometendo o pecado da idolatria, severamente punido por Deus.

    Por que Deus proibiu o uso de imagens de ídolos?

    Isto se deu por causa das circunstâncias da história do povo judeu que vivia cercado de nações idólatras. Israel era atraído ao culto pagão das imagens e a mágica que as imagens provocavam. No entanto, Deus não proibia imagens simplesmente; mas imagens “de ídolos”, deuses falsos.

    Já mesmo no Antigo Testamento o próprio Deus prescreveu a confecção de imagens como querubins, serpente de bronze, leões do palácio de Salomão, etc. A própria Bíblia defende o uso de imagens como você pode verificar nessas muitas passagens: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 2Cr 3,7.10-14; 5,8; 1Sm 4,4; 2Sm 6,2; Sb 16,5-8; Ez 41,17-21; Hb 9,5… e mais.

    É importante entender que Deus proibiu aos israelitas apenas a confecção de imagens e estátuas, de ídolos, porque na antigüidade facilmente se atribuía a esses objetos um caráter religioso; eram considerados pelos pagãos como símbolos em que a Divindade estava presente, ou como a Divindade mesma.

    Isto justifica a existência de um mandamento contra a idolatria: Israel estava cercada de nações pagãs, politeístas e idólatras; cultuava-se o sol, os astros, os crocodilos, os reis, os gatos, etc. O verdadeiro povo de Deus devia se afastar de tudo isso pois era monoteísta.

    Assim, por causa dessa mentalidade dos povos que viviam ao lado de Israel, o uso de imagens acarretava perigo para a fé monoteísta dos hebreus. Manter a fé de Israel em um só Deus foi muito difícil porque eles viviam no meio de nações politeístas e eram atraídos pelo culto de muitos Deus. Lembremo-nos, por exemplo, da realidade dos inúmeros deuses dos romanos, dos gregos, dos babilônios, dos egípcios, dos assírios, caudeus, fenícios, etc.

    Para evitar a confecção de imagens, Deus não tomava forma nem figura quando falava a Israel; apenas fazia notar a sua presença por meio de raios, trovões, etc. Desta maneira tirava do seu povo qualquer incentivo para fabricar alguma representação de Deus e Javé mostrou o motivo da proibição no texto de Dt 4,15, paralelo a Ex 20,4s:

    “Estai atentos; já que não vistes forma nenhuma no dia em que Javé no Horeb vos falou em meio ao fogo, não prevariqueis e não façais imagem esculpida a representar o que quer que seja”.

    Os Profetas foram veementes na rejeição das imagens visto que, de fato, Israel tendia à idolatria;

    “Não imiteis o procedimento dos pagãos; nem temais os sinais celestes, como os temem os pagãos, porquanto os deuses desses povos são apenas vaidade. São cepos abatidos na floresta, obra trabalhada pelo cinzel do artesão, decorada com prata e ouro. A golpes de martelo são-lhes fixados os pregos (e postos em seus lugares) para que não se movam. Assemelham-se esses deuses a uma estaca em campo de pepinos, que devem ser levados, pois não caminham. Não os temais, pois que vos não podem fazer mal, nem têm o poder de fazer o bem.” ( Jr 10,2-5…)

    “Que haveis de comparar a Deus? Que semelhança podereis produzir dele?” (Is 40,18)

    O motivo pelo qual os antigos adoravam imagens era de ordem mágica; eles achavam que a imagem participava da essência do indivíduo representado; como se a imagem tivesse a mesma substância do indivíduo, como se fosse o próprio indivíduo.

    Assim, acreditavam que se conseguissem fazer a imagem de um deus, capturava esse deus ou exercia poder e domínio sobre ele; e prendia a força da divindade dentro da imagem; e assim poderiam dispor da ação poderosa da divindade. Daí o motivo pelo qual encontramos uma abundância de imagens e estátuas entre os povos antigos já citados.

    Que fique bem claro portanto, que a proibição era de se fabricar imagens “de ídolos”, deuses falsos, algo que a Igreja católica jamais fez ou incentivou. O profeta Isaias disse:

    “Os que modelam ídolos nada são, as suas obras preciosas não lhes trazem nenhum proveito… Quem fabrica um deus e funde um ídolo que de nada lhe pode valer?… Com outra parte fez um deus e o adorou, fabricou um ídolo e se prostrou diante dele”… Com o resto faz um deus – o seu ídolo – prostra-se diante dele e o adora e lhe dirige súplicas: salva-me …” (Is 44,9-17)

    Veja, então, que o profeta está falando de imagens de “deuses falsos”, ídolos para adorar.

    A proibição de imagens no Antigo Testamento não era uma oposição entre o visível e o Invisível, entre o material e o espiritual, nem pretendia incutir um culto espiritualizado dirigido diretamente ao Invisível.

    A proibição das imagens dos ídolos estava relacionada diretamente a Javé e devia incutir que o Deus único era diferente dos deuses dos outros povos; estes podiam ser representados e fixados em imagens em determinado lugar, porque eram ficções dos homens; ao contrário, Javé era o único Deus e diferente dos deuses falsos; Ele se manifestava livremente onde e quando queria, infinitamente acima das forças e dos seres sensíveis, pois Ele é o Criador de todos.

    No entanto, em certos casos, com todas as cautelas contra o perigo de idolatria, Deus não somente permitiu, mas mandou mesmo que se confeccionassem imagens sagradas, para fortalecer a piedade e o culto de Israel.

    Por exemplo, quando o Senhor ordenou a fabricação da Arca da Aliança: por ordem explícita de Javé, Moisés colocou dois querubins de ouro sobre o Propiciatório da Arca, tendo as asas voltadas para o alto e as faces dirigidas para a placa sagrada de metal; era pelo Propiciatório assim configurado que Javé falava ao seu povo; (Ex 25, 17-22).  Por causa disso, a Bíblia costuma dizer que “Javé está assentado sobre querubins”

    “O exército mandou trazer de Silo a Arca de Iahweh dos Exércitos, entronizado entre os querubins” (1Sm 4,4). A nota da Bíblia de Jerusalém diz: “Os querubins são esfinges aladas que flanqueavam os tronos divinos ou reais da antiga Síria. Em Silo como no Templo de Jerusalém, os querubins e a Arca são o trono de Iahweh, a “sede” da  presença invisível.”

    Em 1Rs 8,6 vemos:

    “Os sacerdotes conduziram a Arca da Aliança de Iahweh ao seu lugar, ao Debir do Templo, a saber, ao Santo dos Santos, sob as asas dos querubins”.

    “Pondo-se a caminho, Davi e todo o exército que o acompanhava partiram para Baala de Judá, afim de transportar a Arca de Deus que lá estava e que leva o nome de Iahweh dos Exércitos, que se assenta entre os querubins.” (2Sm 6,2)

    “Iahweh, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins, tu és o único Deus de todos os reinos da terra…”(2Rs 19,15)

    Ora, se Deus “senta sobre os querubins”, como então Ele pode ter proibido fazer imagens de querubins? Isto foi mandado porque os querubins não são deuses falsos; mas anjos. Assim, Deus permite se fazer imagem de anjos e santos; não de ídolos.cpa_a_intercessao_e_o_culto_dos_santos_3ed

    Também no Templo construído por Salomão, diz o texto sagrado que foram talhados querubins de madeira preciosa para ficar junto à Arca da Aliança:

    “Fez no santuário dois querubins de madeira de oliveira, que tinham dez côvados de altura. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. Cada uma das asas dos querubins tinha cinco côvados, o que fazia dez côvados da extremidade de uma asa à extremidade da outra. O segundo querubim tinha também dez côvados; os dois tinham a mesma forma e as mesmas dimensões. Um e outro tinham dez côvados de altura. Salomão pô-los no fundo do templo, no santuário. Tinham as asas estendidas, de sorte que uma asa do primeiro tocava uma das paredes e uma asa do segundo tocava a outra parede, enquanto as outras duas asas se encontravam no meio do santuário. Revestiu também de ouro os querubins.” (cf. 1Rs, 6,23-28);

    E ainda: as paredes do Templo foram todas revestidas de imagens de querubins:

    “Mandou esculpir em relevo em todas as paredes da casa, ao redor, no santuário como no templo, querubins, palmas e flores abertas’. (1Rs 6,29s).

    Essas obras foram ordenadas pelo próprio Deus (cf. 1Cr 22, 8-13), que, já no deserto, deu a certos homens o dom de construir imagens, figuras e toda espécie de obras em ouro, prata e bronze … assim como para talhar a madeira:

    “O Senhor disse a Moisés: “Eis que chamei por seu nome Beseleel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá. Eu o enchi do espírito divino para lhe dar sabedoria, inteligência e habilidade para toda sorte de obras: invenções, trabalho de ouro, de prata, de bronze, gravuras em pedras de engastes, trabalho em madeira e para executar toda sorte de obras” ( Ex 31, 1-5).

    Veja com que apreço Deus considerava as imagens de seu Templo, já mesmo no regime do Antigo Testamento.

    Como, então, Deus proíbe imagens, se ele dá o dom do artesanato, da arte, a seus homens?

    Quando o povo de Israel atravessava o deserto, foi atacado por serpentes venenosas, que fez morrer muitos.  Então o Senhor Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze e a colocasse sobre uma haste; todo aquele que, mordido, a contemplasse, seria salvo:

    “Partiram do monte Hor na direção do mar Vermelho, para contornar a terra de Edom. Mas o povo perdeu a coragem no caminho, e começou a murmurar contra Deus e contra Moisés: “Por que, diziam eles, nos tirastes do Egito, para morrermos no deserto onde não há pão nem água? Estamos enfastiados deste miserável alimento.” Então o Senhor enviou contra o povo serpentes ardentes, que morderam e mataram muitos. O povo veio a Moisés e disse-lhe: “Pecamos, murmurando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós essas serpentes.” Moisés intercedeu pelo povo, e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.” Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida.” ( Nm 21, 4-9).

    Ora, a serpente de bronze era também uma imagem.

    Alguém poderia objetar: Mas 2Rs 18,4 mostra que essa serpente foi depois destruída por Ezequias, que agradou a Deus.

    É preciso notar, em primeiro lugar, que a serpente foi confeccionada por ordem direta do Senhor a Moisés:

    “… e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.” (Nm21,4).

    Ezequias mandou destruir a serpente de bronze porque o povo passou a idolatrá-la como um ídolo. Isto pode ser compreendido pelo contexto em 2Rs 18,4: a serpente de bronze passara a ser vista como uma deusa, com o nome de Noestã e lhe queimaram incenso (símbolo de culto à divindade):

    “Destruiu os lugares altos, quebrou as estelas e cortou os ídolos de pau asserás. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés tinha feito, porque os israelitas tinham até então queimado incenso diante dela”. (Chamavam-na Nehustã). (2Rs 18,4)

    Também o mar de bronze, um reservatório de água especial colocado à entrada do palácio de Salomão era sustentado por doze bois de metal, dos quais três olhavam para o Norte, três para o Oeste, três para o Sul e três para o Leste. São também imagens:

    “Hirão fez também o mar de bronze, que tinha dez côvados de uma borda à outra, perfeitamente redondo, e com altura de cinco côvados; sua circunferência media-se com um fio de trinta côvados. Por baixo de sua borda havia coloquíntidas em número de dez por côvado; elas rodeavam o mar, dispostas em duas ordens, formando com o mar uma só peça. Este apoiava-se sobre doze bois, dos quais três olhavam para o norte, três para o ocidente, três para o sul e três para o oriente. O mar repousava sobre eles, e suas ancas estavam para o lado de dentro. A espessura do mar era de um palmo; sua borda assemelhava-se à de um copo em forma de lírio; sua capacidade era de dois mil batos….” ( 1Rs 7, 23-26).

    E havia também entre os ornamentos do palácio régio de Salomão figuras de leões, touros e querubins:

    “Nos painéis enquadrados de molduras, havia leões, bois e querubins, assim como nas travessas igualmente. Por cima e por baixo dos leões e dos bois pendiam grinaldas em forma de festões.” (1Rs 7,28s).

    Todos esses textos mostram exaustivamente que a proibição de confeccionar imagens não era absoluta no Antigo Testamento, mas se referia apenas a deuses falsos, ídolos para adorar, para que Israel não caísse na idolatria do panteísmo.

    Os próprios judeus, com o tempo, foram entendendo melhor isto. Por exemplo, em certas sinagogas da Palestina do século III d.C., foram encontrados afrescos e figuras humanas.  Na sinagoga de Dura-Europos (à margem do rio Eufrates), estavam representados Moisés diante da sarça ardente, o sacrifício de Aarão, a saída do Egito, a visão de Ezequiel.

    Do livro: Intercessão e culto dos Santos, Imagens e Relíquias – Prof. Felipe Aquino


    Prof. Felipe Aquino

    assessoria@cleofas.com.br

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.