A história da Jornada Mundial da Juventude e seus símbolos

Natal (Terça-feira, 07-02-2012, Gaudium Press) Criada em 1985 pelo Beato João Paulo II, a Jornada Mundial da Juventude consiste em um encontro de milhares de jovens católicos provenientes dos quatro cantos do mundo. Essas Jornadas acontecem entre dois a três anos, e em cada edição o Papa escolhe um novo país para sediar o evento.

A próxima edição da JMJ, que ocorrerá em 2013, será na cidade do Rio de Janeiro. Os organizadores estimam que mais de três milhões de jovens de diversas nacionalidades participem da JMJ-2013Rio.
Os símbolos da JMJ

Durante o “Jubileu Internacional da Juventude”, no ano de 1984, o Santo Padre João Paulo II presenteou aos jovens com um imenso símbolo: uma cruz de madeira, para que visitasse o mundo inteiro como sinal de sua presença entre os jovens católicos dispersos pelo planeta.

Quase 20 anos depois, João Paulo II entregou aos jovens, no ano de 2003, mais um símbolo de Fé para que fosse também ele um peregrino. Era uma cópia do ícone antigo e sagrado de Nossa Senhora intitulada ali como “Salus Populi Romani”, o original foi encontrado na primeira e maior Basílica dedicada à Maria Mãe de Deus, a Santa Maria Maior.

Os símbolos da JMJ chegaram no Brasil em 18 de setembro de 2011, mais propriamente na cidade metropolitana de São Paulo e está percorrendo todo o Brasil até chegar no Rio de Janeiro, cidade que sediará a JMJ em 2013.

Atualmente a cruz e o ícone de Nossa Senhora se encontram no estado da Paraíba, e entre os dias 10 e 12 de fevereiro próximos, a Arquidiocese de Natal terá a alegria de receber os símbolos.

Em torno dos símbolos da JMJ estão ocorrendo em todo o país, nas 276 dioceses brasileiras um conjunto de atividades que reúne grande quantidade de fiéis para celebrar a mensagem que estes símbolos trazem consigo, proporcionando momentos propícios para o desenvolvimento da evangelização da juventude em cada realidade. (EPC)

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    Sobre Prof. Felipe Aquino

    O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.
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