A Marcha das Vadias

Infelizmente um grupo de mulheres, intitulado “Marcha das Vadias”, penetrou na igreja de Nossa Senhora em Copacabana e perturbou a adoração ao Santíssimo que ali se realizava. Ao mesmo tempo era celebrada uma missa para crianças. Veja o depoimento de uma senhora que ali rezava:

“Hoje, estava rezando o terço às 16 horas na Igreja de Nossa Senhora de Copacabana quando, ouvi muitos gritos e fui ver o que era. Deparei-me com uma manifestação de feministas da “marcha das vadias”, tentando invadir o templo central onde se celebrava a missa das crianças. Umas estavam nuas e gritavam palavrões. Era uma multidão enfurecida portando cartazes. Imediatamente chamei a polícia e o João. Temi que invadissem a capela do Santíssimo onde estávamos rezando. Havia muitos repórteres. Eu gritava que elas não representavam as mulheres brasileiras. Depois de algum tempo chegaram alguns policiais desses da praia que a muito custo com a ajuda de spray de pimenta conseguiram impedi-las de invadir e obrigando-as a retroceder. Os portões foram fechados. A marcha prosseguiu pela rua Hilário de Gouveia em direção contrária à praia. Chegou então uma viatura da polícia militar querendo saber o que estava acontecendo. A marcha se deteve na esquina da rua Barata Ribeiro e depois ameaçava retroceder, mas aí já havia muitos carros da polícia que as impediram de retornar à Igreja, obrigando-as a seguir pela Av. N. S. de Copacabana. O trânsito ficou muito tumultuado”.

É um movimento em escala mundial, que começou no Canadá e teve manifestações em sete cidades do país,  a começar em Toronto. O movimento defende a legalização do aborto, a aceitação geral da “liberdade sexual” e o ódio contra as manifestações religiosas de pensamento, das quais a cristã é a principal.

A fúria contra a Igreja Católica se manifesta porque ela denuncia o pecado, sem deixar de amar o pecador. A Igreja não pode e não aceitará jamais o que está contra a Lei sagrada de Deus: Não pecar contra a castidade, não matar (aborto, manipulação de embriões, eutanásia, pílula abortiva do dia seguinte, infanticídio,…), casamento de pessoas do mesmo sexo, fornicação, adultério, masturbação, pornografia, legalização das drogas e da prostituição, etc..

A luz de Deus brilha nas trevas do pecado deste mundo, por isso ela é odiada. As trevas estremecem diante da luz de Cristo.

A Igreja exige respeito para com ela; ninguém está obrigado a viver segundo a lei de Cristo que ela ensina, mas ela tem o direito constitucional de ser respeitada. Esses movimentos agressivos querem o direito e o respeito a eles, mas não respeitam a Igreja.

Estamos vivendo a seguinte situação: uma pessoa invade uma igreja católica, exibe os seios e nada acontece. Mas, se um pastor ou um padre católico decidem criticar o comportamento homossexual, então pode ser enquadrado como criminoso, homofóbico e preconceituoso. Quer dizer que a liberdade de expressão deve haver só para um lado? Os atos ofensivos à fé católica que são vistos nas paradas gays permanecem impunes. Grande parte de nossas filhas, mães e esposas não concorda com esta “Marcha das Vadias”. Para ser livre, uma mulher precisa ser vadia?

Referências: http://oglobo.globo.com/rio/marcha-das-vadias-leva-400-pessoas-as-ruas-de-copacabana-acaba-em-confusao-5032086#ixzz1wD84R3wU

http://diasimdiatambem.com/2012/05/27/marcha-pro-aborto-tumultua-missa-das-criancas-no-rj/

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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